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quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Experiências na Cozinha: "Cozinha Vegetariana à Portuguesa"


Já aqui dissemos, a Palmira e eu, que somos fãs da Gabriela, mais propriamente dos seus livros. Essencialmente porque as receitas são simples e fáceis de fazer.

Desta vez experimentámos um doce: a Boleima de Maçã.  Não é muito doce e é feito com pouco açúcar. De qualquer forma podem tentar fazer com açúcar de coco ou até com xarope de tâmaras que, a nosso ver, seria ainda mais saudável. Acreditamos que o resultado seria o mesmo. Mas quisemos desta feita fazer tal qual a receita...

O resultado foi, mais uma vez, fantástico. A casa ficou com um cheirinho muito bom e provámos o resultado com gosto e deliciadas! Ora vejam:







Palmira e Cris

terça-feira, 12 de novembro de 2019

"Diga Não ao Plástico" de Harriet Dyer

101 ideias simples. O título e o subtítulo dizem (quase) tudo sobre este livro. São muitas ideias para quem quer arranjar uma nova casa para morar: um planeta que não se sinta comprometido com as escolhas erradas que fazemos.

Fala-nos sobre o plástico, onde se esconde sem que demos por isso. E são tantos objetos que o contêm de uma forma dissimulada. Mas é preciso começar por qualquer lado e aqui bem avisam o leitor para começar por um item de cada vez para que a mudança não seja brusca e que ela se mantenha.

Achei quer alguns tópicos poderiam estar mais desenvolvidos mas, à parte isso, li com muito prazer e assinalando no próprio livro os aspectos que achei interessantes. Eu já comecei, e tu?

Sinopse
O plástico está a causar danos irreversíveis no ambiente. Chegou o momento de passarmos à ação.

Diga não ao plástico demonstra que reduzir o uso de plástico no dia a dia não implica uma alteração radical do nosso estilo de vida. Pequenos gestos podem fazer toda a diferença.

Aqui vai encontrar 101 ideias simples para diminuir drasticamente o consumo de plástico: alternativas sem custos adicionais, produtos disponíveis em todas as lojas e soluções que pode criar pessoalmente em casa.

Dê um primeiro passo, o planeta agradece.

Cris

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

"Só o Tempo Dirá" de Jeffrey Archer

Sentir as páginas de um livro voarem literalmente nas nossas mãos é uma sensação maravilhosa que faz-me atribuir seis estrelas a esta leitura. E está tudo dito!

A escrita simples, despretensiosa mas apaixonante de Jeffrey Archer é o que torna rica esta narrativa. É de uma enorme mestria a forma como o autor pega nos mesmos acontecimentos e os reproduz segundo a opinião dos vários personagens, acrescentando, aqui e ali, alguns factos diferentes vividos por cada um e dando, assim, ao leitor um conhecimento total da realidade que supera em muito o que cada um deles sabe.

São muitas as personagens mas em tempo algum o leitor as confunde. Estão perfeitamente caracterizadas e bem definidas. Os acontecimentos históricos estão lá como pano de fundo desta trama tão bem delineada mas não possuem uma importância primordial. Servem apenas para o autor poder contar a história que pretende: aqui o importante é a saga familiar.

Saga familiar essa que prende-se essencialmente com Harry Clifton, inglês de origem pobre, nascido por volta de 1920 e com quem ele se vai cruzar no futuro. Bolseiro aplicado, com uma mãe que tudo faz para poder garantir-lhe uma educação universitária, Harry vai cruzar-se com a família Barrington e os destinos das duas famílias vão interlaçar-se para sempre.

Este livro tem tudo para agradar e prender o leitor. Nada mais é preciso. Recomendo vivamente, quando pegarem nele para ler, que tenham à mão o volume seguinte! E são sete, senhores, são sete!

Terminado em 29 de Outubro de 2019

Estrelas: 6*

Sinopse
Primeiro volume da série épica que narra a vida de Harry Clifton desde os anos 20. Harry nunca conheceu o pai, que morreu na guerra, e é criado pelo tio nas docas. Uma inesperada bolsa de estudo faz com que a sua vida mude radicalmente. Já adulto, descobre a verdade sobre a morte do pai, mas também surge a dúvida de quem era efetivamente o seu pai. Harry terá de escolher entre ir para Oxford ou alistar-se na marinha para lutar contra Hitler. Das docas da Inglaterra às animadas ruas de Nova Iorque dos anos 40, o início de uma saga que se estende por cem anos.

