Gosta deste blog? Então siga-me...

Também estamos no Facebook e Twitter

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sobre o holocausto



Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 176
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789724153575




Colecção: Romance Jovem
Faixa etária: a partir dos 13 anos

Gostei. É um livro escrito de uma forma muito simples, para uma faixa etária a partir dos 13 anos, partindo do princípio que os "nossos" jovens com essa idade já sabem o que foi o holocausto e as palavras "Auschwitz" e "fuhrer" não lhes são estranhas.

O narrador é Bruno, um menino alemão de 9 anos, cheio de inocência e de ironia que, mesmo tratando-se deste tema, nos faz sorrir...

Lê-se num ápice e o desenrolar desta história não nos previne para o desfecho final, desconcertante mas, ao mesmo tempo, sublime, acho eu.

Como crítica posso apontar duas gafes que, para um livro didáctico como este, creio não serem admissíveis... São palavras que, estando incorrectas, mudam o sentido à história! No livro que possuo fiz as devidas correcções, para que os meus dois filhos mais novos possam ler e perceber esta história que, certamente, lhes vou recomendar! Cinco estrelas, definitivamente!

Terminado em 10 de Setembro de 2010

Estrelas: 5*

Sinopse

Ao regressar da escola um dia, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…

Soltas...



"Ah, essas pessoas - disse o pai, meneando a cabeça e sorrindo ligeiramente.- Essas pessoas...Bem nem sequer são pessoas, Bruno.
-Não são?
-Bem, pelo menos, no modo como nós entendemos o termo."

"Heil Hittler!- disse Bruno, o que, pensava ele, era outra maneira de dizer"Bem então adeus e tem uma boa tarde."

"Nem sequer tinha a certeza de alguma vez a ter visto com outra coisa vestido que não fosse a farda de criada.(...)tinha de admitir que devia haver mais alguma coisa na vida dela para além de servir a sua família. Ela devia ter pensamentos próprios."

"Mas afinal qual era exactamente a diferença? E quem decidia quais as pessoas que usavam pijamas às riscas e as que usavam uniforme?"

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Um instante ao vento de André Brink



Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 272
Editor: Camões e Companhia
ISBN: 9789896372262

Começo pelo final do livro: gostei muito, reli-o mais duas vezes para o saborear, para o sentir melhor. Em seis pequenos parágrafos a continuação desta história, que bem podia ser verídica, faz-nos relembrar uma realidade, até há bem pouco tempo, presente em África: as pessoas de primeira categoria e as de segunda...

Fala-nos do estatuto da mulher face ao homem no séc. XVIII, da escravatura e da pertença de alguém a outra, de África e dos seus segredos, da revelação e da entrega entre dois seres, do auto-conhecimento, de sobrevivência...

O autor revela-nos o seu profundo conhecimento da África do Sul, fazendo-nos descobrir uma terra onde as plantas têm uma função essencial tanto na alimentação como na saúde; onde a sobrevivência está dependente do conhecimento, da sorte e de se ser o mais forte; onde as então tribos existentes coexistem com a natureza de uma forma equilibrada.

Escrito espectacularmente, cheio de termos desconhecidos para nós - mas tendo o cuidado de ter em rodapé o seu significado - este livro pede-nos a nossa atenção, sobretudo nas primeiras folhas, já que, parágrafo a parágrafo, o narrador muda e a acção altera do tempo presente para o passado. Nada que não nos habituemos... e que, com o decorrer da leitura, se torna algo de natural.

Terminado em 8 de Setembro de 2010

Estrelas:5*

Sinopse



Uma mulher branca e um homem negro perdidos na selva do interior sul-africano. Ela é uma mulher educada e totalmente indefesa no meio da selva; ele é um escravo foragido, o elemento mais baixo aos olhos da sociedade do século XVIII. Ambos se conhecem apenas a si mesmos… e vão percorrer um longo caminho de regresso à civilização.





“Os escritores e intelectuais da nossa sociedade foram elementos-chave para enfrentar e quebrar a tirania do silêncio. As suas obras continuaram a demonstrar, mesmo nos anos mais negros, que as vozes sul-africanas da justiça e razão não seriam silenciadas.”
Nelson Mandela

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Soltas...

"Desfazer-se dos objectos, despir-se a si mesma, livrar-se das suas posses. Quais sao as necessidades de uma pessoa: qual é o mínimo mais profundo de que uma pessoa necessita realmente?"

"Mesmo quando estou contigo, dentro de ti, é quando estás contente, ou porque me queres excluir de ti?"

"Consegues compreender o que é que se passa dentro de uma pessoa quando descobre que quando crescer nunca lhe vai ser permitido ser uma coisa de pleno direito?"

