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sábado, 11 de novembro de 2017
Na minha caixa de correio
Oferta da Quinta Essência, Memórias de uma Cortesā.
Da Suma de Letras chegou-me A Menina Silenciosa.
Ter Um Irmaō É... foi ofertado pelpela Coolbooks.
Comprados em segunda māo O Mar Por Cima e O Meu Filho Nick.
Dos passatempos do Clube dos Passatempos recebi Plantas Medicinais e Crumbles.
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
"A Porta" de Magda Szabó
Que livro inquietante, este! As suas páginas sāo dominadas por duas personagens femininas, ambas fortes no seu carácter, ao mesmo tempo, delicadas e duríssimas, por vezes de uma brutalidade que impressiona o leitor e o deixa angustiado e nervoso.Emerence é uma senhora bastante idosa mas com uma força que nada faz deter. É porteira de um prédio e, ao mesmo tempo, faz limpezas noutras casas. Rude, dura mas atenta aos outros. Na sua casa ninguém entra, os seus segredos também nāo sāo partilhados. A sua porta encontra-se fechada para todos. Ou quase. O seu passado é desvendado aos poucos, imperceptivelmente, como se também ele nāo quisesse ser conhecido, de tāo atróz que deve ser.
Magda é uma escritora ocupada. Precisa de ajuda nas lides domésticas. Emerence acede em ajudá-la e fica por mais de vinte anos. Uma amizade desconcertante que o leitor acompanha inquieto, onde a culpa e o remorso possuem um lugar de destaque.
Romance com um quê de autobiográfico? Escrito na primeira pessoa, é Magda quem nos fala dessa amizade, dos erros cometidos, do passado onde ecos da História se fazem sentir. Oiçamo-la pois, que vale a pena!
Terminado em 2 de Novembro de 2017
Estrelas: 5*
Sinopse
Romance escrito em tom confessional e vagamente autobiográfico, "A Porta" narra a estreita relação que se estabelece entre duas mulheres na Hungria dos anos do pós-guerra: Magda, uma jovem escritora, e a sua empregada, Emerence, uma camponesa analfabeta. Magda, até então impedida de publicar, é politicamente reabilitada pelo regime, e torna-se escritora a tempo inteiro, alcançando, aos poucos, o merecido sucesso e reconhecimento social. Ao mudar-se para um apartamento maior, emprega Emerence para a ajudar com as lides domésticas. Esta é uma figura enigmática, respeitada e quase temida pela vizinhança, sobre a qual exerce uma autoridade natural, embora ninguém conheça verdadeiramente o seu passado ou vida privada. A porta de sua casa está sempre fechada. A inesperada e dramática doença do marido de Magda reforçará a ligação e intimidade entre as duas mulheres, as quais, não obstante as enormes diferenças que as separam, estabelecem uma insólita relação de dependência e confiança mútua, que fará Emerence abrir a porta de sua casa a Magda, revelando-lhe os segredos de um passado traumático, ao mesmo tempo que precipita um final trágico na sua relação.
Cris
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Para os mais Pequeninos: "O Grande Livro dos Insetos"
Um livro de formato maior que o normal, que vai fazer as delícias dos pequenos leitores e de quem os vai ajudar a ler...Uma leitura para encher o olho!
Cris
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
"Porto e Douro - Panorâmico" de Nuno Cardal
Todas as fotos possuem uma legenda em seis línguas, atingindo assim um público mais lato e diversificado. Belíssimo trabalho deste historiador e fotógrafo que fiquei a conhecer. Ora vejam:
Estrelas: 5*
Sinopse
Mais de 180 fotografias para conhecer as magníficas cidades do Porto e Gaia, bem como toda a bacia do rio Douro, desde a fronteira até à foz. Legendado em 6 línguas, é um convite para viajar por estas maravilhosas paisagens do Norte de Portugal.
Historiador e fotógrafo, Nuno Cardal associa conhecimento e imagem para registar o que o sensibiliza, o que descobre como particular e como essencial: marcas da História e da Geografia, gravadas num território belo e variado – que o olhar continuamente educado do fotógrafo enquadra e glorifica.
