Gosta deste blog? Então siga-me...

Indique o seu email para receber actualizações

Também estamos no Facebook e Twitter

sábado, 30 de julho de 2016

Na minha caixa de correio

  

  

 


Oferta da editora Suma de Letras: O Diário Secreto de Laura Palmer, Confissões e O Homem que Matou Sherlock Holmes.
Ganhos no passatempos do JN, O Espião do Vaticano e Um Novo Amanhã.
A Gravitação do Amor foi oferta da Bertrand Editora.
Da Topseller chegou A Verdade Escondida e As Memórias do Nosso Amor.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Novidade Bertrand

A Gravitação do Amor
de Sara Stridsberg

Quando Jimmie Darling é admitido no hospital psiquiátrico Beckomberga, nos arredores de Estocolmo, a sua filha Jackie começa a passar cada vez mais tempo na instituição, até que esta se torna todo o seu mundo quando a mãe parte numa viagem de férias.
No hospital conhecemos o médico responsável, Edvard Winterson, que às vezes leva Jimmie e outros doentes a grandes festas na cidade. «Uma noite passada fora do recinto do hospital torna-vos novamente humanos», diz ele.
Conhecemos também Inger Vogel, uma «enfermeira angélica de socas», que parece habitar um mundo entre a ordem e a devastação, bem como a doente Sabina, objeto dos desejos tanto de Jimmie como de Edvard, com as suas contas coloridas e a sua obsessão com a liberdade e a morte.

A Gravitação do Amor, um livro de uma beleza arrasadora, explora o amor de Jackie por Jim e o modo como tenta aproximar-se dele, tanto em criança como em adulta e já mãe, tendo sempre como pano de fundo Beckomberga, na sua dimensão quase mítica de anjo punidor e redentor de espíritos atormentados.

Novidades TopSeller




quarta-feira, 27 de julho de 2016

Sete Mares - livro para colorir





E para descontrair a mente que tal utilizar as mãos num livro para colorir?
Desta feita foram utilizadas aguarelas. E o resultado não podia ser melhor! Um desenho dos mais simples que o livro possui e ficou tão bonito! Os créditos vão mais uma vez para a Inês, uma amiga cá de casa... Claro que o mais simples é utilizar canetas ou lápis mas o que importa mesmo são os momentos que lazer que este livro proporciona...
Os meus agradecimentos à editora Vogais pela oferta!

terça-feira, 26 de julho de 2016

A Convidada Escolhe: Manual Para Mulheres de Limpeza

Gostei deste livro assim que o vi.
A capa com aquela figura feminina (a autora) de sorriso negligente chamou-me a atenção, antes mesmo do titulo que guardei na memória e da sinopse que li quando o virei. Ainda assim não foi um livro que li compulsivamente. Ficou parado na minha mesa de cabeceira e ao fim do dia pegava nele para ler mais um conto e apreciar devagar o outro lado do sonho que Lucia narra com desapego, compassividade e economia de palavras. Quase como se fosse uma peça jornalística que precisamos de conhecer para entender o mundo em que vivemos, que por outro lado, com o tanto que conta torna-se difícil de entender. A violência, maus tratos em mulheres e crianças, a miséria, a dependência do álcool e de drogas, o abandono, a dor e a morte, e em que o belo se mistura com tudo isto em pormenores observados ou imaginados que a autora registou para dar força e profundidade à prosa. Uma escrita tão realista que se torna verdadeira para o leitor. Sentida.
Lidos todos os contos temos a trajectória de vida da autora, que confirmamos no fim com uma nota sobre Lucia Berlin. Uma vida recheada mas sombria, com rasgos de humor e ironia. Uma nobreza de carácter que marca. Como um diário que se espreita em segredo.
Muito bom.

Vera Sopa

segunda-feira, 25 de julho de 2016

"O Silêncio do Mar" de Yrsa Sigurdardóttir

Quando uma leitura preenche totalmente os momentos que lhe dedicamos e nos faz sentir dentro dela é tão bom! Aconteceu-me uma vez mais com este livro e isso aumenta o meu desejo de ler, o que acho fantástico.

