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terça-feira, 1 de março de 2011

Liberta-me!


Edição/reimpressão: 2003
Páginas: 176
Editor: Difel
ISBN: 9789722906401

Ao vasculhar pela net, tenho o costume de ir anotando num bloco pequeno os títulos dos livros que acho interessantes, com o intuito de mais tarde os ler. Já não sei como vim parar a este livro. Mas tinha de o ler! O tema interessa-me muitíssimo e gosto de saber mais sobre 1940 e anos seguintes, sobre o holocausto.

História verídica, vivida de um outro ponto de vista: uma menina alemã é abandonada por sua mãe, mãe esta que escolheu o que achava ser o seu "dever", entrando como guarda nos campos de concentração. 

No seu encontro com esta "não-mãe", muitos anos mais tarde, Helga revive a sua infância e tenta libertar-se do sentimento, da ligação que sente por ela, fazendo-lhe perguntas sobre esse tempo nos campos de extermínio, para que dessa maneira a possa esquecer de vez.

Escrito de uma forma simples, lê-se num ápice este livro. Vale pela história em si. Verídica. 


Terminado em 28 de Fevereiro de 2011

Estrelas: 4*

Sinopse


«Mãe, hoje, passados vinte e seis anos, vou encontrar-me contigo e pergunto-me se, entretanto, compreendeste todo o mal que fizeste aos teus filhos».
Num quarto de hotel de Viena, pelas seis horas de uma chuvosa manhã de Outubro de 1998, Helga Schneider recorda aquela mãe que, em 1941, abandonou duas crianças para seguir a sua vocação e realizar a sua «missão»: trabalhar como guarda nos campos nazis de concentração e, depois, nos de extermínio. Desde então, apenas se tinham visto uma única vez, trinta anos mais tarde, quando a jovem Helga lhe tinha levado o filho, nascido em Itália, o país que se tornara seu; a mãe havia-lhe mostrado com orgulho a divisa das SS e oferecido mãos-cheias de ouro, daquele ouro maldito roubado aos judeus; Helga tinha fugido para casa horrorizada… 
Portanto, o que a teria levado a responder à carta de uma desconhecida Frau Freihorst que lhe comunicava que a sua mãe ainda vivia? A curiosidade? A esperança de que estivesse «arrependida»? Ou alguma coisa de mais subtil, de mais obscuro e inquietante? Fosse como fosse, Helga decidiu que este encontro será o último. Com uma condição: a filha exigirá tudo e a mãe contará tudo; e assim aconteceu, mas ? como sempre ? em termos muito diferentes dos previstos e também muito mais fascinantes para o leitor.


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