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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Novas edições na Porto Editora

As Duas Águas do Mar
de Francisco José Viegas

Duas mortes ocorrem simultaneamente em lugares junto ao mar – uma em São Miguel, nos Açores; outra em Finisterra, num promontório do litoral galego. O que a princípio parece ser um conjunto de coincidências infelizes acaba por ser um enredo que uma investigação policial sui generis desmonta como uma história de vingança e ressentimento. 
Em As Duas Águas do Mar, Francisco José Viegas constrói uma narrativa emocionante, em que nos confrontamos com os caminhos da paixão, da melancolia e da morte.
Os investigadores Jaime Ramos e Filipe Castanheira tentam encontrar respostas para solucionar dois casos semelhantes e atrozes: os assassinatos de Rui Pedro Martim da Luz e de Rita Calado Gomes.
Um crime motivado por inveja e amizade; outro, em nome do amor e da doença da paixão, sempre cruel e desconcertante. 
Depois de uma busca que leva a investigação pelas estradas da Galiza e pelas falésias abandonadas dos Açores, tudo termina como uma cerimónia de redenção em nome de todos os amores prometidos e de todas as vidas por cumprir.

Um Céu Demasiado Azul 
de Francisco José Viegas 
Em Um Céu Demasiado Azul, Jaime Ramos, o protagonista dos livros de Francisco José Viegas, investiga a morte e João Alves Lopes, ex-militante de um partido de esquerda em Portugal que envereda por uma carreira bem-sucedida no mundo da publicidade, e cujo corpo é encontrado no próprio carro. A investigação, realizada com a colaboração de Filipe Castanheira, aponta para Amélia Lobo Correia, uma stripper que vai de cidade em cidade, uma estudante de filosofia que não conseguiu concluir o curso. 
A investigação (que arrasta Jaime Ramos até Cuba e ao México) mergulha no passado e reconstitui uma história de amores não correspondidos, traições, solidão, vontades interrompidas e sonhos desfeitos. Porém, por detrás deste crime e dessa mulher, cruzam-se os destinos que arrastam consigo a memória de paixões nunca resolvidas nem consumadas num Portugal medíocre, novo-rico e hipócrita. É uma história de coincidências e de azar, que leva Ramos e Castanheira a procurar não o autor de um homicídio, mas os sinais do desaparecimento, do abandono, da mentira, da vingança e da solidão.

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