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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Ver.


Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 244
Editor: Europa-América
ISBN: 9789721059986
Coleção: Contemporânea

Este livro fez-me fechar os olhos quando li a última frase. Não para tentar "visualizar" o que seria ser cega, mas para melhor o apreciar. É um daqueles livros cor-de-rosa com um final feliz mas, quando digo isto não quero que interpretem mal. Gostei muito de o ler - dei 5* estrelas, não dei? É que queremos mesmo que ele acabe bem para podermos sossegar, tantos são os infortúnios que acompanham a personagem principal!


Marianne, cega de nascença, ajuda-nos a "ver" o mundo através dos seus olhos. Fez-me pensar na cegueira, a cegueira de quem nunca pôde ver... O que é não saber o que significa cor, nunca ter visto o céu, o mar, os bandos de pássaros a voar, uma paisagem, tantas e tantas coisas que, muitas vezes, não sabemos dar valor!

A importância dos sons, da música, como se pode "ver" de outras formas, dos perigos a que estão sujeitos os invisuais - tudo nos faz reflectir e agradecer o dom da visão. Fez-me pesquisar e saber mais sobre a Amaurose Congénita de Leber e sobre Piper Alpha. Aconselho vivamente esta leitura!

Terminado em 29 de Junho de 2011

Estrelas: 5*

Sinopse

Marianne Fraser, cega à nascença, viúva na casa dos 20 e solitária aos 40, vive num elegante bairro de Edimburgo na companhia da sua irmã Louisa, uma escritora de sucesso. A natureza apaixonada de Marianne encontra consolo e expressão na música, um amor que partilha com Keir, um homem com quem se cruza à porta de sua casa numa noite de Inverno.
Embora vários homens tenham surgido na vida de Marianne, Keir não se compadece com a sua situação. É rude mas também estranhamente delicado. Mas pode Marianne confiar nos seus sentimentos por este desconhecido solitário que quer levá-la para a sua casa na ilha de Skye e «mostrar-lhe» as estrelas?

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