"Sofrimento: é como o céu no qual voa uma ave. E só às vezes, muito de vez em quando - um instante ao vento -, é que ela pode pousar num ramo ou numa pedra fervilhante a descansar, e não por demasiado tempo."

"Durante todo este tempo, não temos sido senão homem e mulher, duas pessoas sozinhas no meio da selva. De agora em diante, a Cidade do Cabo fará os possíveis por nos fazer branca e negro."

sábado, 4 de setembro de 2010

A casa-comboio de Raquel Ochoa


Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 340
Editor: Gradiva Publicações
ISBN: 9789896163600

A diferença entre 4 e 5 estrelas, para mim, é quando um livro, depois de acabado, me deixa um gostinho na boca e fico a saboreá-lo devagar. Às vezes vou à procura de uma passagem que merece ser lida de novo ou com mais atenção, outras fico simplesmente parada, a sentir o livro. É, portanto, uma coisa muito subjectiva... um clic, quase!

Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís 2009, este é um livro que merece ser lido! Detentora de uma escrita forte, marcante, poética até, Raquel Ochoa leva-nos para a Índia de 1885, para Damão, Diu, Goa... territórios portugueses.

Com quatro gerações da família Carcomo, assistimos em primeira mão à implantação da República, depois ao Estado Novo e à queda do regime português na Índia e todos os problemas daí inerentes às famílias luso-indianas, passando por várias situações de doença (peste bubónica), de conflitos religiosos entre hindus, muçulmanos e cristãos...

Nada maçador ao referir-se a estes aspectos históricos e não deixando de manter o romance empolgante, a autora conseguiu dar vida própria ás personagens e de manter o meu interesse tanto na saga desta família como nos aspectos verídicos que pululam nesta história.

Muito de vez em quando, somos surpreendidos por pequenas "intromissões", pequenos textos de um momento temporal diferente, mais concretamente dos anos de 1999 e seguintes, que nos deixam a sensação, à posteriori, de ter lido anteriormente algumas partes do livro fazendo-nos desorientar um pouco mas que, mais tarde, fazem todo o sentido.

Raquel Ochoa está de parabéns!

Terminado em 3 Setembro de 2010

Estrelas: 5*

Sinopse

Uma família indo-portuguesa. Um século de história. Quatro gerações que evocam 450 anos de aventura mítica, nos quais a Índia longínqua era portuguesa. Em pano de fundo, a partida, o acaso e a sorte de quem se vê constantemente obrigado a fazer as malas, o desenraizamento, a inquietação, o inesperado, a imprevisibilidade dos destinos que se cruzam. A imagem dada pelo título é elucidativa: uma casa em movimento. Uma beleza poética singular. Uma verdadeira revelação.


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Soltas...

"O que é certo é que ninguém a compreendia. Há momentos em que, mesmo rodeados de seres inteligentes, se estes não se emocionam com o que nos faz estremecer, torna-se impossível partilhar o desassossego sentido."

"Lentamente, como sempre que se vence uma epidemia, a dor cedia lugar à coragem."

"Tão desaustinado estava o seu coração que ao querer dizer algo apenas balbuciou sons imperceptíveis que Honorato agarrou com a boca, emudecendo-a com os lábios."

"O luto é , ao mesmo tempo, um estado de choque e um recomeço. Os olhos cegam temporariamente e, embora não se desista de viver, adia-se a vida (...). É uma adaptação. E a pessoa que acorda desse estado é um indivíduo diferente."

"Quanto tempo dura um minuto? Qual é o máximo de tempo que pode durar um minuto? Se for um minuto de desespero pode lá caber uma vida inteira."

"Que fazer quando a sua pátria não é a sua terra?"

"Devíamos ter uma vida para ler todos os livros que quiséssemos, outra para escrever tudo o que entendêssemos, uma vida para ouvir música, outra vida para fazer filhos e cuidar deles, outra para viajar."

"Tudo, o amor, a amizade, Deus, a presença humana na terra, a esperança, a beleza, a raiva, a desilusão e o esforço, teve, a partir daquele dia, um cheiro e um significado novo para Clara."

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Obrigado Robert!

O Recruta
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 368
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04261-3
Colecção: CHERUB
Idioma: Português


Precisei mesmo de "postar" algo sobre este livro, ou melhor, sobre esta colecção!!!
Explico porquê:

Qualquer mãe que goste de ler, gosta que os seus filhos, mais tarde ou mais cedo, sintam dentro deles o "bichinho" da leitura. Pois bem! O meu filho do meio, agora com 13 anos, não havia maneira de ler qualquer coisa sem ser "obrigado" por mim ou pela escola, o que me dava uma tristeza...

Compreendo que há épocas da vida que, por variadíssimas razões, os livros ficam de parte, mas, se o "bichinho" lá estiver, depois retorna-se ao "bom caminho"... mas o pestinha, nada!!!