In Prefácio de Álvaro Siza
Cris
domingo, 5 de novembro de 2017
Passatempo Cultura Editora
O blogue começa hoje o dia com um passatempo muito especial! Com o apoio da Cultura Editora temos para oferecer um exemplar de "Onde Cantam os Grilos" de Maria Isaac.É muito fácil concorrer! Podem fazê-lo de duas formas:
1) Através do Facebook, as vezes que quiserem: devem colocar gosto na página da Cultura Editora e na página d'O Tempo Entre os Meus Livros, e comentar este post com a tag de dois amigos ou familiares que sejam deveras importantes nas vossas vidas e que adorem ler!
2) Enviando um só mail para: otempoentreosmeuslivros@gmail.com mencionando nome, morada e seguidor do blogue indicando no Assunto: Quero muito ganhar Onde Cantam Os Grilos!
O passatempo decorre até dia 15 deste mês! Boa sorte!
sábado, 4 de novembro de 2017
Na minha caixa de correio
Ofertas desta semana:
Pela Planeta chegou-me Tudo Isto Te Darei e O Último Beijo da Mamba Verde,
Da Arena recebi Sem Culpa, Com Sabor e Baby-Led Weaning.
O meu obrigada a ambas!
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
A Escolha do Jorge: "Quando as Girafas baixam o Pescoço"
“A vida tem dentes e morde. É carnívora. A vida é uma dentada.” (p. 79)
Depois da experiência de dois livros infantis, “A Cantora Deitada” (2015) e “A Grande Viagem do Pequeno Mi” (2016), Sandro William Junqueira (n. 1974) regressa à edição de um romance, “Quando as Girafas baixam o Pescoço”, publicado recentemente.
O novo romance vem consolidar o trabalho do autor como um dos nomes a reter no contexto da actual literatura portuguesa. A escrita apresenta-se mais polida, depurada e reflexiva quando comparada com os romances anteriores. O autor concentra a sua atenção e energia naquilo que é essencial. Tudo o que é acessório, adiposo, ficou de fora. Restaram os ossos. É neles que o leitor vai degustar o tutano, a matéria-prima, aquilo que verdadeiramente importa.
O universo que o autor desta vez nos apresenta distancia-se da realidade distópica ou dos totalitarismos apresentados em “O Caderno do Algoz” (2009), “Um Piano para Cavalos Altos” (2012) e “No Céu não há Limões” (2014), centrando-se, agora, numa realidade concreta, um prédio numa dada rua que, sem a indicação de um local específico, porque isso não é importante, poderia ser o nosso prédio, a nossa rua.
A mudança de um macrocosmos para um microcosmos, onde decorre a narrativa, torna este livro mais próximo da realidade do leitor, na medida em que as questões abordadas são, também em si mesmas, situações reais do quotidiano das pessoas, da sociedade em geral.
Personagens como a Mulher Gorda, a Rapariga Magra, o Adolescente Musculado, o Velho, o Homem Exemplarmente Vestido, a Mulher Móvel, a Mulher Imóvel, o Homem Desempregado, entre outros, vão surgir ao longo da obra que se desenrola sob a forma de capítulos breves, quase como se tratassem de contos que se vão articulando entre si. Caberá ao leitor criar a imagem, a descrição física dos personagens porque tudo isso na obra é acessório. A narrativa centra a sua força nos problemas de cada morador do prédio que, no fundo, se assemelham aos nossos problemas também, daí a aproximação à realidade social através de temas como os do desemprego, distúrbios alimentares como a anorexia, a imigração, a velhice, psicoses e depressões, entre outros.A importância do corpo continua a ser um dos pontos-chave neste novo romance de Sandro William Junqueira. O corpo é apresentado como motor de prazer ou de dor, ou até mesmo em situação de mobilidade condicionada. O corpo também é apresentado na sua íntima relação com a parte emocional e psicológica, abrindo aqui uma brecha para as doenças do foro psiquiátrico que se desenvolvem ou que são potenciadas no decurso de situações concretas como o desemprego, a ansiedade, as expectativas goradas, a infelicidade generalizada que, em situações-limite, poderão conduzir ao suicídio. "Muitas vezes queremos agarrar a vida com a nossa própria mão. Mas a vida é um balão que encontra sempre uma maneira de se ver livre dos dedos." (p. 24)
É na forma como cada personagem sobrevive à realidade que, não raras vezes, somos confrontados com a escrita afiada do autor que apresenta as ideias de uma forma tão depurada, através de frases também breves. Palavras soltas com ponto final são várias vezes o suficiente para esmagar o leitor à crueldade da realidade que se apresenta tantas vezes dura, difícil.