O enredo deste policial centra-se num acontecimento: um iate de luxo sai de Lisboa com sete pessoas, entre as quais duas gémeas de oito anos, e passados cinco dias chega a Reiquijavique sem vivalma! O que lhes terá acontecido?

Yrsa sabe contar uma história. Narrado em dois espaços temporais diferentes, um quando a tripulação parte de Lisboa e outro, dias depois, quando o iate chega sem ninguém, o leitor fica em suspense até quase às últimas páginas. A descoberta do mistério que cerca esses personagens decorre devagar e partilhamos do medo que os tripulantes sentem naquele navio, bem como a angústia dos que os procuram.

Aliás, esse medo e essa angústia faz o leitor sentir, a dado momento, que os acontecimentos que levaram ao seu desaparecimento foram provocados por algo paranormal, facto que aumenta a inquietação e o suspense de quem lê.

Com uma escrita sóbria, inteligente e perspicaz, Yrsa Sigurdardóttir prende sabiamente o leitor provocando nele o desejo de ajudar a advogada encarregada pelos familiares de um tripulante de descobrir se de facto ainda há esperança de encontrar alguém com vida. E é com um misto de sentimentos de dúvida e de horror que vamos assistindo ao desenrolar dos acontecimentos que tiveram lugar naqueles cinco dias fatídicos.

A esperança é sempre a última a morrer... Mas valerá mesmo a pena ter alguma réstia de esperança?

Muito bom. Aconselho vivamente este livro. Prometo-vos uns bons momentos de leitura! Ægir, Lára, as gémeas Arna e Bylgja e a pequena Sigga Dogg vão ficar por algum tempo nas vossas cabeças.

Terminado em 24 Julho de 2016

Estrelas: 5+

Sinopse

Um iate de luxo chega à marina de Reiquiavique sem ninguém a bordo. O que aconteceu à tripulação e à família que seguia nele quando zarpou de Lisboa? Um iate abandonado e uma jovem família desaparecida - um romance policial arrepiante pela pena da rainha do noir nórdico. O melhor e mais assustador romance que Sigurdardóttir escreveu até hoje e um bestseller internacional.

sábado, 23 de julho de 2016

Na minha caixa de correio

  

  

 


Oferta da editora Marcador: Deixei-te Ir.
Também oferta, desta vez do Grupo Leya, A Mancha Humana.
A Vida Num Degrau foi ofertado pela editora Pactor.
Comprado em saldos, O Romance da Cordélia da Rosinha, escritora que admiro muitíssimo.
Ganho nos passatempos do Destak, A Filha das Estrelas, O Desejado e o livro de culinária.


