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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Novidades Bertrand

Imperatriz Isabel de Portugal
de Manuela Gonzaga
Em 1526, Isabel de Portugal, considerada a mais bela mulher do seu tempo, foi para Castela ao encontro do marido, Carlos V, rei da Hispânia e imperador do Sacro Império Romano Germânico, o soberano mais poderoso de toda a Cristandade. Em Sevilha quando se encontraram, foi paixão à primeira vista… e um amor que durou a vida toda dos dois.
Mãe de Filipe II de Espanha e I de Portugal, filha de D. Manuel I, o Venturoso rainha e imperatriz pelo casamento, Isabel foi regente de Castela durante as prolongadas ausências do marido, a quem escrevia incansavelmente. Inteligente, sensível, apaixonada, mas de saúde frágil, desempenhou os vários papéis da sua vida – mulher, mãe e soberana – de forma exemplar. A morte, que a colheu ainda jovem, aos 36 de idade, precipitou Isabel de Portugal no esquecimento geral durante séculos. Apenas a lenda guardou o seu registo. E a arte. Um dos seus retratos – verdadeira obra-prima de Ticiano – é das raras referências que todos, ou quase todos, conhecem.


Uma Sonata de Amor
de Santa Montefiore
No coração de Buenos Aires vive uma pequena comunidade anglo-argentina onde os mexericos se devoram como scones com chá. É aqui que Audrey cresce e se apaixona por Louis, um jovem excêntrico e de passado duvidoso, com um talento extraordinário para a música. Audrey é a única mulher que o compreende e Louis compõe para ela uma brilhante sonata de amor, uma melodia hipnotizante ao ritmo da qual se envolvem num romance secreto.
Porém, uma tragédia familiar interrompe abruptamente o romance e Audrey, uma filha exemplar, emociona os próprios pais ao aceitar casar-se com Cecil, o bem-sucedido irmão mais velho de Louis. Trata-se de um sacrifício de que ela se arrependerá amargamente. Apesar das alegrias da vida familiar, Audrey ouve as notas da sonata a ecoarem ao longo dos anos como um lembrete do seu amor perdido.
Épico na forma, lírico no tom, Uma Sonata de Amor é uma viagem apaixonante de uma mulher à descoberta de si própria e do verdadeiro significado do amor.
Um coração dividido entre o amor e o dever.


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