“Quando as Girafas baixam o Pescoço” é um romance que volta a marcar o leitor, em todos os sentidos. Este novo livro remete-nos para a grandeza apresentada em “Um Piano para Cavalos Altos” e consolidada em “No Céu não há Limões”, contudo, é, talvez, a sua dimensão mais realista que torna este livro tão especial e tão próximo da vida das pessoas, das suas vicissitudes, dos seus dilemas, das suas angústias.
Trabalhar uma escrita quase em tom minimalista é quase como que utilizar uma faca bem afiada para que elimine toda e qualquer gordura linguística e até gramatical. Está tudo no devido lugar. Qualquer palavra a mais, será um excesso, um abuso até.
Este registo linguístico que carece de adjectivos para além dos nomes dos personagens é de tal modo trabalhado e reflexivo que, neste novo romance, adquire mais um atributo face aos romances anteriores, que é o recurso aos aforismos ou máximas que surgem ao longo da obra. “A memória é a âncora que nos prende ao Inferno.” (p. 73)
Um personagem que parece transversal nos vários romances do autor é o representante do elemento religioso, seja pela via de um sacerdote, um padre ou, neste romance, um profeta que era o visionário da rua. O profeta apregoa os últimos dias com a chegada inevitável do Armagedão. Este elemento constitui, em certa medida, a garantia de funcionamento de um macro ou microcosmos, muito para lá da questão religiosa em si mesma, e mais como uma tentativa de interpretação de sinais existentes na natureza que não estão acessíveis à maioria das pessoas (ou como reforço e consolidação de um dado regime político), havendo, pois, os escolhidos que promovem essa explicação da natureza e do mundo aos demais. “Porque quem não temer o Armagedão é cobarde. Porque quem não temer o exército de salmões e gafanhotos divinamente modificados é medricas. Porque quem não tiver medo de beber a peçonha e quem não gritar aaaiiiii é fraco. Porque todos, um dia, somos Golias e, no dia seguinte, ferida.
E quem escutou, salvou-se.
E quem não escutou, fodeu-se.
Disse.” (p. 152)
“Quando as Girafas baixam o Pescoço” constitui uma metáfora da vida tecida pelas linhas da ironia.
Texto da autoria de Jorge Navarro
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
O livro de Emma Reyes, Memórias por Correspondência
Tive de ler este livro num só dia. Aviso: quem pegar nele vai sentir o mesmo. Por isso escolham um dia em que nāo tenham que trabalhar ou estudar. Vāo precisar de algumas horas, poucas, para nāo interomperem a leitura.Quem foi Emma Reyes? Nunca tinha ouvido falar dela e, no entanto, depois de ter lido a sinopse fiquei apaixonada pela sua vida, imaginando como teria sido fabuloso se, para além destas cartas que podemos ler dirigidas a uma amigo, onde conta a sua infância e adolescência, pudéssemos ler, pelas suas próprias palavras, o que lhe aconteceu após ter saído da instituiçāo religiosa, de onde fugiu.
É através de 23 cartas, que Emma conta, aos 50 anos, o que se lembra da sua infância. Fome, maus tratos, abandono, sem seque saber quem eram seus pais, sem ter aprendido a ler nem a escrever, ela foi uma força que a natureza colocou na terra. Na sua descriçāo, conta o que viveu, como se estivesse a reviver esses momentos, como se a menina que foi um dia, ainda estivesse viva.
