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sábado, 29 de setembro de 2018

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Comprados:
- Os Últimos Dias dos Romanov, de Helen Rappapot, da Althea Editora (fiquei curiosa com este tema depois de ter lido há pouco tempo um livro que comentei aqui com o mesmo nome mas de outro autor), a um preço muito, muito simpático. Visitem o site da editora.
-Pequenos Fogos em Todo o lLado, comprado num alfarrabista.

Oferecidos pelas editoras parceiras:
- Afonso VI, O Indesejado, A Arte de Ser Frágil e Mãe, Porque Não Gostas de Mim? da Esfera dos Livros
- O dia Em Que Te Perdi da Asa
- Os Dez Espelhos de Benjamim Zarco da Porto Editora

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Para ti e por ti!

Falar de livros, dar-vos a conhecer a minha opinião sobre eles, é o objectivo deste blogue. Mas tenho de vos explicar que este amor que sinto pela leitura nasceu das histórias que a minha mãe me contava, dos desenhos que fazia para, muitas vezes, as ilustrar, da imaginação fértil aliada ao seu saber sobre coisas reais. E ao amor que colocava nisso e me oferecia sem nada pedir em troca. 

Um dia, um bicho papão apoderou-se do seu cérebro e ela foi deixando de pertencer a este mundo. Passou a viver num mundo só dela, feito de recados que dirigia a si mesma, de medos e de tomadas de consciência onde percebia que estava a perder o controle da sua vida. O seu cérebro foi partindo aos poucos para um sítio inatingível mas o seu corpo estava cá. Foi a minha vez de cuidar dela, de retribuir um pouquito o amor que sempre me deu, de lhe contar algumas "histórias" para não a fazer sofrer. Chamou-me sempre pelo meu nome, nunca me esqueceu.

Dia 22 deste mês mais uma estrela brilha no céu. O seu corpo cansou-se de lutar. E embora eu soubesse que metade dela já tinha partido há muito, vai custar-me aceitar o vazio que deixou em mim. De qualquer forma Mãe, não é "adeus" que te quero dizer mas sim um "até já" porque sei que estás aí, estrelinha do meu coração.

Tu não eras uma leitora (nem sei como!) mas eras uma exímia contadora de histórias! Assim se explica o meu amor pelos livros. 

Fica, pois, este blogue em tua honra. Até já!

Cris

sábado, 22 de setembro de 2018

Na minha caixa de correio

  

   

  


Oferecidos pelas editoras parceiras:

O Legado, Quetzal
Meu, Bertrand Editora
A Bailarina de Auschwitz, Saída de Emergência
Uma História Negra, Suma de Letras
Isto Vai Doer, Cultura
A Ansiedade nos Nossos Dias, Bertrand Editora
Comer, Crescer, Treinar, Matéria Prima
A Menina Que Crescia Contos, Objectiva
Está Uma Cobra na Minha Escola, Porto Editora

O meu mais sincero obrigada!

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

A Convidada escolhe: "A Carne"

Demorei a conseguir ler este romance que pela sinopse me pareceu promissor. Apesar da fase atribulada que me levou a lê-lo com interrupções, com este romance, a escritora/jornalista entrou definitivamente na minha lista do autores que não dispenso de ler.

A necessidade de amor, o abismo do desamor, a raiva e glória da paixão, contemplados na exposição sobre Escritores Malditos que a curadora de arte se preparava para apresentar ao mundo e que intercala em pequenos curiosos excertos na narrativa vibrante e mordaz do seu relacionamento com Adam, o gigolo, também eles malditos.

