Estava à espera que uma palavra, um adjectivo, me viesse à cabeça mal acabasse este livro mas... Nada! Fiquei a pensar nos pormenores (tantos!) que me preencheram a visão aquando desta leitura.
Gostei muito mesmo! O narrador, o personagem principal, relata-nos um acontecimento que, aos 13 anos, mudou a sua vida para sempre: a bárbara agressão e violação de sua mãe e as consequências que isso veio trazer tanto para si como para a sua família mais chegada e amigos.
Para além da abordagem psicológica bem conseguida com todas as especificidades que caracterizam tanto a vítima como os seus familiares, vamo-nos apercebendo de alguns comportamentos, costumes e hábitos de quem pertence e vive numa reserva índia. Com todos os condicionalismos perante a lei que isso acarreta. E esse facto choca-nos e, em simultâneo prende-nos à narrativa.
Com mistério e crimes q.b., esta obra fala-nos sobretudo do amor que une uma família, de como ele fica fragilizado quando algo interfere e quebra esses fortes laços mas, fala-nos, de igual modo, de como se sobrevive ao ódio, ao rancor e ao ressentimento. E de como uma decisão tomada com base nesses sentimentos muda o sentido e o trajecto de uma vida...
Terminado em 8 de Outubro de 2013
Estrelas: 5*
Sinopse
A Casa Redonda é um romance brilhante, uma obra-prima da ficção literária. Vencedor do National Book Award de 2012 e eleito um dos melhores romances do ano por diversas publicações, este livro fala de sentimentos poderosos e lança nova luz sobre a maneira como a maturidade pode alterar a relação entre pais e filhos.
Erdrich aborda o amor, o ressentimento, a necessidade e as obrigações que unem as famílias. A autora abarca neste livro o trágico, o cómico, um mundo espiritual bem presente nas vidas das suas personagens tão humanas, e uma história sobre um caso de injustiça que, infelizmente, é um reflexo do que acontece hoje no nosso mundo.
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terça-feira, 15 de outubro de 2013
Bibliotecas de Portugal
Já tenho dito algumas vezes aqui no blogue que temos bibliotecas muito bem fornecidas (falo de Lisboa mas creio que o resto do país também terá) que nos podem proporcionar óptimos momentos de leitura a custo zero!
A Fernanda do blogue As Leituras da Fernanda teve uma ideia para divulgar as nossas bibliotecas mas para isso precisa da vossa ajuda. É só fazerem um pequeno texto falando um pouco da biblioteca que frequentam ou que fica na vossa cidade. Se não a conhecem, que tal fazerem uma visita e descobrirem o mundo maravilhoso que encerra?
Eu já participei. Podem ver qual a minha biblio de eleição, aqui...
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
"A Desumanização" de Valter Hugo Mãe
Os livros são lidos de acordo com o nosso estado de alma e, inquieta como ando, este livro transmitiu-me uma instabilidade que não me agradou.
A escrita tão sui generis deste autor (li A máquina de fazer espanhóis e adorei!) em vez de me prender teve o condão de me dispersar e tive de repetir algumas partes do livro para entender o que por lá era dito. Acredito que o meu estado de alma não seja o melhor para uma leitura onde a prosa se mistura com mestria na poesia, mas ficará para outra ocasião uma outra leitura com outros olhos ou outros "sentires".
O facto de ter sido "escrito" por uma menina de 13 anos atraiu-me e nem pensei em não terminar a história que ela me contava. O tom íntimo com que impregna às palavras deixa um laivo de mistério que nos força a querer saber como termina a história. Mas tê-la-ia apreciado mais e melhor não fora a escrita tão própria do autor pois, como já referi, o seu tom poético fez-me dispersar nesta leitura.
Terminado em Setembro de 2013
Estrelas: 4*
Sinopse
«Mais tarde, também eu arrancarei o coração do peito para o secar como um trapo e usar limpando apenas as coisas mais estúpidas.»
Passado nos recônditos fiordes islandeses, este romance é a voz de uma menina diferente que nos conta o que sobra depois de perder a irmã gémea. Um livro de profunda delicadeza em que a disciplina da tristeza não impede uma certa redenção e o permanente assombro da beleza.
O livro mais plástico de Valter Hugo Mãe. Um livro de ver. Uma utopia de purificar a experiência difícil e maravilhosa de se estar vivo.
A escrita tão sui generis deste autor (li A máquina de fazer espanhóis e adorei!) em vez de me prender teve o condão de me dispersar e tive de repetir algumas partes do livro para entender o que por lá era dito. Acredito que o meu estado de alma não seja o melhor para uma leitura onde a prosa se mistura com mestria na poesia, mas ficará para outra ocasião uma outra leitura com outros olhos ou outros "sentires".
O facto de ter sido "escrito" por uma menina de 13 anos atraiu-me e nem pensei em não terminar a história que ela me contava. O tom íntimo com que impregna às palavras deixa um laivo de mistério que nos força a querer saber como termina a história. Mas tê-la-ia apreciado mais e melhor não fora a escrita tão própria do autor pois, como já referi, o seu tom poético fez-me dispersar nesta leitura.
Terminado em Setembro de 2013
Estrelas: 4*
Sinopse
«Mais tarde, também eu arrancarei o coração do peito para o secar como um trapo e usar limpando apenas as coisas mais estúpidas.»
Passado nos recônditos fiordes islandeses, este romance é a voz de uma menina diferente que nos conta o que sobra depois de perder a irmã gémea. Um livro de profunda delicadeza em que a disciplina da tristeza não impede uma certa redenção e o permanente assombro da beleza.
O livro mais plástico de Valter Hugo Mãe. Um livro de ver. Uma utopia de purificar a experiência difícil e maravilhosa de se estar vivo.
domingo, 13 de outubro de 2013
Ao Domingo com... Catarina Seabra Lopes
Quando era pequena costumava ouvir as pessoas dizer que sonhar era permitido, depois cresci e não sei porquê toda a gente se começou a contraria e a insistir que não.
Eu sou teimosa, muito, por isso continuei a sonhar e hoje tenho orgulho em dizer que tenho nas minhas mãos o maior e o melhor de todos os sonhos que um dia sonhei.