Cris

sábado, 9 de novembro de 2019

Na Minha Caixa de Correio

  

  

  

  

  

 

Comprado: O Que Sabe o Vento.
Os restantes foram oferecidos pelas editoras parceiras às quais muito agradeço.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

A Escolha do Jorge: “Na Floresta”


“Na Floresta”
Edna O’Brien 
(Cavalo de Ferro)

“O que perverterá uma criança… o que fará com que uma criança deixe de ser uma criança?” 
(p. 191)
Baseado em acontecimentos que chocaram a Irlanda nos anos 90, Edna O’Brien (n. 1930) revisita “Na Floresta” (2002) toda uma história de violência, agressão, demência e crueldade que nos leva a questionar o papel dos indivíduos como parte integrante da sociedade e que responsabilidade têm na criação de psicopatas que, sendo rejeitados, projectam a imagem de tudo quanto é mau naquilo que poderíamos indicar como ser social.
“Na Floresta” é uma narrativa que procura encontrar o ponto de clivagem entre a perda da inocência e a criação do monstro, e de que modo a família, a sociedade e a Igreja contribuem para a inclusão e exclusão de determinados elementos do tecido social, reflectindo sobre culpa e responsabilidade de toda a sociedade em todo o processo.

Considerada como uma das escritoras mais reconhecidas de língua inglesa, Edna O’Brien volta a meter o dedo na ferida naquilo que tantas vezes nos desculpamos quando nos referimos à sociedade no geral, eliminando o papel e responsabilidade dos indivíduos e também das instituições que falham nos seus objectivos e pretensões.
Conhecendo por experiência própria o que é ser ostracizada ao ponto de a venda dos seus livros ter sido proibida por não poupar a Igreja Católica e a mentalidade conservadora dos irlandeses, assim como os preconceitos e certas tradições que tornam as comunidades mais vulneráveis ao poder e à manipulação de terceiros, Edna O’Brien tece um romance baseado nos assassinatos de uma mãe de 29 anos e o seu filho de três anos e ainda um padre que foram mortos à queima-roupa por Brendan O’Donnell, em 1994, tendo sido condenado a prisão perpétua em 1996 tendo sido encontrado morto em 1997 no Central Mental Hospital, em Dublin.
Esta é a premissa do romance em que Mich O’Kane (nome substituto de Brendan O’Donnell) regressa de Inglaterra após ter cumprido uma pena de prisão. Numa pequena localidade de fortes tradições católicas, muito conservadora e onde todos se conhecem e onde todos conhecem a vida de todos em que o diz-que-diz assume uma grande preponderância no dia-a-dia, aquilo que parecia ser um boato torna-se mesmo real: Mich O’Kane regressou e o pânico instala-se.
O primeiro parágrafo do segundo capítulo remete-nos de imediato para a natureza selvagem e de certa forma errática de Mich. “O Kinderschreck. Foi o que o alemão lhe chamou quando roubou a arma. Antes disso foi Michen, nome inspirado num santo, e depois Mich, o filho dilecto da mãe, e depois Rapaz, quando esteve naquele lugar, e depois Filho, quando ajudava o padre Damien a tratar das flores e dos cálices na sacristia, e depois K, abreviatura de O’Kane, quando os seus tempos de rufia começaram.” (p. 11)
Se o comportamento instável de Mich se prevê complexo numa narrativa que ainda mal inicia, o parágrafo seguinte deixa de imediato o leitor num estado de perplexidade ficando na expectativa sobre o que se avizinha. “Fora uma criança de dez anos e onze e doze anos, e depois deixara de ser criança porque havia aprendido as coisas cruéis que lhe ensinavam nos lugares com nomes de santos.” (p. 11)
Edna O’Brien sabe exactamente quais os alvos a abater e fazendo um exercício de retrospectiva, desde “Raparigas da Província” (1960) ao mais recente “Pequenas Cadeira Vermelhas” (2015), passando por este “Na Floresta” (2002) – fazendo unicamente referência aos romances da escritora publicados em língua portuguesa -, as questões nevrálgicas perpetuam-se no tempo. A Irlanda acompanhou a modernidade, mas é lícito questionarmos como é possível um país se modernizar quando a mentalidade está ainda tão dependente dos dogmas, tradições e preconceitos da Igreja Católica.
As acusações perpetradas à Igreja Católica ao longo das últimas décadas, sobretudo no que concerne aos inúmeros casos de pedofilia que foram revelados um pouco por todo o mundo também têm eco aqui em “Na Floresta” ainda que de forma ténue, mais não seja para percebermos que aquilo em que Mich O’Kane se tornou também passou pela sua vivência num orfanato católico e naquilo que não era suposto acontecer ter acontecido.
Se por um lado Edna O’Brien não poupa críticas à Igreja Católica, é também o capítulo sobre a absolvição que juntou Mich O’Kane e o padre Christopher que surpreende e que devolve à Igreja o seu papel de integração de todos na sociedade que a qualquer momento tende a ruir e a desagregar-se. É uma passagem que nos leva a olhar para dentro e percebermos a nossa imensa culpa que tentamos limpar a todo o custo, desculpando-nos com a ideia apaziguadora de “sociedade”. É um momento, talvez o mais decisivo que nos leva a reflectir se a sociedade não é tão culpada quanto os monstros que cria e até que ponto Mich O’Kane, neste caso em concreto, é tão culpado pelos seus actos como vítima de uma sociedade que o produziu e ostracizou.
“Entendo que devo dizer-vos uma coisa – diz o padre pondo-se de pé, erguendo as mãos, impotente. – No dia em que fui ordenado padre, éramos cinco ao todo e foi-nos dito que déssemos as mãos e foi o que fizemos. Demos as mãos e em torno delas colocaram um pano branco, como uma ligadura, e foi-nos dito que o levássemos e o guardássemos e o déssemos a alguém muito especial quando julgássemos necessário… a minha mãe faleceu no Outono passado e pus-lhe esse pano nas mãos quando jazia no caixão… Se o tivesse agora pô-lo-ia nas mãos daquele rapaz, mas não o tenho, não o tenho… e estou a contar-vos isto na única linguagem que me é permitida.
(…)
Depois irrompe uma gargalhada, sonora, seguida de um latido, e todos voltam a cabeça na direcção da porta.
(…)
- Ele está a rir há dezassete minutos – diz o inspector segurando o relógio.
- Dezoito, pelas minhas contas.
- Dezoito minutos de riso animalesco.
- Bizarro.
O riso prolongou-se e havia nele um quê de terrível, um quê de fantasmagórico, como se anunciasse não ter fim e prometesse ecoar para sempre nos ouvidos deles, avisando que, mesmo depois de findar, perduraria como um espírito naqueles corredores, a praga de O’Kane.” (pp. 191-192)
Texto da autoria de Jorge Navarro