Depois da leitura das suas cartas ficamos a saber um pouco, do que foi a sua vida. Da pintora que se tornou, do ciclo de amigos famosos que reuniu a sua volta, dos países onde viveu, da extraordinária vida que continuou a ter, de como superou as adversidades que a vida lhe foi colocando sempre. Como seria bom poder ler esse relato através da sua poderosa escrita! Emma faleceu em Bordéus em 2003, com 84 anos.
Pintou nāo a óleo mas a lágrimas, como alguém disse. A sua vida extraordinária superou a sua pintura, pese embora muitos tenham pena que assim tivesse sido. A maioria dos seus quados podem ser vistos em Málaga, na Fundaçāo Vivo Otero Herrera, um sítio que pretendo visitar.
Este livro deve ser lido! Recomendo vivamente!
Terminado em 28 de Outubro de 2017
Estrelas: 6*
Sinopse
Uma extraordinária história de vida num relato luminoso e sem qualquer tipo de sentimentalismo. Em 1969, a pintora Emma Reyes mandou a um amigo historiador, Germán Arciniegas, a primeira de 23 cartas em que revelava as duras circunstâncias da sua infância. O amigo ficou emocionado com as dolorosas memórias da artista e mostrou-as a Gabriel García Marquez, que incentivou Emma Reyes a continuar a escrevê-las. As cartas foram sendo escritas e enviadas a Arciniegas até 1997, que tivera também, entretanto, autorização da autora para as publicar após a morte desta. "O Livro de Emma Reyes", que apareceu pela primeira vez na Colômbia em 2012, tornou-se de imediato um clássico. O testemunho – que vai dos primeiros anos até à idade adulta – apaixonou os leitores pelas suas beleza e coragem, embora contasse a história de uma trágica infância e juventude.
Cris
terça-feira, 31 de outubro de 2017
Para os Mais Pequeninos: "Simāo, o pequeno leāo. A Magia do Natal"
Um livro que, oportunamente, pode ajudar a alterar algumas consciēncias nesta época e ajudar os pais a criarem nos filhos o sentido de ajuda, nāo só no Natal mas durante todo o ano. As dicas finais podem ajudar os educadores.Uma história simples, como devem ser as que sāo dirigidas a um público infantil, mas cheia de cor e com ilustraçōes divertidas e apelativas.
Ora vejam:
Cris
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
O Bibliotecário de Paris de Mark Pryor
Deste autor li O livreiro, o seu livro anterior, e a minha opiniāo (aqui!) foi muito favorável. As expectativas eram, pois, bastante altas e a capa deste O Bibliotecário de Paris fez-me imaginar outra história onde um passado pró ou contra nazi se escondia numa das personagens e que viria ao de cima e comandaria a acçāo. Nāo foi bem assim como tinha imaginado mas a intrincada trama elaborada pelo autor captou a minha total atençāo. E é preciso estar atento para poder observar os detalhes e tentar descortinar quem fez o quê...Um homem morre numa biblioteca em Paris. Esse facto despoleta uma sequência de pesquisas, sobretudo por parte de Hugo Marston, conhecido da vítima, que com o seu sentido apurado desconfia que algo mais se esconde na aparente morte natural do bibliotecário.
Como leitora nada experiente nestas questōes de mortes e assassinos (embora goste de um bom policial nāo os leio com a frequência que desejaria) acho que me deixo envolver facilmente pelas ciladas criadas pelos autores deste género literário. Isto para vos dizer que nada descobri deste mistério (o que me agrada sempre de sobremaneira, pois descobrir o assassino a meio nāo tem piada nenhuma!) e foi para mim uma surpresa total quando ele foi revelado.
Espero que, brevemente, seja publicado mais algum livro deste autor, tanto mais que ficaram algumas pontas por explicar e que, suponho, é um bom começo para uma próxima aventura deste investigador americano em terras francesas. Já n'O Livreiro ele brilhou com as suas deduçōes claras em que a sua intuiçāo e o seu sentido apurado e dedutivo, fizeram as minhas delícias.
Estou pronta para outro, Clube do Autor!
Terminado em 27 de Outubro de 2017
Estrelas: 5*
Sinopse
O novo livro de Mark Pryor é um mistério para amantes de livros e um livro para amantes de mistérios.