Chamo-me Catarina Seabra Lopes, uso os nomes do meu pai porque gosto mais da forma como soa quando o digo em voz alta. Tenho 18 anos, feitos em Setembro do ano passado (2012) e se pudesse escolher não faria anos nunca mais. Moro em Lavadores, para quem não sabe é um lugar bem pertinho da praia. Consigo sentir o cheiro a mar quando abro a janela, por isso mudemos o “pertinho” para muito perto. Passo o meu tempo quase todo no Porto ou em frente a uma folha branca acompanhada de um lápis de carvão acabadinho de afiar. Sou estudante, mas para ser sincera não estudo assim tanto, já estudei mais e hoje faço outras coisas com o meu tempo, como escrever, apagar o que escrevo e escrever de novo. Sou sonhadora e livre, vivo mais no que escrevo do que no que vivo, mas não me importo. A vida é mais interessante num amontoado de letras bem arrumadinhas. Comecei a escrever o meu primeiro livro com 17 anos, quer dizer, quando comecei não imaginei que seria um livro, mas isso é outra história. A minha primeira obra chama-se “Um lugar chamado Evalon” e é sem dúvida o melhor que alguma vez existiu em mim. “Um lugar chamado Evalon” foi publicado em Julho de 2013 pela “CorposEditora” e conta a história de uma humana simples, que tem tudo de bom que existe em mim e tudo de bom que eu gostava que existisse. A personagem principal deste meu romance chama-se Ally e é uma rapariga comum, habituada a viver uma vida simples numa aldeia desinteressante, sem grandes surpresas ou aventuras, mas tudo
isso muda no dia em que ela descobre que é especial. Ally é uma credentis levada numa viagem surpreendente para o mais perfeito dos mundos, Evalon um lugar cheio de criaturas diferentes que só existe devido à crença desinteressada de alguns humanos. Neste mundo indescritível, Ally conhece um dos mais poderosos sentimentos do homem, o amor que é capaz de trespassar todas as barreiras impostas pela vida com que ela se depara. Para mais sobre a obra, inclusive locais de venda e informações que possam interessar convido todos a visitar o meu cantinho: https://www.facebook.com/UmLugarChamadoEvalonCatarinaSeabraLopes Escrever “Um lugar chamado Evalon” foi o meu maior desafio e ao mesmo tempo a minha maior paixão, vivi nas palavras que escrevi enquanto as escrevia, apaixonei-me pelas personagens que criei enquanto as criava, amei cada uma delas como se fossem parte do que sou e espero que todos os leitores que se animem a ler esta minha obra se apaixonem, se envolvam e se prendam da mesma maneira que eu me apaixonei, envolvi e prendi.Isto sou eu, a obra que um dia existiu em mim e tudo que as pessoas precisam de saber sobre quem sou, se faltar alguma coisa a vida completa, ouvi dizer que ela completa sempre.
Catarina Seabra Lopes
Eu sou teimosa, muito, por isso continuei a sonhar e hoje tenho orgulho em dizer que tenho nas minhas mãos o maior e o melhor de todos os sonhos que um dia sonhei.
Chamo-me Catarina Seabra Lopes, uso os nomes do meu pai porque gosto mais da forma como soa quando o digo em voz alta. Tenho 18 anos, feitos em Setembro do ano passado (2012) e se pudesse escolher não faria anos nunca mais. Moro em Lavadores, para quem não sabe é um lugar bem pertinho da praia. Consigo sentir o cheiro a mar quando abro a janela, por isso mudemos o “pertinho” para muito perto. Passo o meu tempo quase todo no Porto ou em frente a uma folha branca acompanhada de um lápis de carvão acabadinho de afiar. Sou estudante, mas para ser sincera não estudo assim tanto, já estudei mais e hoje faço outras coisas com o meu tempo, como escrever, apagar o que escrevo e escrever de novo. Sou sonhadora e livre, vivo mais no que escrevo do que no que vivo, mas não me importo. A vida é mais interessante num amontoado de letras bem arrumadinhas. Comecei a escrever o meu primeiro livro com 17 anos, quer dizer, quando comecei não imaginei que seria um livro, mas isso é outra história. A minha primeira obra chama-se “Um lugar chamado Evalon” e é sem dúvida o melhor que alguma vez existiu em mim. “Um lugar chamado Evalon” foi publicado em Julho de 2013 pela “CorposEditora” e conta a história de uma humana simples, que tem tudo de bom que existe em mim e tudo de bom que eu gostava que existisse. A personagem principal deste meu romance chama-se Ally e é uma rapariga comum, habituada a viver uma vida simples numa aldeia desinteressante, sem grandes surpresas ou aventuras, mas tudo
isso muda no dia em que ela descobre que é especial. Ally é uma credentis levada numa viagem surpreendente para o mais perfeito dos mundos, Evalon um lugar cheio de criaturas diferentes que só existe devido à crença desinteressada de alguns humanos. Neste mundo indescritível, Ally conhece um dos mais poderosos sentimentos do homem, o amor que é capaz de trespassar todas as barreiras impostas pela vida com que ela se depara. Para mais sobre a obra, inclusive locais de venda e informações que possam interessar convido todos a visitar o meu cantinho: https://www.facebook.com/UmLugarChamadoEvalonCatarinaSeabraLopes Escrever “Um lugar chamado Evalon” foi o meu maior desafio e ao mesmo tempo a minha maior paixão, vivi nas palavras que escrevi enquanto as escrevia, apaixonei-me pelas personagens que criei enquanto as criava, amei cada uma delas como se fossem parte do que sou e espero que todos os leitores que se animem a ler esta minha obra se apaixonem, se envolvam e se prendam da mesma maneira que eu me apaixonei, envolvi e prendi.Isto sou eu, a obra que um dia existiu em mim e tudo que as pessoas precisam de saber sobre quem sou, se faltar alguma coisa a vida completa, ouvi dizer que ela completa sempre.
Catarina Seabra Lopes
Na minha caixa de correio
O Barão foi emprestado pelo Segredo dos Livros e Mães e Filhas foi uma gentileza da Esfera dos Livros. Já li um ou dois da Sveva mas sinceramente não me atraíram por aí além... Vou tirar a prova com este livro. Do livro da Fátima li a sinopse e o tema interessou-me. Gosto de histórias da História, espero gostar deste livro também.
sábado, 12 de outubro de 2013
Um livro numa frase
"Aquilo que dás Momo, será teu para sempre; o que tu guardas perder-se-á para sempre"
In "O Senhor Ibrahim e as Flores do Alcorão", Eric-Emmanuel Schmitt, pág. 40
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Novidade Porto Editora
Encantamentos de Kathryn Harrison
No primeiro dia de 1917, ano de todas as mudanças na Rússia, o corpo de Rasputine é resgatado das águas geladas do Neva, em São Petersburgo. Horas mais tarde, as duas filhas do Monge Louco são levadas para o palácio e acolhidas pela família imperial, pois a czarina espera que Masha, a mais velha, consiga salvar o filho Alyosha, o enfermiço herdeiro do trono. Masha não tem o misticismo magnético do pai, mas descobre o dom encantatório das suas histórias. E é com elas que, sempre entre a vida e a morte, os dois adolescentes conhecerão o amor e um país imenso, a Rússia, que Alyosha nunca chegará a governar.
Inspirando-se na vida aventureira da filha de Rasputine, Xerazade russa que viria a ser domadora de leões na América, Kathryn Harrison retrata uma era em que a História se impacienta e o mundo mudaria, com a Revolução Bolchevique e o fim da lendária dinastia dos Romanov.
Novidade Esfera dos Livros
Os Portugueses descobriram a Austrália?
de Paulo Jorge de Sousa Pinto
Felizmente, tem havido também historiadores, académicos e sábios que vão pondo a História nos eixos. Porém, um lado da guarda desse passado tem sido descurado: a divulgação. O simples facto de sermos um país onde não há uma caravela, para lá entrar, ver e tocar (…), diz da importância de livros como este Os Portugueses Descobriam a Austrália? - 100 Perguntas Sobre Descobrimentos Portugueses» Ferreira Fernandes, In Prefácio.