quarta-feira, 20 de julho de 2016

A convidada Escolhe: Mataram a Cotovia

"Mataram a Cotovia", Harper Lee, 1960
"To kill a Mockingbird" era um livro que já me tinha sido recomendado e que foi recentemente reeditado na sequência da morte da autora, em Fevereiro deste ano, aos 89 anos.
É um livro admirável, poético, denso, sobre o qual há muito a dizer e reflectir, mas que encerra uma lição essencial: a luta contra a intolerância, o racismo e o preconceito é um caminho difícil, mas inevitável. É um livro sobre a infância, sobre o crescimento, sobre a aprendizagem do mundo dos adultos feita pela jovem Scout, pelo irmão Jem e pelo amigo Dill, colega de aventuras e brincadeiras. O facto de Scout Finch, a narradora, ser uma menina entre os seis e os nove anos permite-nos ver o mundo com os olhos límpidos que só uma criança consegue ter.
A história passa-se nos Estados Unidos, em meados dos anos 30 do século passado, num pequeno condado preconceituoso e fechado sobre si mesmo. Com uma população estratificada, sem grandes motivos de interesse para além da coscuvilhice das senhoras que se encontram para beber chá, fazer obras de caridade e frequentar a igreja, as famílias de gente pobre, ignorante e desempregada que vive paredes meias com a lixeira e a comunidade negra segregada e apenas tolerada porque é mão-de-obra indispensável nos trabalhos domésticos ou nas plantações de algodão, Scout, Jem e o pai Atticus Finch são as personagens principais de onde irradia toda a narrativa.
Scout é uma miúda demasiado avançada que aprendeu a ler sozinha e para quem a escola é um tédio, aliás como para os meninos mais pobres para quem a escola não diz nada, limitando-se a aparecer todos os anos apenas para o primeiro dia de aulas. Scout não se enquadra no padrão estereotipado da menina, nem pela maneira de vestir, nem pelas brincadeiras, nem pelas respostas que dá à professora. Educada pelo pai, um advogado da terra que vive sozinho com os filhos e com a cozinheira Calpurnia, desde sempre o relacionamento entre pai e filhos foi no sentido de desenvolver neles a autonomia, o sentido de justiça e de liberdade, não lhes dando respostas acabadas ou formatadas, antes dando-lhes a possibilidade de aprenderem com os erros e fazendo o seu próprio caminho.
Nas férias de Verão, quando têm a possibilidade de ter o amigo Dill para brincarem, é todo um mundo que se abre de imaginação, de criatividade, de descobertas, de testar limites e vencer os medos, criando o seu próprio espaço de liberdade e de novas aprendizagens. Scout não se livra, porque brinca com dois rapazes ligeiramente mais velhos do que ela, de ser chamada de "menina" sempre que se nega nalguma brincadeira ou tem alguma atitude de medo. Como antes referi é muito interessante o facto de a narradora ser uma criança, porque nos permite ter a percepção que as crianças têm dos pais e dos adultos. Para Scout, o pai que tinha 50 anos era um velho e achava que ele não fazia nada, pois passava o tempo a ler e a escrever no seu escritório e não ia à caça nem fazia nada do que os outros pais dos seus amigos faziam!
A segunda parte do livro corresponde a um período mais avançado na idade dos jovens e na entrada num período menos despreocupado da vida de Scout e de Jem. O irmão deixa de olhar para ela da mesma maneira, as brincadeiras já não são as mesmas, Jem nem sempre tem vontade de alinhar com ela, prefere estar só e nem sempre tem paciência para ela. Por outro lado, por vezes assume um papel mais protector, "resguardando-a" relativamente a certas conversas ou assuntos, o que irrita sobremaneira Scout que detesta sempre que o irmão diz "Isso, ela não percebe." E uma vez, quando o irmão a adverte para que não mate um bicho-de-conta, ela considera que o irmão está cada vez a parecer-se mais com uma rapariga.
É nesta segunda parte do livro, que Scout e Jem pela primeira vez entram no mundo da comunidade negra, que só conheciam pela sua ligação a Calpurnia, a cozinheira. A primeira vez que vão com Calpurnia à Igreja da Alforria descobrem que aquele é um mundo diferente do seu. Uma igreja despojada de adornos ou riquezas, sem livros de hinos, porque praticamente todos são analfabetos, em que se recolhe dinheiro para ajudar os membros da comunidade que estão em situação aflitiva. Mas onde, à semelhança das outras igrejas, a mulher é vista como um ser inferior e impuro, o que não passa despercebido aos sentidos atentos de Scout.
Atticus Finch é um homem só na sua luta contra a segregação e a injustiça e o ter aceitado ser advogado de defesa de um negro acusado de ter violado uma branca, incita sobre ele os ódios, a maledicência e a incompreensão de praticamente toda a comunidade branca, independentemente do estrato social. São admiráveis os capítulos que correspondem ao julgamento de Tom Robinson, o desfilar das testemunhas, os interrogatórios dos advogados de defesa e de acusação, o comportamento do juíz, do público e a enorme lição que para Scout, Jem e Dill também presentes, constitui o veredicto do júri que condena um inocente, fruto do preconceito, do racismo e da ignorância.
Esta é uma história de coragem, de integridade, optimista relativamente ao que há de bom nos seres humanos. O advogado Atticus Finch era um homem genuinamente bom, justo e íntegro, que praticava a igualdade e que acreditava intrinsecamente na bondade dos seres humanos. A única vez que Scout ouviu um dia o pai falar em pecado foi para lhe dizer que podia matar todos os gaios-azuis que encontrasse, caso conseguisse acertar-lhes, mas que era pecado matar uma cotovia. A explicação foi-lhe dada por uma vizinha: "As cotovias não fazem nada a não ser cantar belas melodias para nós. Não estragam os jardins das pessoas, não fazem ninhos nos espigueiros, só sabem cantar com todo o sentimento para nós. É por isso que é pecado matar uma cotovia."
É uma satisfação que esta obra esteja incluída na lista de livros do Plano Nacional de Leitura. Oxalá seja usufruída por muitos/as e muitos/as jovens. Uma lição admirável de cidadania.


