
Isto foi o que senti em relaçāo às vidas reais que estāo por detrás destas histórias inventadas por Julieta Monginho. E em relaçāo à história central posso-vos dizer que ficamos presos ao seu relato. Pela escrita escorreita e directa da autora, pelo ambiente bem descrito, espelhado e vivido por quem se encontra dependente da caridade alheia, num sítio que os prende sem estarem presos, por trazer para bem perto o que só assistimos pela TV.
Um livro que devem ler se o tema vos interessar. Para refletir e porque nāo agir?
Terminado em 14 de Março de 2018
Estrelas: 5*
Sinopse
Trazem o que lhes restou: um caderno, um brinco, fotografias, a t-shirt do filho que morreu, um bebé a crescer na barriga, o barulho do seu quarto a ruir. Atravessado o mar, ergue-se o obstáculo inesperado: o muro construído pela hostilidade, esquecida dos que sucumbiram sem refúgio em território europeu, há menos de um século. À porta do muro alastram os campos de refugiados - chão de pedras, ratos, tendas fustigadas pelo sol, pela neve, pelas quezílias.
De todo o mundo acorrem os que ajudam. Levam as mãos para amparar, mimar, oferecer e cozinhar, os olhos para ver e entender.
As histórias são mais que mil e uma. A de Amina e Omid, os fugitivos, a de Dimitris, o grego cercado pelos seus próprios muros, as de Ann e Saud, Juan e Eleni. Vidas suspensas, à beira do muro, à porta da Europa.
Cris
Que pena não ter podido ir hoje ao Clube de Leitura onde falámos sobre este livro. A Cristina faltou lá. Também espero em breve escrever um pequeno texto sobre o livro que ADOREI. Almerinda
ResponderEliminarOh Almerinda! Confiar no calendário da minha cabeça não é seguro!!! Esqueci-me do encontro!
Eliminar