Os Descobrimentos representam a Idade de Ouro da História de Portugal, e continuam a suscitar uma especial curiosidade junto de todos os que se interessam pelo nosso passado. Uma temática recheada de mitos por desfazer e mistérios por desvendar, factos e curiosidades por rever ou redescobrir, mas também ideias-feitas, estereótipos e controvérsias que continuam a povoar o nosso imaginário. Estas 100 perguntas formam um guião de uma visita à fascinante época dos Descobrimentos que nos permite compreender melhor a forma como um povo pequeno conseguiu, entre o desejo de conhecer e a vontade de descobrir, abrir-se ao mundo, espalhar-se pelos cinco continentes e alterar, de forma irreversível, o curso da História de culturas, impérios e civilizações.
de Paulo Jorge de Sousa Pinto
Felizmente, tem havido também historiadores, académicos e sábios que vão pondo a História nos eixos. Porém, um lado da guarda desse passado tem sido descurado: a divulgação. O simples facto de sermos um país onde não há uma caravela, para lá entrar, ver e tocar (…), diz da importância de livros como este Os Portugueses Descobriam a Austrália? - 100 Perguntas Sobre Descobrimentos Portugueses» Ferreira Fernandes, In Prefácio.
Os Descobrimentos representam a Idade de Ouro da História de Portugal, e continuam a suscitar uma especial curiosidade junto de todos os que se interessam pelo nosso passado. Uma temática recheada de mitos por desfazer e mistérios por desvendar, factos e curiosidades por rever ou redescobrir, mas também ideias-feitas, estereótipos e controvérsias que continuam a povoar o nosso imaginário. Estas 100 perguntas formam um guião de uma visita à fascinante época dos Descobrimentos que nos permite compreender melhor a forma como um povo pequeno conseguiu, entre o desejo de conhecer e a vontade de descobrir, abrir-se ao mundo, espalhar-se pelos cinco continentes e alterar, de forma irreversível, o curso da História de culturas, impérios e civilizações.
Novidade Oficina do Livro
Ousar Ser
de Isabel Abecassis Empis
É o sonho que precede a realização humana e, como diz Isabel Abecassis Empis, este livro foi sonhado a partir do comentário recorrente da apresentadora Ana Rita Clara, nas entrevistas do programa «Mais Mulher», do canal Sic Mulher, na rubrica «Ousar Ser», de que era preciso muito mais tempo para desenvolver os temas abordados.
E, assim, a rubrica deu o título ao presente livro, cobrindo os seus capítulos os dezasseis temas das entrevistas, aqui apresentados de forma mais aprofundada. Ousar ser quem se é, eis o desafio proposto pela autora, que, numa linguagem directa e com um impacto raro, nos surpreende a cada página com imagens de uma tal vivacidade, até por vezes com alguns laivos de uma certa «irreverência» catalisadora, que só podem revelar capacidades nossas adormecidas.
Aceite o desafio de ler este livro transformador! É um livro que o poderá mesmo ajudar na re-abilitação das suas ferramentas interiores e pessoais para ousar ser… mais feliz!
de Isabel Abecassis Empis
É o sonho que precede a realização humana e, como diz Isabel Abecassis Empis, este livro foi sonhado a partir do comentário recorrente da apresentadora Ana Rita Clara, nas entrevistas do programa «Mais Mulher», do canal Sic Mulher, na rubrica «Ousar Ser», de que era preciso muito mais tempo para desenvolver os temas abordados.
E, assim, a rubrica deu o título ao presente livro, cobrindo os seus capítulos os dezasseis temas das entrevistas, aqui apresentados de forma mais aprofundada. Ousar ser quem se é, eis o desafio proposto pela autora, que, numa linguagem directa e com um impacto raro, nos surpreende a cada página com imagens de uma tal vivacidade, até por vezes com alguns laivos de uma certa «irreverência» catalisadora, que só podem revelar capacidades nossas adormecidas.
Aceite o desafio de ler este livro transformador! É um livro que o poderá mesmo ajudar na re-abilitação das suas ferramentas interiores e pessoais para ousar ser… mais feliz!
Novidade Esfera dos Livros
Impunidade
de Virginia Lopez
A 5 de Dezembro de 1980 o avião onde viajava Sá Carneiro, o primeiro-ministro português caiu sobre Camarate. Acidente ou atentado? O caso prescreveu há 15 anos, sem resposta.
Dos 150 doentes hemofílicos que receberam tratamento com plasma, contaminado com o vírus da SIDA, em hospitais públicos, só 30 sobreviveram. A acusação recaiu sobre a então ministra da Saúde Leonor Beleza. Houve ou não negligência? Em 2003 o Supremo Tribunal de Justiça decidiu arquivar o processo. O caso havia prescrevido, sem nunca ter ido a julgamento.
Em 2005 estalou o escândalo do Freeport que arrastou o nome de José Sócrates para a praça pública. O então primeiro-ministro nunca foi ouvido pela Justiça. Tal como nunca foi ouvido Paulo Portas no Caso Moderna, ou no Caso dos Submarinos. Sete anos mais tarde os dois únicos acusados no julgamento Freeport foram absolvidos de todas as acusações por falta de provas.
Também por falta de provas foram arquivados os três processos com que teve de lidar o presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, no âmbito da investigação Apito Dourado. Apesar da condenação a perda de mandato, Valentim Loureiro não abandonou o seu cargo de autarca de Gondomar.
de Virginia Lopez
A 5 de Dezembro de 1980 o avião onde viajava Sá Carneiro, o primeiro-ministro português caiu sobre Camarate. Acidente ou atentado? O caso prescreveu há 15 anos, sem resposta.
Dos 150 doentes hemofílicos que receberam tratamento com plasma, contaminado com o vírus da SIDA, em hospitais públicos, só 30 sobreviveram. A acusação recaiu sobre a então ministra da Saúde Leonor Beleza. Houve ou não negligência? Em 2003 o Supremo Tribunal de Justiça decidiu arquivar o processo. O caso havia prescrevido, sem nunca ter ido a julgamento.
Em 2005 estalou o escândalo do Freeport que arrastou o nome de José Sócrates para a praça pública. O então primeiro-ministro nunca foi ouvido pela Justiça. Tal como nunca foi ouvido Paulo Portas no Caso Moderna, ou no Caso dos Submarinos. Sete anos mais tarde os dois únicos acusados no julgamento Freeport foram absolvidos de todas as acusações por falta de provas.
Também por falta de provas foram arquivados os três processos com que teve de lidar o presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, no âmbito da investigação Apito Dourado. Apesar da condenação a perda de mandato, Valentim Loureiro não abandonou o seu cargo de autarca de Gondomar.
Também Fátima Felgueira, implicada
no Caso Saco Azul, foi condenada a perda de mandato, mas não foi a ordem
judicial que a levou a sair do cargo, mas sim a vontade do eleitorado.
Já Isaltino Morais só entrou na prisão em 2013, 10 anos depois do
escândalo das contas na Suíça ter estalado, e depois de incontáveis
recursos. Durante este tempo todo, continuou no cargo de presidente da
Câmara de Oeiras. E mesmo estando preso, apresentou a sua candidatura a
presidente da Assembleia Municipal.
Estes
são alguns dos 15 escândalos a que Portugal assistiu em 40 anos de
democracia. Virginia López, correspondente há dez anos do jornal El
Mundo e da Radio Cadena Ser, olha para estes casos com um olhar objetivo
e distante, traçando a sua história e a forma como a justiça atuou. Uns
por prescrição, outros por falta de provas, outros porque os recursos
sucessivos para instâncias superiores e outras ferramentas disponíveis
dos advogados talentosos e dos clientes com dinheiro, atrasaram uma
decisão da justiça. Em qualquer um dos casos há uma sensação de
impunidade na sociedade portuguesa.
