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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Novidades Esfera dos Livros


O Livro de Pantagruel 
De Garfo e Faca à Volta do Mundo
de Maria Manuela Caetano
A primeira viagem que Maria Manuela Caetano fez foi a Itália, no longínquo ano de 1929, tinha   
então apenas sete anos. A mãe não se coibia de pedir conselhos, receitas, de conversar com
cozinheiros para aprender os seus truques. Nascia o bicho de conhecer o Mundo e, claro, a paixão pela cozinha.
Depois de O Livro de Pantagruel, a bíblia que todos os portugueses têm nas suas cozinhas,  
Maria Manuela Limpo Caetano traz-nos, com a ajuda dos seus filhos Maria e Nuno, uma obra com mais de 600 receitas dos cinco continentes. Uma autêntica viagem culinária: da empanada galega  de Espanha, aos crepes chineses, do calulu de Angola, ao arroz de açafrão oriundo do Iraque,  do caril de caranguejo de Moçambique ao café gelado austríaco, do pão de Natal típico da Alemanha ao guacamole mexicano…
Deliciosas receitas realizadas com produtos de fácil acesso, ao gosto dos portugueses e de 
fácil confeção.


D. Estefânia
Um trágico amor
de Sara Rodi
Quando D. Estefânia saiu da igreja de São Domingos, pela mão do seu marido D. Pedro V, rei de Portugal, as vozes dos portugueses ditaram-lhe o destino: a rainha vai morta! Vai de capela! 
Três gotas de sangue haviam-lhe manchado o vestido branco imaculado. A jovem princesa alemã não teve forças para aguentar o peso do magnífico diadema que D. Pedro lhe oferecera como prova do seu amor. Um amor cúmplice, puro e apaixonado, entre duas almas gémeas unidas em propósito, durante 14 meses. Apenas 14 meses….  
Escrito na primeira pessoa, num tom confessional e recheado de emoção, a autora Sara Rodi revela-nos a apaixonante história de D. Estefânia Hohenzollern-Sigmaringen. Uma rainha que muitos portugueses viram como um anjo que lhes trouxe a esperança que tanto lhes faltava, sempre disposta a ajudar os mais pobres e desfavorecidos. Não fez mais porque morreu jovem aos 22 anos. Sem ter deixado um herdeiro para o trono de Portugal. Mas deixando um último pedido: a construção de um novo e moderno hospital que prestasse assistências às crianças pobres e desvalidas. O Hospital D. Estefânia. 
D. Pedro cumpriu o último desejo da sua mulher, mas o rei Muito Amado de Portugal não resistiu à morte de Estefânia e dois anos depois partiu para junto dela.


Portugueses no Holocausto
de Esther Mucznik
Baruch Leão Lopes de Laguna, um dos grandes pintores da escola holandesa do século XIX, judeu de origem portuguesa, morreu em 1943 no campo de concentração de Auschwitz. Não foi o único, com ele desapareceram 4 mil judeus de origem portuguesa na Holanda, que acabaram nas câmaras de gás. No memorial do campo de Bergen-Belsen consta o nome de 21 portugueses deportados de Salónica, entre estes Prosper Colomar e Richard Lopes que não sobreviveram. Em França, José Brito Mendes arrisca a sua vida, escondendo a pequena Cecile, cujos pais judeus são deportados para os campos da morte. Uma história de coragem e humanismo no meio da atrocidade. Em Viena, a infanta Maria Adelaide de Bragança também não ficou indiferente ao sofrimento, e não hesitou em ajudar a resistência nomeadamente no cuidado dos feridos, no transporte de armas e mantimentos, tendo sido presa pela Gestapo.
Esta é a história destes e de muitos outros portugueses engolidos pela espiral devoradora do 
nazismo: resistentes apanhados em países da Europa ocupada, judeus naturais desses países mas de nacionalidade portuguesa ou reclamando-se dela, homens e mulheres descendentes dos foragidos portugueses da Inquisição, mas cujo nome transmitido de geração em geração não foi suficiente para os salvar das câmaras de gás. É também a história de embaixadores e cônsules de Portugal nos países ocupados que, contrariando as ordens de Salazar, não hesitaram em salvar milhares de pessoas. Nomes como Carlos de Sampaio Garrido ou Aristides de Sousa Mendes.


Histórias Bizarras de um mundo absurdo
de João Ferreira
A História de Portugal e do Mundo está cheia de episódios fantásticos, brutais, manhosos, picantes ou mesmo bizarros, capazes de atrair as atenções e de ajudar a perceber como nos tornámos – nós e os nossos sete mil milhões de vizinhos – naquilo que somos.
Depois do sucesso de Histórias Rocambolescas da História de Portugal, em 8.ª edição, o jornalista João Ferreira regressa à escrita para nos contar estas histórias surpreendentes. Reis, tiranos, traidores, bandidos e espiões, gente de carne e osso que foi protagonista de alguns episódios decisivos no curso de Portugal e da humanidade. 
Ao longo destas páginas, ficamos a conhecer como foi traçado o caminho marítimo para a Índia graças à intervenção de espiões ao serviço de D. João II; como foram forjadas falsificações odiosas por si mesmas e pelas atrocidades a que deram origem, como os venenosos Protocolos dos Sábios de Sião, e outras mais inofensivas mas espetaculares, como o caso dos falsos diários de Hitler; desmontam-se mitos como o da Papisa Joana ou os que foram construídos à volta de D. Afonso Henriques; contam-se mortes misteriosas, como a de Sá Carneiro; fala-se de enigmas que ao longo dos séculos têm fascinado a humanidade, como as pirâmides do Egito.

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