Almerinda Bento

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Resultado do Passatempo 6º Aniversário / Planeta

Os vencedores deste passatempo, foram:

 

Arnaldo Santos de Santo Tirso.


Pedro Moutinho Freitas de Lisboa

Obrigada à Editora Planeta pela oferta dos livros.
Os vencedores serão contactados via E-mail.
Parabéns!



Resultado do Passatempo 6º Aniversário / Presença

O vencedor deste passatempo, foi:


Manuela Colaço de Vila Verde

Obrigada à Editorial Presença pela oferta do livro.
A vencedora será contactada via e-mail.
Parabéns!

Resultado do Passatempo 6º Aniversário / Manuscrito

O vencedor deste passatempo foi:


Fernando Carmo de Aveiro.
Carina Pereira de Alhos Vedros.
Vera Loureiro de Abade de Neiva, Barcelos.

Obrigada à editora Manuscrito pela oferta dos livros.
Os vencedores serão contactados via e-mail.
Parabéns!

Resultado do Passatempo 6º Aniversário / TopSeller

O vencedor deste passatempo foi:


Ana Paula Garcia de Loures.

Obrigada à Editora Topseller pela oferta do livro.
A vencedora será contactada via e-mail.
Parabéns!

Resultado do Passatempo 6º Aniversário / Porto Editora

O vencedor deste passatempo, foi:


Maria Helena Costa de Almada.

Obrigada à Porto Editora pela oferta do livro.
A vencedora será contactada via e-mail.
Parabéns!

Resultado do Passatempo 6º Aniversário / Guerra e Paz

O vencedor deste passatempo, foi:


Ondina Matos de Lisboa

Obrigada à Editora Guerra e Paz pela oferta do livro.
A vencedora será contactada via e-mail.
Parabéns!

Resultado do Passatempo 6º Aniversário / Clube do Autor

Os vencedores deste passatempo, foram:


Carolina Alves de Olhão.


Angelina Costa de Setúbal.


Agostinho Magalhães de Custoias.




Maria Isabel Magalhães de Grijó.


Obrigada à Editora Clube do Autor pela oferta dos livros.
Os vencedores serão contactados via e-mail.
Parabéns!

Resultado do Passatempo 6º Aniversário / Saída de Emergência

O vencedor deste passatempo, foi:


Filipe Martins do Porto.

Obrigada à Editora Saída de Emergência pela oferta do livro.
O vencedor será contactado via e-mail.
Parabéns!

Resultado do Passatempo 6º Aniversário / Bertrand

O vencedor deste passatempo, foi:


Joana Lopes de Leiria.

Obrigada à Editora Bertrand pela oferta do livro.
A vencedora irá ser contactada por e-mail.
Parabéns!

Resultado do Passatempo 6º Aniversário / Marcador

O vencedor deste passatempo, foi:


Catarina Gonçalves de S. Bartolomeu de Messines.