Atualmente os portugueses aguardam a resolução na justiça do caso do
BPN. Um escândalo que tem como ingredientes palavras conhecidas de
todos: fraude fiscal, burla, abuso de confiança e branqueamento de
capitais. No início do julgamento em 2010, o juiz alertou para o que
iria ser um litígio longo e demorado, dada a complexidade do processo.
Até dezembro de 2012, tinham prestado declarações apenas 12 das mais de
300 testemunhas. Os portugueses aguardam uma decisão. Quem ganhará a
batalha que se quer cega e justa? A justiça ou a impunidade?
Novidade Objectiva
Miopia e Astigmatismode Nuno Markl
O meu nome é Nuno Markl. Aqui dentro falo de bifes, lagostas, leitões, circos, touradas, a minha barriga de camionista, as minhas pernas de Popeye, os meus pulsos de bailarina, cães, gatos, filmes para adultos, acordo ortográfico, Scrabble, dinheiro, empresas, cronistas cor-de-rosa, censos, lojas chinesas, música pop, televisão, assaltos, os 40 anos, saladas, telemóveis, praia, almoços de trabalho, filmes, séries, patuscadas, beijos, vandalismo, Espanha, TV Shop, spam, futebol, feiras medievais, sinais, e há-de haver mais qualquer coisa que agora me escapa. É questão de ler. Mas em casa. Não é aqui na loja sem pagar. Pronto.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
"O Armazém e Outras Estórias" de Patricia Madeira
Confesso que normalmente não leio contos. Vá-se lá saber porquê! Talvez goste de histórias mais extensas, com uma maior continuidade para que possa ficar entretida mais tempo... ou talvez porque não esteja simplesmente habituada.
Quando convidei a Patricia para participar na rubrica "Ao Domingo com...", que podem ver AQUI, ela teve a amabilidade de me oferecer alguns contos que fazem parte do Ebook "O Armazém e Outras Histórias". No sábado passado, pela manhã (sim, acordo muito cedo!), peguei neles, embora com algum receio. Não gosto de perder tempo porque a pilha de livros aumenta, exponencialmente, de semana para semana!
Dou a minha mão à palmatória! Gostei, gostei muito! A escrita de Patrícia, escorreita e límpida, capta a nossa atenção e ficamos, automaticamente, com os olhos e os sentidos presos nos contos! Os dois que li falam-nos do corre-corre da cidade, dos transportes, de como passamos indiferentes às vidas e pessoas que se cruzam connosco; e também da morte, da velhice, do passar do tempo, das rugas que a vida nos trás... com um final que surpreende, de impacto forte!
Gostei sinceramente de ler estes contos. Não acredito que deva ser tarefa fácil condensar nalgumas linhas uma história, ideias que tenham princípio, meio e fim. Fiquei curiosa com o ebook...
Podem ler uma história da Patrícia aqui (o conto "Roy Blue está na cidade") e ver/ler com os vossos olhos do que refiro quando digo que gostei na escrita desta autora!
Quando convidei a Patricia para participar na rubrica "Ao Domingo com...", que podem ver AQUI, ela teve a amabilidade de me oferecer alguns contos que fazem parte do Ebook "O Armazém e Outras Histórias". No sábado passado, pela manhã (sim, acordo muito cedo!), peguei neles, embora com algum receio. Não gosto de perder tempo porque a pilha de livros aumenta, exponencialmente, de semana para semana!
Dou a minha mão à palmatória! Gostei, gostei muito! A escrita de Patrícia, escorreita e límpida, capta a nossa atenção e ficamos, automaticamente, com os olhos e os sentidos presos nos contos! Os dois que li falam-nos do corre-corre da cidade, dos transportes, de como passamos indiferentes às vidas e pessoas que se cruzam connosco; e também da morte, da velhice, do passar do tempo, das rugas que a vida nos trás... com um final que surpreende, de impacto forte!
Gostei sinceramente de ler estes contos. Não acredito que deva ser tarefa fácil condensar nalgumas linhas uma história, ideias que tenham princípio, meio e fim. Fiquei curiosa com o ebook...
Podem ler uma história da Patrícia aqui (o conto "Roy Blue está na cidade") e ver/ler com os vossos olhos do que refiro quando digo que gostei na escrita desta autora!
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Escritores na Cozinha com... Luís Ferreira
Pimentos Padrón
Confecção: Cerca de 5 minutos
Dificuldade: Fácil
Ingredientes:
1 saco/embalagem de pimentos Padrón (de preferência originais pois são os melhores),
Azeite
Sal qb
Preparação:
Numa frigideira, cobrir o fundo com azeite, atenção que basta só cobrir, colocar ao lume de forma, a que aqueça até o azeite ficar quente.
Quando estiver bem quente, mas sem ferver, colocar os pimentos inteiros e com o pé até cobrir a totalidade do fundo da frigideira e começar a pressionar os pimentos com uma espátula (é preciso ter cuidado pois muitas vezes o azeite salta, portanto aconselho a utilizar uma tampa para se proteger, e diminuir o lume).
Ir virando os pimentos ligeiramente quando estes começam a ter bolhas na pele, repetir a operação de os pressionar com uma espátula.
Alerto que se querem cozinhados, mas não queimados, por isso é necessário prestar atenção a este processo. Por norma passados 5-6 minutos estão prontos.
Retirar os pimentos para um prato, polvilhar com sal grosso qb e servir ainda quentes.
Acompanhar de preferência com vinho, serve de petisco ou de entrada para uma refeição.

PS: Uma nota final, não tirar os pés aos pimentos pois dão jeito para se poder comer à mão.
Entre o silêncio das pedras
Confecção: Cerca de 5 minutos
Dificuldade: Fácil
Ingredientes:
1 saco/embalagem de pimentos Padrón (de preferência originais pois são os melhores),
Azeite
Sal qb
Preparação:
Numa frigideira, cobrir o fundo com azeite, atenção que basta só cobrir, colocar ao lume de forma, a que aqueça até o azeite ficar quente.
Quando estiver bem quente, mas sem ferver, colocar os pimentos inteiros e com o pé até cobrir a totalidade do fundo da frigideira e começar a pressionar os pimentos com uma espátula (é preciso ter cuidado pois muitas vezes o azeite salta, portanto aconselho a utilizar uma tampa para se proteger, e diminuir o lume).
Ir virando os pimentos ligeiramente quando estes começam a ter bolhas na pele, repetir a operação de os pressionar com uma espátula.
Alerto que se querem cozinhados, mas não queimados, por isso é necessário prestar atenção a este processo. Por norma passados 5-6 minutos estão prontos.
Retirar os pimentos para um prato, polvilhar com sal grosso qb e servir ainda quentes.
Acompanhar de preferência com vinho, serve de petisco ou de entrada para uma refeição.

PS: Uma nota final, não tirar os pés aos pimentos pois dão jeito para se poder comer à mão.
Entre o silêncio das pedras
Quando Pedro Marques, um brilhante escritor, perde o amor da sua vida num trágico acidente de viação utiliza a bebida como companhia e afasta-se de tudo e de todos, afundando-se por completo num mundo de trevas e tornando os seus dias sombrios. Entretanto, um velho livro chega-lhe às mãos e com ele decide iniciar o caminho de Santiago, uma viagem que irá mudar completamente a sua vida e que o levará à descoberta da sua própria natureza.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
"O Sr. Ibrahim e as Flores do Alcorão" de Eric Schmitt
Isso faz-nos pensar nas pessoas que se cruzam connosco, tornando-se parte das nossas vidas e o quão premente é transmitir-lhes o que sentimos por elas. Quantas vezes partem sem lhes termos dito as vezes suficientes que são importantes para nós? São pessoas que determinam e determinaram o que somos hoje e que devem saber disso.
Com alguma ironia, que nos faz sorrir (e pensar!), este livro pequeno lê-se num instante mas perdura em nós pela beleza que encerra. Já tinha concluído esta leitura há algum tempo mas o comentário ficou em stand by. Torna-se difícil exprimir tanto em tão pouco. Quem o conseguiu foi mesmo o autor: em poucas páginas está lá TUDO!
Terminado em Setembro de 2013
Estrelas: 5*
Sinopse
Com uma escrita simples, emocionante e cheia de humor, Eric-Emmanuel Schmitt narra a história de um menino judeu e de um velho merceeiro árabe. Momo, o menino judeu, vive sozinho com um pai frio e distante. O senhor Ibrahim, o velho merceeiro árabe, é acolhedor, simpático e disponível. Juntos, vivem uma série de aventuras e constroem uma amizade que ultrapassa todas as fronteiras.
O Senhor Ibrahim e as flores do Alcorão é um livro para ler e reler, uma lição de sabedoria, de tolerância, de fatalismo e de bondade.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
"Se Pudesse Voltar Atrás" de Marc Levy
Adoro quando um autor tem o poder de me surpreender! Marc Levy fê-lo e fiquei verdadeiramente aborrecida quando o livro terminou...
A capa e sobretudo o título levam-nos a imaginar um livro muito romanceado, cheio de momentos de arrependimento, do género "Ah e tal, se pudesse fazia tudo de forma diferente...". Nada de mais errado!
É bem verdade que parece ser concedida uma segunda oportunidade a um homem, jornalista de profissão, e que ele se sente renascer depois de ter sido subitamente assassinado no meio da rua, mas nem tenho palavras para vos fazer sentir o quando este livro nos leva para caminhos tão diferentes.
Misturando ficção com aspectos históricos arrepiantes (todos os actos praticados numa Argentina sujeita à ditadura e às suas formas de repressão e tortura), este livro consegue de uma forma extremamente simples e nada rebuscada, mas, todavia, cheia de imaginação, envolver-nos numa trama de aventura e mistério, um misto de policial e romance histórico.
Nota máxima pela imaginação surpreendente, pelos relatos dramáticos que "visualizamos" na perfeição e que poderiam ter sido reais, pela reviravolta final que nos apanha de surpresa, por alguns momentos duma ironia subtil que nos fazem sorrir. Um autor a reter e a... ler!
Terminado em 28 de Setembro de 2013
Estrelas: 6*
Sinopse
Andrew Stilman, jornalista do New York Times, acaba de se casar. Na manhã de 9 de julho de 2012, bem cedo, está a fazer jogging na margem do Hudson quando, de súbito, é violentamente agredido. Uma dor fulgurante atravessa-lhe o corpo e ele sente-se submergir num rio de sangue. Andrew perde os sentidos… e, ao recuperar a consciência, está a 9 de maio de 2012.
Dois meses mais cedo, dois meses antes do seu casamento.
A partir desse momento, Andrew tem 60 dias para descobrir o seu assassino, 60 dias para mudar o curso do seu destino. E, a partir de então, cada minuto conta…
A sua investigação leva-o numa viagem vertiginosa, de Nova Iorque a Buenos Aires, e até aos meandros dos momentos mais obscuros da ditadura argentina. Uma corrida contra o tempo, entre o suspense e a paixão.
A capa e sobretudo o título levam-nos a imaginar um livro muito romanceado, cheio de momentos de arrependimento, do género "Ah e tal, se pudesse fazia tudo de forma diferente...". Nada de mais errado!
É bem verdade que parece ser concedida uma segunda oportunidade a um homem, jornalista de profissão, e que ele se sente renascer depois de ter sido subitamente assassinado no meio da rua, mas nem tenho palavras para vos fazer sentir o quando este livro nos leva para caminhos tão diferentes.
Misturando ficção com aspectos históricos arrepiantes (todos os actos praticados numa Argentina sujeita à ditadura e às suas formas de repressão e tortura), este livro consegue de uma forma extremamente simples e nada rebuscada, mas, todavia, cheia de imaginação, envolver-nos numa trama de aventura e mistério, um misto de policial e romance histórico.
Nota máxima pela imaginação surpreendente, pelos relatos dramáticos que "visualizamos" na perfeição e que poderiam ter sido reais, pela reviravolta final que nos apanha de surpresa, por alguns momentos duma ironia subtil que nos fazem sorrir. Um autor a reter e a... ler!
Terminado em 28 de Setembro de 2013
Estrelas: 6*
Sinopse
Andrew Stilman, jornalista do New York Times, acaba de se casar. Na manhã de 9 de julho de 2012, bem cedo, está a fazer jogging na margem do Hudson quando, de súbito, é violentamente agredido. Uma dor fulgurante atravessa-lhe o corpo e ele sente-se submergir num rio de sangue. Andrew perde os sentidos… e, ao recuperar a consciência, está a 9 de maio de 2012.
Dois meses mais cedo, dois meses antes do seu casamento.
A partir desse momento, Andrew tem 60 dias para descobrir o seu assassino, 60 dias para mudar o curso do seu destino. E, a partir de então, cada minuto conta…
A sua investigação leva-o numa viagem vertiginosa, de Nova Iorque a Buenos Aires, e até aos meandros dos momentos mais obscuros da ditadura argentina. Uma corrida contra o tempo, entre o suspense e a paixão.
domingo, 6 de outubro de 2013
Ao Domingo com... Mónica Gonçalves
Escrevo desde que aprendi a escrever e leio desde então, evoluindo intensivamente na escrita com vários cursos específicos na área, e com a experiência que fui adquirindo ao longo dos anos intensos de criação.
Desde a infância, em vez de brinquedos pedia livros, passando horas incontáveis entre leituras e escritos, e assim fui construindo uma vasta colecção ao longo de tantos anos.
História e fantasia como gosto pessoal, transporto nas minhas obras o cheiro de outras épocas detalhadamente pesquisadas, permitindo ao leitor embrenhar-se nos pormenores verídicos desconhecidos da realidade de outrora, misturando a infinda imaginação.
“A Linha Ténue do Passado” não foge ao traço de uma vida, é um romance histórico, detendo uma parte veraz e uma outra de pura imaginação. O meu objectivo nesta obra foi desvendar um ponto da história da Segunda Guerra Mundial que não é frequentemente falado; o sofrimento dos habitantes dos países invadidos pelos nazis durante a invasão alemã, como, no caso, o Luxemburgo. Também os habitantes dos países totalmente dominados e sem poder de resistência ou qualquer apoio externo, foram alvo de atrocidades de que descrevo com base verídica da minha investigação, grande parte proporcionada gentilmente pelo embaixador do Luxemburgo Paul Schmit.Maria, a protagonista desta história, tem uma vida paralela enquanto dorme, através de visões de um passado doloroso, desenterra a história da família e o seu sofrimento durante a invasão alemã da 2.ª Grande Guerra, num país que, até então, não sabia ter agonizado tanto; descobrindo a verdadeira razão da fuga da sua avó para Portugal.
