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sábado, 22 de setembro de 2012

Novidades Esfera do Caos


Topo Sul
Um caderno de viagem
de Gil Bastos
Este livro é um registo dos sentimentos, das reflexões e das experiências de quem quis fazer uma viagem despreocupada a ver o mundo… e a tentar entendê-lo. Mas é também um testemunho das aventuras de quem andou, por parte incerta e durante um ano, vivendo de uma mochila e de muitas dúvidas.
“Eu só, que só me levo a mim e por isso nunca só. Parto de mochila às costas na descoberta do mundo que sou eu em desconhecidos mundos, apesar de o mundo ser todo igual (não conseguiria descrição melhor do que são as minhas viagens).” Excerto da obra

Focais Literárias
de Annabela Rita
As letras, as artes e os mitos captados pela objectiva de uma ensaísta que vê e que faz ver de maneira diferente.
Uma sucessão de disparos fotográficos centrados na cena comunicativa literária e cultural desde o polémico “Juramento de D. Afonso Henriques”.
Esta obra passa em revista textos, autores, problemáticas e casos. Escritores como Eça de Queirós, Fialho de Almeida, Guerra Junqueiro, Teolinda Gersão e Gonçalo M. Tavares: da crónica à ficção, da poesia ao teatro, do texto mais modelar ao da confluência de géneros, analisando as transformações dos processos e das estratégias comunicativas em função das circunstâncias históricas, sociais, estéticas e culturais.
Mas também ensaístas como Vitorino Magalhães Godinho, Luís Machado de Abreu e Onésimo Teotónio de Almeida, favorecendo as reflexões sobre os sentidos e as vias do trabalho e do discurso nas ciências humanas. E, finalmente, casos da cultura portuguesa, a partir dos mitos fundadores da nossa identidade nacional.

Amor e Liberdade de Germana Pata-Roxa
de Fernando Évora
As histórias que neste livro se contam, aparentemente sem conexão entre si, unem-se num final surpreendente.
A linguagem, despretensiosa e simples, está polvilhada de ironia. Os personagens, admiráveis e autênticos, são tendencialmente queirosianos — gente comum, com as suas fraquezas e vícios, e com a grandiosidade dos seus sonhos. Os enredos, esses, absorvem-se de um fôlego e a narrativa, descomplicada, revela grande humanismo.
Histórias, enfim, que divertem pelo que têm de caricato e inesperado, mas que deixam uma réstia de inquietação no leitor, que inevitavelmente há-de rever-se em muitas delas.

O eco do silêncio
de Cecília Vilas Boas
O eco do silêncio é prazer, paixão, sonho. São aromas inebriantes, que fazem as delícias do corpo e do espírito. São os toques aveludados das pétalas das rosas. É o grito às entranhas da terra e é o pássaro de olhar puro que voa na melancolia da noite. São perfumes de gerânios e é o místico nevoeiro que abraça os bosques, nas noites em que as sílabas dormem. São os violinos suspensos das asas das nuvens. “Sabes, amor? Trazes no teu sorriso rosado o desfolhar dos meus lábios…”
Com esta obra mergulhamos nas profundezas da alma, numa procura incessante da essência do ser. Ela é uma busca de um tempo sem tempo, de um reviver e de um morrer consentidos. Ela é, também, a pele frágil do sentimento, de que se reveste a palavra, e as rosáceas duma trilha que se chama vida, e uma viagem aos nossos lugares mais recônditos, através de metáforas que desventram o que de mais genuíno possuímos – o sentir.

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