Obrigada à Editora Marcador pela oferta do livro.
A vencedora será contactada via e-mail.
Parabéns!

Resultado do Passatempo 6º Aniversário / Suma de Letras

Os vencedores deste passatempo, foram:


Manuel Palmeira de Lisboa



Vanessa Pereira do Barreiro.


O meu obrigada à Editora Suma de Letras pela oferta dos livros.
Os vencedores serão contactados via e-mail.
Parabéns!

sábado, 16 de julho de 2016

Na minha caixa de correio

  

  

Uma semana em cheio com livros que queria muito ler, todos ofertados pelas editoras! Foram eles:
O Livro das Receitas Vegan de Magda Roma e Mónica Venda, Esfera dos Livros.
O Segredo de João das Regras de Frederico Duarte Carvalho, Planeta.
Refeições de Maria de Magnus M. Barrow, Vogais.
O Fim do Silêncio de Suzanne Redfearn, Topseller.
O Silêncio do Mar de Yrsa Sigurdardöttir, Quetzal.
Segunda Vida de S. J. Watson, Jacarandá.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

"Naquela Ilha" de Ana Simão

Um romance leve e fresco que se lê num dia de férias, bom para uma tarde na praia. Uma escrita simples mas cativante, um enredo um pouco previsível mas que se lê com agrado.

Um amor (impossível?) entre duas pessoas onde a grande diferença de idades pode separar. Golpes do destino fazem perceber que a vida merece ser vivida sem que os preconceitos invadam as nossas decisões.

O cenário onde decorre o enredo e os factos historicos são verídicos o que traz uma mais valia a esta história. Imaginar a Ilha da Berlenga é possível com as belíssimas descrições da autora, mesmo a quem, como eu, ainda não a foi visitar. O medo da grande agitação do mar na travessia (mais uma vez o comprovei nesta obra!) tem-me afastado da ilha...

Para românticas incorrigíveis este romance vem mesmo a calhar. Experimentem.

Terminado em 12 de Julho de 2016

Estrelas : 4*

Sinopse

«Parece que ainda estou a ouvir aquela voz nova. Fecho os olhos e procuro-a dentro de mim. Consigo escutá-la. Gosto dela. É uma voz rouca de mel, serena e macia. Foi a única voz que ouvi quando regressei a mim. Estava tão perto e as outras tão longe. Não sei quanto tempo estive ausente, mas foi aquela voz que me trouxe à vida. Nunca a vou esquecer. Nem quero. Percebi naquele instante que estava viva e em segurança. E isso foi bom. Não sei quem é. Queria tanto agradecer-lhe: salvou-me a vida. Não sei como o vou encontrar. Já perguntei, mas ninguém sabe.»

terça-feira, 12 de julho de 2016

"Mandalas e Haikus" de Inês de Barros Baptista


E porque férias são sinónimo de descontração, deixo-vos aqui uma foto de uma das pinturas mais bonitas que foi feita por aqui nesta semana! A "pintora" Inês, uma amiga cá de casa, anda em artes e suplantou todas as outras pinturas feitas com este belíssimo trabalho, mas o que importa mesmo é pegar em lápis ou canetas e pôr a imaginação a trabalhar... e o cérebro a descansar! A ideia, que li algures, é ocupar as mãos para desocupar a cabeça.



Um obrigado especial ao Clube do Autor que gentilmente ofereceu este livro ao blogue, livro que vai continuar connosco estas férias tanto mais que os haikus, colocados ao lado das imagens, são belíssimos.



Sinopse

A autora é a referência portuguesa da arte-terapia há mais de dez anos.
Pintar enquanto medita ou meditar enquanto pinta. São 40 Mandalas desenhadas à mão e respetivos Haikus. Cada página pode ser destacada para fazer quadros.
Mandala é um termo sânscrito que quer dizer círculo ou círculo sagrado e que, simbolicamente, representa o universo. Haiku é uma composição poética japonesa de três versos que traduz as relações profundas entre o homem e a natureza. Para colorir e meditar!