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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Os 30, nada é como sonhámos de Filipa Fonseca Silva


Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 176
Editor: Oficina do Livro
ISBN: 9789895557233
Coleção: Romance

Uma leitura muito agradável e divertida esta! Num tom fluído , cheio de humor, entramos na vida de um grupo de amigos, "trintões", através dos pensamentos de Filipe, Joana e Maria. Dei comigo a sorrir interiormente com os comentários íntimos desses três amigos. 

Uma leitura leve mas que nos leva a reflectir sobre alguns dos momentos mais caricatos da vida (da nossa vida, talvez?!). Gostei e recomendo!


Outra opinião aqui!

Terminado em 27 de Outubro de 2011

Estrelas: 4*

Sinopse

Filipe assume-se como um coleccionador de relações falhadas e continua preso à sua paixão de adolescência. Maria foi deixada pelo namorado três meses antes do casamento e procurou curar-se do desgosto com uma longa viagem; e Joana, menina do papá controladora e moralista, acabou por dar o nó com o rapaz errado, vivendo um relacionamento de fachada por mero oportunismo. Os três conhecem-se desde os tempos da faculdade, quando faziam parte de um grupo de amigos muito unido e cheio de sonhos e expectativas; mas a vida - com as suas voltas e reviravoltas às vezes ingratas - encarregou-se de os ir afastando, e está na hora de todos se juntarem para, finalmente, falarem do que os une e do que os separa.

Durante um jantar no qual tilintam os cristais e brilham os talheres de uma Joana cada vez mais convencional, demasiadas surpresas ameaçarão, porém, a ordem natural das coisas: revelações e encontros imprevistos, reconciliações e jogos de sedução, transgressões e actos de adultério. No fim, já se vê, nada será como antes. Como uma espécie de "Os Amigos de Alex do século XXI", este é um romance extremamente lúcido sobre o fim da inocência e os percursos de um grupo de jovens que, entre paixões e desilusões, chegam, mesmo sem querer, à idade adulta. Com doses iguais de humor e realismo, a autora capta de forma perspicaz o sentimento de uma geração a que chamaram «rasca», fazendo o seu retrato ao mesmo tempo indulgente e implacável.

1 comentário: