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domingo, 20 de novembro de 2011

Ao Domingo com... Vítor Frazão

"Quem sou? Evitarei a filosofia por detrás desta pergunta e passarei a uma abordagem directa (sim, directa, não direta, este texto não estará segundo o novo acordo ortográfico, por isso habituem-se), para evitar maçar-vos com divagações, numa de KISS (Keep It Simple, Stupid).

Sou um arqueólogo de 26 anos que gosta de escrever fora da sua área, principalmente contos e romance de dark fantasy. Considero a arte de contar histórias aquilo que nos define como seres humanos e sou apaixonado por ela desde criança. Livro ou revista, filme ou série, não interessa o formato, dêem uma boa história e eu viverei feliz. Deste fraquinho, até ao gosto pela escrita foi um salto. Como é óbvio,
ainda tenho muito a aprender e por onde evoluir, algo que espero continuar a fazer até ao dia que “quinar”, numa perpétua busca para fazer mais e melhor.

In a nuttshell é isso. Caso não tenham reparado, prefiro falar dos meus projectos literários do que de mim e há uma razão simples para isso, o que escrevo é infinitamente mais interessante.

Adoro mitos e confesso uma certa afinidade para com os monstros, que sempre me pareceram personagens mais interessantes que os heróis humanos, por isso, escrever dentro do género fantástico foi para mim a opção mais natural.

Crónicas Obscuras, cujo primeiro livro é “A Vingança do Lobo”, é uma colecção de dark fantasy, no estilo de low fantasy, na qual as  histórias não decorrem num planeta distante ou universo paralelo, mas
nas sombra do nosso próprio mundo. A ideia por detrás de Crónicas Obscuras foi bastante simples: pegar em várias criaturas mitológicas e trazê-las para uma realidade mais próxima da nossa, colocando-as em
histórias de interesse próprio, ou seja, narrativas que manteriam a relevância mesmo que desprovidas do teor sobrenatural.  Por exemplo: se tirarmos o conteúdo sobrenatural a “Crónicas Obscuras – A vingança
do lobo”, continuamos a ter uma história de como a vingança de um indivíduo afecta a vida de vários, efeito esse que na obra podemos ver através da perspectiva de várias personagens, cabendo o leitor decidir com qual se identifica.

A ideia não é nova, sendo a única verdadeira diferença o tratamento que cada autor lhe dá. Se o meu “tratamento” merece atenção ou não, é algo que vos caberá decidir.

Embora existam mais livros e contos de Crónicas Obscuras escritos, para já só se encontram disponíveis para o público: “Crónicas Obscuras – A Vingança do Lobo”, pela Chiado Editora; “Crónicas Obscuras – Vigília”, no nº 2 da revista Nanozine (http://pt.calameo.com/read/000559822eddfa1602ace), e “Crónicas Obscuras – O Farol, no blog da colecção (http://cronicasobscuras.blogspot.com/2011/10/300-and-counting-cronicas-obscuras-o.html).

Espero não ter maçado muito. Quem quiser descobrir mais sobre Crónicas Obscuras, as minhas influências e processo criativo pode visitar-me em cronicasobscuras.blogspot.com ou na página do Facebook (https://www.facebook.com/pages/Cr%C3%B3nicas-Obscuras/284622395814)."





Vítor Frazão

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