Demorei cerca de 4 anos a escrever este livro complexo nos tempos livres enquanto trabalhava como contabilista. Hoje dedico-me apenas à escrita, prometendo continuar o meu percurso literário dominado pela vertente da história mundial, embora não excluindo futuramente outros estilos literários.
Espero que “A Linha Ténue do Passado” vos traga tanto entusiasmo a ler, como a mim deu a escrever. Anseio opiniões…
Boas leituras!
Mónica Cortesão Gonçalves
http://facebook.com/monica.cortesao.goncalves
sábado, 5 de outubro de 2013
Na minha caixa de correio
Da viagem à Feira da Ladra, com o grupo da Roda dos Livros, hoje, resultou: Um Amor Perdido, Índice Médio de Felicidade, Em Parte Incerta, A Boneca de Kokoschka. A preços óptimos!
Um obrigada à Porto Editora pelo livro de um autor que adoro, o Zimler, e, de igual modo, â Topseller, pelo livro da Karen, que gostaria de ler em breve.
Novidade Clube do Autor
Os livros do final da tua vidade Will Schwalbe
Forçados por uma trágica circunstância, Will Schwalbe e a mãe ficam longas horas em salas de espera de hospitais. Para passar o tempo, decidem falar dos livros que estão a ler e por seu intermédio, enquanto partilham esperanças e preocupações, redescobrem as suas vidas.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Novidades Planeta
Eu estou sempre cáde Maria de Lurdes Candeias
A adolescência, é sabido, é um território difícil e feito de desencontros entre pais e filhos, entre crianças que estão apenas a deixar de o ser e adultos que muitas vezes não sabem como comunicar com aqueles seres em transição, ora mergulhados em tristezas aflitivas, ora agressivos, ora enfadados para além de todos os esforços familiares em contrário...
A vida não dá tréguas, testando a resistência, a paciência e o cansaço cada vez maior dos pais para a sobrevivência básica e quotidiana. E resta esse território de sombra e, por vezes, de grande sofrimento...
Neste livro, a pedopsiquiatra e terapeuta familiar, faz um forte apelo à atenção, nem sempre fácil, de quem quer – e deve – ajudar a crescer estas (ainda) crianças.
É preciso dar-lhes a segurança da frase com que esta médica, confidente, amiga, se despede dos seus jovens pacientes quando lhes dá alta.
A segurança de uma disponibilidade sem prazo de garantia: «Eu estou sempre cá.»
Memórias de um Amigo Imaginário
de Mathew Dicks
Matthew Dicks inspirou-se no imaginário de uma criança autista que conheceu e criou uma calorosa história de amor e lealdade, narrada por uma personagem improvável: Budo, o amigo imaginário de Max, o menino autista.
Budo é uma voz original e inesquecível, pois é capaz de falar sobre a vida, o amor, a amizade, a infância, a morte, e a paternidade, como uma personagem poderosa e inteligente dentro da cabeça de uma criança autista.
Mas os amigos imaginários só podem existir desde que os seus amigos reais continuem a acreditar neles. Mas um dia Max deixa de acreditar!
E quando Max fica em perigo, mesmo tendo a criança deixado de acreditar nele, Budo arrisca tudo, incluindo a sua existência, para salvá-lo, ou melhor resgatá-lo do que todos à sua volta querem que Max seja e que nunca poderá ser.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Escritores na Cozinha com... Sónia Cravo
Galo assado no forno
Ingredientes:
Preparação:
Colocar o galo na assadeira, cortado em pedaços de tamanho médio, e temperar com sal, azeite, louro, alho, cebola, salsa, um pimento e cerveja. Deixar a marinar para o dia seguinte. Antes de levar ao forno, acrescentar as batatas e tapar a assadeira com papel de alumínio. Ao fim de 2 horas, retirar a prata e deixar alourar durante cerca de 20 minutos. Vai à mesa aos domingos, sempre na companhia de um bom vinho.
As coisas são há um ror de tempo, perfeitas e imperfeitas, boas e más, são antes e depois, presentes futuros há um ror de tempo. Eu sou o presente que existe em mim, por detrás dos outros, da chuva fria e da chuva quente, da macieira, do silêncio, das leis, das coisas que são vida e que são mortas, da pontinha de beleza do céu que há em mim, das pedras, dos engates, dos amores inteiros, dos sonhos, da boca à espera de pão, da louça lavada e da louça por lavar. Sou lá fora e sou aqui, por detrás da porta fechada com três voltas de chave. E depois penso, mas não como pensava antes, já não há fel nem
vinagre nestes pensamentos, apenas essa consciência louca de que o tempo das interrogações é um tempo sem candura. Aqui, paredes meias com vizinhos, impõem-se-me a noite, mas tudo guincha, guincha e dissolve-se. Eu fecho as pálpebras. Abre-te, Sésamo! É mais um pouco daquilo que chega para de assombro despertar. Agora a minha cabeça fica maior e, nesses instantes, odeio o mundo todo, menos os meus. Mas se me vem à memória uma criança mal alimentada, choro. E volto a odiar o mundo todo, menos os meus e aquela criança. E se penso na vizinha doente, curvada nas escadas, o olhar trágico do marido, a dor deles vem deitar-se ao meu lado, e volto a odiar o mundo todo, menos os meus, a criança, a minha vizinha e o marido da minha vizinha. E é então que a minha cabeça volta a ficar pequena, como se todas as questões do mundo fossem uma espécie de penitência absurda que não me deixa ser para além deste pardieiro. Às vezes, é certo, vem à tona um tempo plano, líquido como a alma que não se vê, e aí sou capaz de me achar longe do mundo. E aí, à falta do mundo, escrevo. Escrevo por tudo isto e por outras razões que não consigo explicar, neste pequeno canto da cozinha onde encaixei uma mesa. A janela sempre fechada.
Sónia Cravo
Ingredientes:
- Galo caseiro
- Batatas pequenas
- Azeite
- Salsa
- Folhas de louro – 2
- Dentes de alho – 4
- Cebola grande – 1
- Pimento – 1
- Cerveja pequena – 1
Preparação:
Colocar o galo na assadeira, cortado em pedaços de tamanho médio, e temperar com sal, azeite, louro, alho, cebola, salsa, um pimento e cerveja. Deixar a marinar para o dia seguinte. Antes de levar ao forno, acrescentar as batatas e tapar a assadeira com papel de alumínio. Ao fim de 2 horas, retirar a prata e deixar alourar durante cerca de 20 minutos. Vai à mesa aos domingos, sempre na companhia de um bom vinho.