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Para os Mais Pequeninos: "O Meu Coração"


Livro com imagens cheias de beleza e doçura, este! Com um texto simples, com rima, ele fala-nos das emoções que um coraçãozinho pode sentir. Pode estar aberto para o mundo ou fechado sobre si mesmo. O importante é seres tu a decidir como o queres ter.

Escrito com uma escrita simples, as imagens enchem as páginas. Nas ilustrações as cores sóbrias - branco e preto - fazem com que  o leitor examine cuidadosamente alguns pontos onde a luz - o amarelo - sobressai.

Ficam aqui algumas fotos:

 

 



Cris

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Experiências na Cozinha: "Eu Sei Como Ser Feliz"


Neste seu outro livro Isabel Silva fala-nos um pouco de si, do seu percurso, dá-nos alguns conselhos e dicas de como evitarmos o desperdício na cozinha e fora dela, para um mundo mais sustentável. E depois, surgem as receitas! Com um teor macrobiótico, que aprecio muito.

Escolhemos um caril, Caril de Caju e Abóbora mas havia muitas mais. E qualquer dia trazemo-vos outra!

Ficou muito boa, foi aprovada por unanimidade (somos só duas mas temos em casa mais cobaias!) e ficam, então as fotos e a receita desta maravilha que nos deliciou o palato:






Palmira e Cris

terça-feira, 5 de novembro de 2019

A Convidada Escolhe: "Sangue do meu Sangue"


Sangue do meu Sangue, Michael Cunningham, 1995

A opinião de escritor admirável que tinha àcerca de Michael Cunningham quando, há já alguns anos, lera “As Horas”, foi reforçada com a leitura de “Sangue do meu Sangue”. A história começa em 1935, com Constantine, um rapaz grego que um dia partirá para os Estados Unidos para fugir da pobreza, movido pela quimera da terra das oportunidades. Aí namorará, irá casar e ter três filhos. A tensão entre o casal resulta não só das diferenças entre as culturas grega e americana, mas também das dificuldades financeiras iniciais e da forma como cada um lida com os filhos, desculpando ou não as birras, os caprichos e os sobressaltos do crescimento das crianças. A ascensão social da família, fruto do negócio de construção de casas baratas, vai acentuar a distância entre Constantine e a família, em vez de a diminuir. A inesquecível cena da fotografia de família para o cartão de Natal a enviar aos amigos não passa de uma capa que esconde a animosidade e a violência latente naquela família americana.
Com o crescer dos filhos – Susan, Billy e Zoe – cada um vai seguir o seu destino e os laços familiares vão-se tornar cada vez mais ténues e esporádicos. Casamentos, divórcios, relações fortuitas, escolher o fio da navalha, descobrir a sua identidade sexual, profunda insatisfação pessoal, o vírus da sida, o sentimento de fracasso, o viver de aparências, a fragilidade na doença, a decadência e a velhice, o reencontro e a aproximação, o amor, a solidariedade, o apaziguamento, o preconceito, a dificuldade em aceitar a diferença, a homofobia, os traumas recalcados, tudo isto vai surgindo, ao mesmo tempo em que vamos acompanhando as diversas personagens à medida que os anos passam. Até 1995 seguimos o que cada um faz, decide, sente, escolhe, sendo nesse ano que a instável “paz” e “harmonia” da família Stassos é definitivamente estilhaçada. A partir daí e até 2035, ou seja, cem anos depois da cena inicial em que o menino Constantine sonha conseguir arrancar o primeiro pimento, a primeira beringela e o primeiro tomate da sua pobre horta na Grécia natal, a narrativa correrá veloz. É o ciclo da vida e da morte. Na última cena, em 2035, Jamal quer estar sozinho quando deitar as cinzas dos pais – Will e Harry – na baía.
Admirável a forma como Michael Cunningham disseca as contradições e os sentimentos das pessoas, os seus sonhos e frustrações, as classes sociais e o estatuto que as mesmas conferem aos indivíduos, a falsidade do sonho americano, os negócios fraudulentos que geram milionários de um dia para o outro, a homossexualidade e a homofobia, a solidariedade e também as preocupações de ordem ambiental.
Sem dúvida um dos grandes livros que li este ano e que recomendo.
1 de Novembro de 2019
Almerinda Bento





