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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Beber a vida

Edição/reimpressão: 2009
Editor: Editorial Presença
ISBN: 9789722341707
Colecção: Vidas d’ Escritas

Pensei que não acabava nunca de ler este livro! Não, não foi por não estar a gostar da sua leitura... Bem pelo contrário! Mas, de letra miudinha e com folhas muito fininhas, mudava de página e o fim não aparecia à vista... e como eu queria ler rapidamente o final!

As suas 482 páginas estão cheias de histórias divertidas, retratos de um menino que cresceu sem a figura masculina do pai mas onde a presença feminina é bastante forte, que sente dentro de si a vontade de crescer rapidamente para a poder ajudar. 

Paralelamente surge-nos a figura de um bar, quase como que um personagem, onde o autor encontra refúgio, amizade e camaradagem, sentido para a vida...O insucesso, que vai fazendo parte da sua vida, domina-o, impedindo de atingir os seus sonhos. O bar torna-se o seu porto de abrigo... mas também o sítio onde, mais tarde, adquire um vício que o leva ao desespero: beber. A importância da família -mãe, avós, primos -, o pai ausente, os laços de amizade, os sonhos que passavam pela escrita, os livros que vai "apreendendo" e interiorizando, tudo nos impele a ler com gosto este livro.   

Terminado em 31 de Janeiro de 2011

Estrelas: 4*

Sinopse

Um belíssimo livro de memórias, que é também um retrato vivo de uma América no rescaldo da guerra do Vietname. A figura nuclear deste romance autobiográfico é um bar em Long Island, onde o jovem J. R. encontrou um sucedâneo da figura do pai ausente. Durante a sua infância e adolescência, o autor testemunha a interacção diária de todo o tipo de homens - soldados, jogadores, polícias, advogados, vagabundos - que falam de tudo, desde basquetebol, história ou livros, até sexo e relacionamentos. E embora as conversas se inflamem com o álcool, é lá que Moehringer aprende sobre a vida e encontra modelos para formar a sua própria masculinidade, assim como um extraordinário sentido de amor e comunidade. É lá que voltará depois, já adulto, para se retemperar das duras batalhas da vida.

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