As coisas são há um ror de tempo, perfeitas e imperfeitas, boas e más, são antes e depois, presentes futuros há um ror de tempo. Eu sou o presente que existe em mim, por detrás dos outros, da chuva fria e da chuva quente, da macieira, do silêncio, das leis, das coisas que são vida e que são mortas, da pontinha de beleza do céu que há em mim, das pedras, dos engates, dos amores inteiros, dos sonhos, da boca à espera de pão, da louça lavada e da louça por lavar. Sou lá fora e sou aqui, por detrás da porta fechada com três voltas de chave. E depois penso, mas não como pensava antes, já não há fel nem
vinagre nestes pensamentos, apenas essa consciência louca de que o tempo das interrogações é um tempo sem candura. Aqui, paredes meias com vizinhos, impõem-se-me a noite, mas tudo guincha, guincha e dissolve-se. Eu fecho as pálpebras. Abre-te, Sésamo! É mais um pouco daquilo que chega para de assombro despertar. Agora a minha cabeça fica maior e, nesses instantes, odeio o mundo todo, menos os meus. Mas se me vem à memória uma criança mal alimentada, choro. E volto a odiar o mundo todo, menos os meus e aquela criança. E se penso na vizinha doente, curvada nas escadas, o olhar trágico do marido, a dor deles vem deitar-se ao meu lado, e volto a odiar o mundo todo, menos os meus, a criança, a minha vizinha e o marido da minha vizinha. E é então que a minha cabeça volta a ficar pequena, como se todas as questões do mundo fossem uma espécie de penitência absurda que não me deixa ser para além deste pardieiro. Às vezes, é certo, vem à tona um tempo plano, líquido como a alma que não se vê, e aí sou capaz de me achar longe do mundo. E aí, à falta do mundo, escrevo. Escrevo por tudo isto e por outras razões que não consigo explicar, neste pequeno canto da cozinha onde encaixei uma mesa. A janela sempre fechada.
Sónia Cravo
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Experiências na Cozinha: "Comeres de África"
Há tantas receitas neste livro que quero fazer! Sei bem que as minhas raízes estão em Africa e alguns pratos fazem renascer em mim memórias de uma infância muito feliz. Talvez por isso, quando folheio as páginas desta obra, há sempre mais uma marca que coloco para, mais tarde, fazer a receita.
Para ser perfeito faltam mais fotos no livro, porque primeiro comem os olhos, depois a boca...
Deixo-vos com um cheirinho de um prato Moçambicano, fácil de fazer e muito gostoso: o Frango Apimentado!
E aqui vai a receita que alterei um pouco para a Bimby. Mas pode ser feita sem ela. Basta ter uma varinha mágica ou outro qualquer electrodoméstico para moer muito bem...
Bati na Bimby 10 dentes de alho, 3 pimentos-malagueta (coloquei 1 pimento vermelho), sumo de 3 limões, azeite a gosto, pimenta e sal q.b.
Deita-se este molho sobre uma embalagem de peitos de frango e vai ao forno! Acompanhei com arroz branco.
Querem mais fácil que isto? Para sobremesa fiz batata doce assada (receita Angolana) que postarei mais tarde.
Para ser perfeito faltam mais fotos no livro, porque primeiro comem os olhos, depois a boca...
Deixo-vos com um cheirinho de um prato Moçambicano, fácil de fazer e muito gostoso: o Frango Apimentado!
E aqui vai a receita que alterei um pouco para a Bimby. Mas pode ser feita sem ela. Basta ter uma varinha mágica ou outro qualquer electrodoméstico para moer muito bem...
Bati na Bimby 10 dentes de alho, 3 pimentos-malagueta (coloquei 1 pimento vermelho), sumo de 3 limões, azeite a gosto, pimenta e sal q.b.
Deita-se este molho sobre uma embalagem de peitos de frango e vai ao forno! Acompanhei com arroz branco.
Querem mais fácil que isto? Para sobremesa fiz batata doce assada (receita Angolana) que postarei mais tarde.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
A Convidada escolhe... "Os Guerreiros do Arco-Iris "
Este livro é uma homenagem do autor aos seus primeiros professores, uma merecida homenagem na minha opinião!
Em Belitong, Indonésia onde ir à escola era considerado desperdiçar tempo que deveria ser empregue pelas crianças a trabalhar para ajudar as suas famílias na luta diária para enfrentar a pobreza extrema, (onde a opinião corrente era de que de nada servia andar na escola se o destino já estava traçado para aqueles meninos, todos teriam que trabalhar como empregados da maior empresa de extracção de metais do estado, ou fazer todos os outros trabalhos pesados disponíveis na sua terra), um professor e uma professora enfrentam todos os preconceitos e dificuldades para poderem dar instrução a dez crianças.
A falta de condições para ensinar não impediu os professores de tudo fazer pela educação desse pequeno grupo de crianças aquelas que com a ajuda dos pais conseguiram permanecer na escola, vencendo obstáculos, distâncias enormes e vários e perigos para chegar todos os dias às aulas.
Através de uma narrativa envolvente somos levados a viver as aventuras, sonhos e desejos do autor e dos seus companheiros. Alguns viriam a revelar mentes brilhantes…mas será que isso chegou para vencer o destino e cumprir as suas ambições?
Vivemos numa sociedade onde a educação é considerada um direito garantido e onde, por vezes as mínimas dificuldades são motivo de grandes queixas e grandes contestações. Esta história baseada em factos reais leva-nos á reflexão, “é um abanão” à nossa consciência…
Marília Gonçalves
Em Belitong, Indonésia onde ir à escola era considerado desperdiçar tempo que deveria ser empregue pelas crianças a trabalhar para ajudar as suas famílias na luta diária para enfrentar a pobreza extrema, (onde a opinião corrente era de que de nada servia andar na escola se o destino já estava traçado para aqueles meninos, todos teriam que trabalhar como empregados da maior empresa de extracção de metais do estado, ou fazer todos os outros trabalhos pesados disponíveis na sua terra), um professor e uma professora enfrentam todos os preconceitos e dificuldades para poderem dar instrução a dez crianças.
A falta de condições para ensinar não impediu os professores de tudo fazer pela educação desse pequeno grupo de crianças aquelas que com a ajuda dos pais conseguiram permanecer na escola, vencendo obstáculos, distâncias enormes e vários e perigos para chegar todos os dias às aulas.
Através de uma narrativa envolvente somos levados a viver as aventuras, sonhos e desejos do autor e dos seus companheiros. Alguns viriam a revelar mentes brilhantes…mas será que isso chegou para vencer o destino e cumprir as suas ambições?
Vivemos numa sociedade onde a educação é considerada um direito garantido e onde, por vezes as mínimas dificuldades são motivo de grandes queixas e grandes contestações. Esta história baseada em factos reais leva-nos á reflexão, “é um abanão” à nossa consciência…
Marília Gonçalves
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
"A Linha Ténue do Passado" de Mónica Cortesão Gonçalves
Foi de sorriso no rosto que a autora me cumprimentou na sua apresentação do livro na Fnac do Vasco da Gama! Cativante! Como as palavras do seu primeiro romance.
Li com gosto e muito rapidamente as quase quatrocentas páginas deste livro porque a história nos permite entrar nela e viajar. Imaginativa q.b., a autora funde passado e presente, momentos verídicos da História com fantasia, já que a personagem principal, uma jovem de nome Maria, sofre de visões quando dorme e visualiza parte do passado de seus familiares, vivido nesse horror que foi a II Grande Guerra, no Luxemburgo.
Mistérios vários que são desvendados aos poucos e que revelam uma trama bem urdida e uma narrativa viva com ritmo intenso. O conteúdo é, na sua maior parte, verosímil e até os sonhos que Maria tem do passado dos seus familiares nos parecem credíveis!