Soledad sente a inexpugnável passagem do tempo e o apelo da carne de uma forma que não pode deixar de exteriorizar com humor e mágoa. A parafernália de truques e produtos para retardar o envelhecimento e combater as maleitas que por medo ou debilidade se ganham muito me divertiu. Soledad é uma mulher como tantas outras e certamente este romance tem um pouco de autobiográfico, no que concerne à pressão social, o isolamento e a solidão de certas mulheres, nomeadamente mulheres de carreira. Adam, o gigolo não é o tipo de personagem que eu esperava encontrar. Surpreende e desarma mas não cativa. O apelo e a empatia/ antipatia com este livro depende exclusivamente de Soledad.

Rosa Montero aparece como personagem secundária (com algum relevo) na trama de Soledad Alegre, que bem se poderia chamar Crónica do Desamor.

Trepidante, e lúcido, numa escrita desarmante e envolvente é profundamente sentido, pelo menos para mim. Recomendo sem reservas.

Vera Sopa

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

"Quarenta Dias Sem Sombra" de Olivier Truc

O roubo de um tambor Sami nas regiões geladas da Lapónia Central, seguido de um assassinato de um criador de renas, leva ao desenrolar de uma investigação por parte de Nina e klemet, polícias das renas (departamento que nem sabia que poder existir).

Desconhecia tembém tantos mas tantos pormenores sobre essa região do nosso planeta que foi um gosto aprender no decorrer desta leitura. As decrições são muitas mas inseridas sabiamente nas histórias das personagens, o que faz deste livro uma leitura muito aprasível. A noite polar, o frio gélido com temperaturas abaixo dos 20/40 graus, o tipo de vida duro e implacável que os habitantes, sobretudo os criadores de renas, possuem, a aurora boreal, tudo reflete o meio ambiente em que decorre o enredo. No entanto, este livro não é para quem quer fazer uma leitura rápida e sôfrega. 

Eu fiquei indecisa. Ora tanto queria apreciar os detalhes, o ambiente descrito com requinte e pormenorizadamente, como queria que o livro avançasse depressa para saber quem fez o quê e qual as razões... Um misto de sentimentos que me levaram a quer impacientar-me, quer a saborear esta obra.

Por isto tudo, demorei dias a lê-lo já que o ambiente é morosamente descrito, mas não de uma forma aborrecida, isso não! Parecia que o mundo lá, onde a noite de quase 24 horas faz parte de um dia normal, decorre devagar, lentamente. Como se a noite e a neve fizessem retardar os movimentos e, por isso mesmo, a história. Para quem goste de apreciar detalhes, conhecer a cultura de um povo sui generis, as suas formas de pensar e agir tão ligadas ao clima (eu não conseguiria viver assim, quase sempre noite cerrada!), é um livro perfeito. Para desfrutar o ambiente pese embora os pormenores do assassinato possam ser macabros.

Gostei desta leitura, embora a tivesse interrompido por diversas vezes para me mexer, e depois, a tivesse retomado logo de seguida, como se esse acto, esse movimento, pudesse de alguma forma acelerar a acção. Um enredo cuidado, que faz transparecer o profundo conhecimento do escritor da zona retratada.

Mas a meio do livro a leitura flui mais depressa porque o ritmo da investigação também se torna mais rápido. Deste modo, a vontade de avançar na leitura intensifica-se.

Uma leitura que se quer lenta e cuidada. Para saborear devagar.

Tive bastante pena de não ter podido comparecer no encontro promovido pela editora para conhecer o autor. Tantas coisas para lhe perguntar! Como será a personalidade dele? Calmo e detalhado ou, pelo contrário, agitado e inquieto? Porque foram esses sentimentos que este livro me fez sentir...

Terminado em 15 de Setembro de 2018

Estrelas: 5*

Sinopse
Um policial étnico fascinante que nos leva a uma terra misteriosa e a conhecer uma cultura lapã incrível, infelizmente quase desconhecida.
Lapónia vai seduzi-Lo e o estilo deste novo autor também.

