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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Novidades Clube do Autor


Os Inocentes
de David Baldacci
Depois de uma missão que o leva da Europa à América, Will Robie regressa ao palco maior da política internacional com o objetivo de eliminar os inimigos suspeitos da paz mundial.
Denise Tamaron, funcionária pública e mãe de dois filhos, é o próximo alvo a abater. Mas Robie não é capaz de puxar o gatilho. Denise parece-lhe uma vítima improvável, e por que razão representa ela uma ameaça?
Tendo falhado a missão, Robie põe-se rapidamente em fuga. E não é o único. Ao fugir da cena do crime, Robie cruza-se com uma adolescente em fuga de um lar adotivo. Mas Julie não é uma jovem comum — os pais foram assassinados e a sua vida está em perigo e é por isso que Robie decide ajudá-la a descobrir a verdade acerca dos pais.
Só que à medida que Robie investiga o passado da jovem, mais convencido fica de que ela é o centro de uma conspiração que atinge as mais altas esferas do poder... E por isso, desta vez, Robie vai ter de trabalhar em equipa para poder salvar a vida de ambos.

Passageiro do fim do dia
de Rubens Figueiredo
O romance vencedor do prestigiado Prémio PT Literatura 2011 é um livro sobre várias viagens. A primeira começa quando Pedro, o passageiro do fim do dia, apanha o autocarro do centro da cidade rumo à periferia para ir ter com a namorada. É hora de ponta e a viagem demora. Dá tempo para ler e também para deixar correr os pensamentos.
Pedro é um observador. Uma pequena cicatriz no cotovelo do homem que está sentado à sua frente, ou o longo suspirar da mulher que segue ali ao lado, são pequenos detalhes que (nos) prendem a atenção e fazem voar, para logo regressar(mos) ao livro de Darwin e às notícias da economia que Pedro ouve no pequeno rádio a pilhas.
Observando o que se passa dentro do autocarro, e também na rua, Pedro é, terminada a viagem, um homem diferente, alguém mais atento às desigualdades sociais, mais conhecedor e mais crítico.
O passageiro do fim do dia é por isso literatura, sociologia e política. Numa alegoria plena dos dramas urbanos contemporâneos, Rubens Figueiredo oferece ao leitor um retrato do Brasil atual, desigual, fervilhante, e uma história que revela a beleza delicada de uma escrita sobre a periferia pobre da cidade grande: uma espécie de panela de pressão de violência e de crueza no fundo de verdade que é o osso da vida.

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