Até que li na revista OML um artigo sobre este autor e o sucesso que estava a fazer num público infanto-juvenil. Lembrei-me que já tinha visto lá por casa um destes livros (deve ter sido oferecido num aniversário...) e fui procurá-lo. E pronto! O meu método funcionou: "Tens de ler um livro nas férias, M..."
Depois de umas páginas lidas por obrigação, encontro-o a "devorar" o livro. "Mãe, podes comprar o nº 2?"

Não é preciso contar o que aconteceu, pois não? Bendita colecção!!!!


Sinopse

Os agentes da CHERUB têm todos menos de dezassete anos. Vestem calças de ganga e t-shirts, e parecem crianças perfeitamente normais… mas não são.
Eles são profissionais treinados, enviados para missões de espionagem contra terroristas e traficantes de drogas temidos internacionalmente.
Mas, para efeitos oficiais, estas crianças NÃO EXISTEM.

James é o mais recente recruta da CHERUB. É brilhante a matemática e a CHERUB precisa dele. Esperam-no cem dias de recruta.
A aventura está a começar...

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A dor que nunca desaparece...


Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 448
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-99952-8

Um bebé desaparecido à 15 anos. O desespero e depressão de uma mãe que a leva à loucura. Uma filha nascida à posteriori num casamento sem futuro, onde as lembranças do filho desaparecido impedem-na de ocupar o lugar merecido no coração da mãe. A dor de um pai e o seu direito de recomeçar uma vida nova.

Pronto! Está lançado o enredo para um livro onde o mistério nos prende logo nas primeiras 20 páginas... Bem escrito, não nos deixando adivinhar o que se vai suceder e mantendo-nos sempre agarrados à história.

Gostei bastante. Não é um caso verídico mas muitos dos sentimentos das diferentes personagens com que somos confrontados ao longo do livro parecem-me passíveis de serem reais. A dor e o sofrimento que levam à loucura; mas também, a dor e o sofrimento que podem ser superados, mas nunca esquecidos, que levam ao recomeço de uma vida nova...


Terminado em 31 de Agosto de 2010

Estrelas: 4*

Sinopse

Num dia de Outono perfeitamente normal, Miles Avery leva a sua mulher, Jacqueline, à estação de comboios. O tempo está chuvoso, o trânsito estranhamente complicado e o rádio debita as mais recentes notícias do mundo. Entre o casal não há diálogo e nenhum dos dois parece estar diferente do normal. Miles passa pela paragem de táxis, Jacqueline sai, transportando uma pequena mala feita apenas para uma noite, e dirige-se à estação.
Mas Jacqueline não volta a ser vista… Dá-se início a uma investigação que, rapidamente, volta todas as suspeitas para Miles.
E, à medida que os obscuros segredos do passado começam a fundir-se com os do presente, o grande amor que ele tanto lutou para proteger não só é revelado, mas também ameaçado...

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Soltas...

"A dor da perda, o sentimento de culpa e o desespero de nunca mais vir a saber o que acontecera a Sam devastaram a vida de Jacqueline e o tempo provara que jamais iria recuperar. Era como se tivesse surgido um buraco negro no mundo de ambos no dia em que Sam foi levado e tudo o que tinham sido até então e tudo o que pudessem vir a ser no futuro tivesse sido simplesmente sugado."

"Em toda a sua vida, jamais esqueceria os dias e as semanas que se seguiram àquele terrível dia; a busca , a esperança, a descrença, o medo indescritível enquanto aguardavam notícias, enquanto viviam num pavor de morte de que descobrissem um pequeno corpo ou até um pedaço ínfimo de roupa que reconhecessem."

"Porém, tinha-se entregado às sua profundezas, tinha ficado tão submersa na perda e em harmonia com a culpa que parara à muito de procurar uma saída. Ao invés, tentara arrastar com ela todas as pessoas à sua volta."


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O Diário azul de James A. Levine




Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 176
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04074-9


Bombaim. Índia. Prostituição infantil. Diário de uma menina tornada prostituta desde os nove anos de idade.

Um livro chocante, que parece mentira face aos acontecimentos que Batuk relata e vive. Duro, de uma crueza que nos deixa com o estômago revolvido...

Batuk "foge" do seu mundo usando um lápis e papéis, imaginando, inventando histórias, mas também, narrando o que lhe vai sucedendo no seu dia a dia. São esses papéis - o seu diário - que, depois de descoberto, tornam o seu sofrimento ainda mais impossível de imaginar!

É isso mesmo: inimaginável o seu sofrimento! Vale a pena ler!