segunda-feira, 4 de novembro de 2019

"A Gorda" de Isabela Figueiredo

Talvez porque tivesse achado este título um pouco redutor, este livro ficou na estante, mesmo depois de ter ouvido algumas amigas falar bem dele. Achei que não me interessaria muito ler o que depreendi desse título. Estava enganada!

Primeiro porque a escrita é simples, escorreita mas atractiva e muito fluída e bonita. Muda constantemente do presente para o passado mas fá-lo de forma surpreendentemente bem feita porque o leitor não se perde nem duvida nunca em que período temporal se encontra. 

Depois porque o livro não retrata apenas uma personagem que toda a vida se viu gorda e que não gostava de o ser, nem do que os outros pensavam dela. É sobre uma mulher corajosa mas que não se amava o suficiente, trabalhadora zelosa e profissional experiente mas algo exigente e fria nas suas amizades, possuidora de uma relação amor-ódio com os pais, pela constante procura de alguém que a amasse mais do que ela própria se amava e se aceitava. A sua vida é condicionada pelo seu aspecto e porque deixa que isso aconteça, vive-a amando e ,,odiando quem lhe está mais próximo. Cheia de dilemas e contradiçães, Maria Luísa cresce e aprende a gostar de si. 

O tom intimista usado pela personagem principal, que utiliza a primeira pessoa para contar a sua história, faz-nos confundir a vida de Maria Luísa com a vida da autora. Mas um livro é sempre uma parte de nós e reflete em muito as vivências de quem o escreve, acredito. 

Recomendo!

Terminado em 22 de Outubro de 2019

Estrelas: 5*

Sinopse
Maria Luísa, a heroína deste romance, é uma bela rapariga, inteligente, boa aluna, voluntariosa e com uma forte personalidade. Mas é gorda. E isto, esta característica física, incomoda-a de tal modo que coloca tudo o resto em causa. Na adolescência sofre, e aguenta em silêncio, as piadas e os insultos dos colegas, fica esquecida, ao lado da mais feia das suas colegas, no baile dos finalistas do colégio. Mas não desiste, não se verga, e vai em frente, gorda, à procura de uma vida que valha a pena viver.

Este é um dos melhores livros que se escreveu em Portugal nos últimos anos.

Cris

sábado, 2 de novembro de 2019

Na minha caixa de correio

  

 

  

 

Oferta das editoras parceiras:
- Conta-me o Teu Segredo, Porto Editora
- O Monstro Que Veio do Gelo, Porto Editora
- A Luz de Pequim, Porto Editora
-  Cozinha Vegetariana, Rápida e Prática, Arte Plural Ediçōes
- Sophia, a Menina do Mar, Nuvem de Letras
- Mortina e o Primo Odioso, Bertrand

Livros a 2€ num alfarrabista:
- ACidade Dos Anjos Caídos e A Companhia de Estranhos

Livros a 5€ comprados numa feira nas Caldas da Rainha:
- O Factor Humano e Sensibilidade e Bom Senso


sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Resultado do Passatempo "Toca a comentar!" - Mês de Outubro

Este é  o segundo sorteio deste passatempo em que premeio os seguidores que comentam no blogue.

Assim, através do Random.Org de todos os comentários efetuados no mês passado, foi seleccionada uma vencedora! Foi ela:

Cláudia Marisa Santos

Parabéns! Terás que comentar este post e enviar um email para cris.delgado1@gmail.com até à próxima Quarta-Feira, dia 6, com os teus dados e escolher um de entre estes dois livros:


 

Mais uma vez os nossos parabéns! Recordamos que já começou uma nova contagem desta feita para o mês de Novembro! Poderão recordar alguns pormenores do passatempo aqui!

Boa sorte!

Cris