Uma escritora que deixa antever um caminho na escrita cheio de sucessos! Um primeiro livro, com algumas correções a fazer, mas cuja leitura recomendo!
Terminado em de Setembro de 2013
Estrelas: 4*+
Sinopse
No Luxemburgo, Maria descobre uma mansão que pertencera aos seus ascendentes, de onde a sua avó havia fugido anos antes devido às calamidades que os habitantes sofreram durante toda a 2.ª Guerra Mundial. Descobre uma nova identidade, o seu verdadeiro lar, num sítio desconhecido onde se sente em casa. Encontra história, amigos, inimigos, amor, erotismo, filhos, e constrói um verdadeiro lar sob a ameaça mortal de dois alemães que se querem apoderar da sua herança, alegando fazerem parte dela.
Maria tem uma vida paralela enquanto dorme, através de visões de um passado doloroso, desenterra a história da sua família e o seu sofrimento durante a invasão alemã da 2.ª Grande Guerra, num país que até então não sabia ter agonizado tanto, descobrindo a verdadeira razão da fuga da sua avó para Portugal.
A obra funde o passado com o presente e a imaginação com factos verídicos, onde todas as experiências levam Maria a descobrir o inimaginável.
Li com gosto e muito rapidamente as quase quatrocentas páginas deste livro porque a história nos permite entrar nela e viajar. Imaginativa q.b., a autora funde passado e presente, momentos verídicos da História com fantasia, já que a personagem principal, uma jovem de nome Maria, sofre de visões quando dorme e visualiza parte do passado de seus familiares, vivido nesse horror que foi a II Grande Guerra, no Luxemburgo.
Mistérios vários que são desvendados aos poucos e que revelam uma trama bem urdida e uma narrativa viva com ritmo intenso. O conteúdo é, na sua maior parte, verosímil e até os sonhos que Maria tem do passado dos seus familiares nos parecem credíveis!
Uma escritora que deixa antever um caminho na escrita cheio de sucessos! Um primeiro livro, com algumas correções a fazer, mas cuja leitura recomendo!
Terminado em de Setembro de 2013
Estrelas: 4*+
Sinopse
No Luxemburgo, Maria descobre uma mansão que pertencera aos seus ascendentes, de onde a sua avó havia fugido anos antes devido às calamidades que os habitantes sofreram durante toda a 2.ª Guerra Mundial. Descobre uma nova identidade, o seu verdadeiro lar, num sítio desconhecido onde se sente em casa. Encontra história, amigos, inimigos, amor, erotismo, filhos, e constrói um verdadeiro lar sob a ameaça mortal de dois alemães que se querem apoderar da sua herança, alegando fazerem parte dela.
Maria tem uma vida paralela enquanto dorme, através de visões de um passado doloroso, desenterra a história da sua família e o seu sofrimento durante a invasão alemã da 2.ª Grande Guerra, num país que até então não sabia ter agonizado tanto, descobrindo a verdadeira razão da fuga da sua avó para Portugal.
A obra funde o passado com o presente e a imaginação com factos verídicos, onde todas as experiências levam Maria a descobrir o inimaginável.
Resultado do Passatempo: "Ninguém me como tu"
Agradeço, uma vez mais, a gentil colaboração da Quinta Essência que ofereceu um exemplar deste livro para sortear pelos seguidores do blogue.
Dos 236 participantes foi escolhido pelo Sr Random.Org o n* 158 que correspondeu uma vencedora de Lisboa:
- Vera Vieira
Muitos parabéns!
Vou enviar pessoalmente o livro que se encontra cá em casa à espera de um dono que o trate bem!
Dos 236 participantes foi escolhido pelo Sr Random.Org o n* 158 que correspondeu uma vencedora de Lisboa:
- Vera Vieira
Muitos parabéns!
Vou enviar pessoalmente o livro que se encontra cá em casa à espera de um dono que o trate bem!
domingo, 29 de setembro de 2013
Ao Domingo com... Diana Carvalho
Sempre gostei de escrever... Quando era criança, escrevia muito em diários, contava tudo e
chegava a inventar umas histórias do tipo "Era uma vez", quando não tinha nada de especial para contar... Na escola, escrevia poesia romântica e peças de teatro para a maioria dos trabalho de grupo...
Esta aventura de escrever um livro, começou por ser uma brincadeira quando eu estava no final da minha gravidez... a pessoa em questão disse-me que ia escrever um livro e desafiou-me a fazer o mesmo "porque eu tinha jeito"... com jeito ou sem ele, eu acabei mesmo por terminar o meu...
Sou uma romântica, sempre gostei imenso de ler especialmente romances. A minha autora predilecta é Sveva Casati Modignani e ela foi sem dúvida uma grande inspiração!
Esta minha pequena obra traz emoção, algum drama e muito amor. Trata da vida e força de uma mulher e daqueles que lhe são mais próximos. É uma história pequena e que não se refere a ninguém em especial, mas que poderia muito bem, retratar de alguma forma, as vidas e emoções de muitas pessoas, de muitas mulheres.
Espero que os leitores apreciem tanto a sua leitura como eu apreciei a sua escrita. Levou-me a pesquisar locais que nunca visitei, sítios com que já sonhei... pesquisei a sua história, a sua arquitectura e a sua língua.. acho que esse foi dos parâmetros mais interessantes sobre escrever esta obra (e qualquer outra).
Estou actualmente a escrever outras duas obras, uma certamente será um romance, a outra, gostaria de me afastar um pouco desse género.
Entretanto, espero que leiam e que gostem de "Memórias de Chocolate", e que esta, vos consiga aquecer o coração e deixar com "água na boca".
Diana Carvalho
chegava a inventar umas histórias do tipo "Era uma vez", quando não tinha nada de especial para contar... Na escola, escrevia poesia romântica e peças de teatro para a maioria dos trabalho de grupo...
Esta aventura de escrever um livro, começou por ser uma brincadeira quando eu estava no final da minha gravidez... a pessoa em questão disse-me que ia escrever um livro e desafiou-me a fazer o mesmo "porque eu tinha jeito"... com jeito ou sem ele, eu acabei mesmo por terminar o meu...
Sou uma romântica, sempre gostei imenso de ler especialmente romances. A minha autora predilecta é Sveva Casati Modignani e ela foi sem dúvida uma grande inspiração!
Esta minha pequena obra traz emoção, algum drama e muito amor. Trata da vida e força de uma mulher e daqueles que lhe são mais próximos. É uma história pequena e que não se refere a ninguém em especial, mas que poderia muito bem, retratar de alguma forma, as vidas e emoções de muitas pessoas, de muitas mulheres.
Espero que os leitores apreciem tanto a sua leitura como eu apreciei a sua escrita. Levou-me a pesquisar locais que nunca visitei, sítios com que já sonhei... pesquisei a sua história, a sua arquitectura e a sua língua.. acho que esse foi dos parâmetros mais interessantes sobre escrever esta obra (e qualquer outra).Estou actualmente a escrever outras duas obras, uma certamente será um romance, a outra, gostaria de me afastar um pouco desse género.
Entretanto, espero que leiam e que gostem de "Memórias de Chocolate", e que esta, vos consiga aquecer o coração e deixar com "água na boca".
Diana Carvalho
sábado, 28 de setembro de 2013
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