Terminado em 26 de Agosto de 2010

Estrelas: 5*

Sinopse



Há livros assim: que colocam o nosso interior num alvoroço, que permanecem connosco muito além do fim da história - autênticos milagres da imaginação. Este é, sem dúvida, um desses livros!
O Diário Azul conta a história de Batuk, uma menina indiana vendida como escrava sexual, pelo próprio pai. No caderno que sempre a acompanha, esta menina-prostituta de Mumbai inventa histórias encantadoras para fugir à terrível realidade dos dias.
Um relato profundamente comovedor que se transforma num belo e esperançoso hino ao poder das palavras e da imaginação.

Soltas...

"Onde estarei eu? Penso. Tento olhar para dentro de mim de todos os ângulos e apanhar reflexos de um aspecto de mim a partir de outro aspecto. Como definir o que sou, exactamente, em oposição ao reflexo que pareço ser?"

"Os sentimentos, as emoções que me atravessam, os pensamentos e os nove sentidos são irrelevantes, visto eu ser simplesmente o que pareço ser neste momento: uma prostituta de quinze anos moída de pancada..."

"Quem são vocês para me julgar, para decidir que o meu destino será miserável? Os juízos de valor representam a sombra formada pelo preconceito."

"Quando vivia no meu ninho, também eu cheguei muitas vezes a pensar que tinha perdido o meu nome para sempre. Tornara-me um item anónimo e sem qualquer função específica; quem dá o nome a uma mesa ou a uma vassoura?"


domingo, 29 de agosto de 2010

Até ao fim da vida e de nós próprios


Edição/reimpressão: 2001
Páginas: 160
Editor: Dom Quixote
ISBN: 9789722020626




As minhas expectativas em relação a este livro eram elevadas. A ideia com que fiquei, dos comentários que li, era muito positiva, o que me levou a acreditar que este era "um dos livros"...Talvez por isso ficou um pouco aquém do que esperava!

Fazendo quase um monólogo, o protagonista, que tem já 75 anos, "conversa" com um velho amigo que não vê há 40 anos. Fala-nos do valor da amizade, da traição que os envolveu nessa altura, das dúvidas e das certezas que sente em relação a isso, do amor e do ódio, da infidelidade que marcou a sua vida, a da sua esposa e a do seu melhor amigo.

Gostei. É um livro que parece simples mas que se vai tornando mais complexo com o passar das folhas, pois as "verdades" que o protagonista apregoa não são confirmadas pelo seu amigo, mas sentimos que realmente aconteceram... mas às vezes torna-se um pouco monótono.

Terminado em 18 de Agosto de 2010

Estrelas: 3*

Sinopse

Um pequeno castelo de caça na Hungria, onde outrora se celebravam elegantes saraus e cujos salões decorados ao estilo francês se enchiam da música de Chopin, mudou radicalmente de aspecto. O esplendor de então já não existe, tudo anuncia o final de uma época. Dois homens, amigos inseparáveis na juventude, sentam-se a jantar depois de quarenta anos sem se verem. Um, passou muito tempo no Extremo Oriente, o outro, ao contrário, permaneceu na sua propriedade. Mas ambos viveram à espera deste momento, pois entre eles interpõe-se um segredo de uma força singular...




sábado, 28 de agosto de 2010

Soltas...


"Uma pessoa sabe sempre a verdade, essa outra verdade que é oculta pelas representações, pelas máscaras e pelas circunstâncias da vida."

"Mas no fundo da tua alma escondia-se uma emoção convulsiva - o desejo de ser diferente daquilo que eras. É a maior tragédia, com que o destino pode castigar o homem,. O desejo de ser outro, diferente daquilo que somos: não pode arder um desejo mais doloroso no coração humano."

"Mas não pode ser de outra maneira: só através dos pormenores podemos perceber o essencial, aprendi assim nos livros e na vida."

"Não é verdade que o destino entre cego na nossa vida, não. O destino entra pela porta que nós mesmo abrimos, convidando-o a passar."

"Podes alcançar tudo na vida, podes vencer tudo à tua volta e no mundo, a vida pode oferecer-te tudo e podes tirar tudo da vida: mas nunca podes mudar os gosta, as inclinações, o ritmo da vida de uma pessoa, aquela diferença que caracteriza por completo uma pessoa, a pessoa que é importante para ti, que te interessa."

Ao vivo e a cores!!!

Uma beleza natural, lindíssimo, este Parque Natural dos Lagos de Plitvice - Croácia - património mundial da Unesco desde 1979! Conhecido pelas espectaculares quedas de água, possui 16 lagos que podem ser visitados a pé, de autocarro e de barco. Uma água transparente como poucas vezes vi...

Um dia magnífico onde a máquina fotográfica e a de filmar não têm mãos a medir!

Mas...

Já CHEGUEI!!!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Aqui vou eu...

Pausa de 2 semanas... não a viajar com as palavras mas a viajar de corpo e alma!
Itália, Eslovénia e Croácia aqui vou eu!!!!!