A morte de um oficial nazi durante a ocupação de Paris pode ser a chave para resolver um mistério do presente.
O diretor da Biblioteca Americana em Paris é encontrado morto numa sala trancada. A polícia conclui que o homem morreu de causas naturais, porém o responsável pela segurança da Embaixada dos EUA tem a certeza de que algo errado se passou. A sua investigação leva-o até à cena do crime cometido durante a Segunda Guerra e as suas descobertas vão surpreender tudo e todos.
Cris
sábado, 28 de outubro de 2017
Na minha caixa de correio
Ofertado pela Lidel, um livro expectacular de fotografia onde a cidade do Porto e o Douro sāo os personagens principais. Em breve o meu comentário.
Comprado da Feira da Ladra, o livro Vegan Pantry e As Delícias de Ella, Para os Amigos.
Para lá do Inverno foi oferta Da Porto Editora.
Onde Cantam os Grilos foi ofertado pela Editora Cultura, uma nova editora que promete dar cartas.
Da Pergaminho chegou-me Autocontrole, de Augusto Curry.
As Falsas Memórias de Manoel Luz foi oferta da Minotauro.
Do clube do Autor, O Último dos Nossos. Deixou-me curiosa.
Da Quetzal recebi O Livro de Emma Reyes. Estou quase a acabar. Impressionante.
Superalimentos, foi oferta da Marcador. Um tema que é a minha praia.
O Que Faz Bem, O Que Faz Mal, chegou pelas māos da Esfera dos Livros. Receita a postar em breve.. Também desta editora um livro com um tema interessante: Stop.
O Simāo foi oferta da Booksmile. Um post para breve. Um livro apropriado para o Natal que está próximo.
O Que Faz Bem, O Que Faz Mal, chegou pelas māos da Esfera dos Livros. Receita a postar em breve.. Também desta editora um livro com um tema interessante: Stop.
O Simāo foi oferta da Booksmile. Um post para breve. Um livro apropriado para o Natal que está próximo.
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
Novidade Porto Editora
Para Lá do Invernode Isabel Allende
No período mais conturbado das suas vidas, uma chilena, uma jovem imigrante ilegal guatemalteca e um professor norte-americano são apanhados por uma terrível tempestade de neve. Quando uma questão de vida ou morte os junta numa casa em Brooklyn, começa uma aventura de três dias que mudará as suas vidas para sempre.
Numa trama que retrata a América dos dias de hoje, a autora chilena apresenta uma inesquecível história de esperança e segundas oportunidades, retratando um conjunto de personagens que encontram um futuro através da solidariedade e do amor.
Novidade Clube do Autor
O Último dos Nossosde Adélaïde de Clermont-Tonnerre
Werner Zilch é um jovem carismático e empreendedor. Adotado desde tenra idade, vê-se confrontado com a descoberta das suas origens, tudo menos gloriosas. Aos olhos dos outros, pode ser considerado responsável pelos erros cometidos pelos seus antepassados? Como aceitar que o seu progenitor estivesse ligado ao nazismo?
A par das personagens, surgem nomes que os leitores por certo reconhecerão, todos eles figuras marcantes do seu tempo. A saber: Andy Warhol, Truman Capote, Tom Wolfe, Joan Baez, Patti Smith, Bob Dylan…
Uma complexa história de amor que é, ao mesmo tempo, um capítulo ficcionado da nossa História. O leitor não conseguirá pousar o livro enquanto não descobrir quem é, na verdade, «O último dos nossos».
Novidade Marcador
Superalimentos de David Wolfe
Os superalimentos são simultaneamente um alimento e um medicamento, pois possuem elementos de ambos.
São a classe dos alimentos mais potentes, superconcentrados e ricos em nutrientes do planeta – fornecem mais energia do que os alimentos comuns. Têm a capacidade de aumentar de forma tremenda a força vital e a energia do nosso corpo, e são a escolha ideal para melhorar e transformar a sua saúde. Com este manual dos superalimentos é muito mais fácil encontrar um estilo de vida melhor e compreender o impacto da alimentação no corpo humano..
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