Gosta deste blog? Então siga-me...

Indique o seu email para receber actualizações

Também estamos no Facebook e Twitter

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Soltas...

"Abro a gaveta da escrivaninha e retiro um maço de cartas atadas com uma fita de seda gasta, cartas que comecei mas que não acabei, por uma variedade de razões. Fui aprendendo, ao longo dos anos, que, muitas vezes, são as cartas que não enviamos as mais valiosas."

"Tudo isto me deixava muito confusa; as maneiras ridículas como os adultos se comportavam uns com os outros, sem nunca dizerem o que tinham a dizer, à espera que fossem os suspiros, os olhares e a distância a fazê-lo em seu lugar. O perigo que isso não era!"

"Ao sair, passei em bicos dos pés pela minha mãe, a manta oriental vermelha a ondular regularmente enquanto ela dormia. Parei, uma única vez, a fim de olhar para ela e tentar adivinhar os sonhos que as mães sonhavam...
A interrogar-me se felizes para sempre teria para elas o mesmo significados que para nós."

Sem comentários:

Enviar um comentário