O pano de fundo deste fantástico policial é um lugar aparentemente tranquilo perto do Ártico, mas que se revelará uma terra de conflitos, mistérios e ódios ancestrais. Um romance fora do convencional que os Leitores de policial nórdico vão adorar.
Um mistério rico e intenso que o autor vai revelando, lentamente ao longo do livro, com um bom fundo social «comprometido» com as minorias e que vai mostrar-nos também o papel que países como a Noruega e a Suécia tiveram durante o nazismo, com numerosos colaboradores infiltrados.

Cris

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

A Escolha do Jorge: “As Pequenas Histórias”

O volume “As Pequenas Histórias” é uma antologia de contos hispânicos do século XX que foi
trazida à luz no âmbito do Clube UNESCO Literatura-Mundo, com sede no Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A organização da presente antologia tem a responsabilidade de Ângela Fernandes, Cristina Almeida Ribeiro e Miguel Filipe Mochila.

Tratando-se de uma antologia, colocam-se as habituais questões sobre a pertinência e relevância dos autores e contos seleccionados, no entanto, os dezassete contos que integram o presente volume reflectem um pouco do melhor que foi publicado ao longo do século passado no que concerne à literatura hispânica.

Entre autores já conhecidos e anteriormente publicados em Portugal, esta antologia cumpre também a missão de dar a conhecer aos leitores portugueses alguns nomes maiores das letras hispânicas nunca antes traduzidos.

Os contos apresentam temáticas bastante variadas, ricos em conteúdo, mas ganhando, nalguns casos pertinência pela forma, pela arte de contar um conto.

Lendo os primeiros contos, rapidamente percebemos que estamos perante literatura de grande qualidade, não somente por já termos lido obras de autores como José Donoso (Chile), Adolfo Bioy Casares (Argentina), Roberto Arlt (Argentina), Horacio Quiroga (Uruguai) e Miguel de Unamuno (Espanha), mas porque de conto para conto, percebemos da riqueza e da forma como todas estas propostas contribuem para a importância da literatura hispânica.

É interessante analisar, nesta viagem literária, as várias formas de escrita, os assuntos em análise, as preocupações políticas e sociais dos vários autores, mediante o período em que viveram, mas sobretudo a apropriação da linguagem ao longo do século XX, espelhando também um certo traço de intemporalidade, algo que, em certa medida, une os contos entre si.

“As Pequenas Histórias” são contos mais ou menos breves que reflectem o contributo dos seus autores na forma como valorizam e engrandecem o conto enquanto género literário.

A edição de “As Pequenas Histórias” corresponde a uma atitude arrojada tendo em consideração um país que tanto tem desvalorizado o conto enquanto género literário. Neste volume, reencontramos autores já do nosso conhecimento e agrado, sendo interessante identificar o estilo de cada um deles nestes contos em comparação com os seus romances.

O presente volume aguça-nos o desejo de descobrir as obras de autores que somente agora surgem traduzidos em português pela primeira vez, sendo que esse constitui, de certa forma, um dos objectivos deste género de antologias que congregam vários autores.

A edição de “As Pequenas Histórias” pela Cavalo de Ferro surge em contra-ciclo face à tendência do que é publicado em Portugal nos últimos anos, apostando, assim, na literatura de referência.

Excertos:
"— Eu vim cumprir uma alta missão filantrópica!... E é necessário que a Elsa me dê um beijo para que eu perdoe à humanidade a minha corcunda! Por conta do beijo, sirvam-me um chá com conhaque. É uma vergonha como recebem as visitas! Não torça o nariz, minha senhora, que eu perfumei-me! E traga-me o chá!"
ROBERTO ARLT (Argentina) in "O Corcundinha", p. 128

“Fala-se demasiado. O mundo está envenenado pelas palavras. São elas a fonte da maior parte dos nossos actos reflexos, das nossas frustrações. A palavra é a grande armadilha, a palavra velha, a palavra gasta. É muito certo isso de começarmos a morrer pela boca como os peixes. Eu próprio falo e falo. Para quê?” 
AUGUSTO ROA BASTOS (Paraguai) in “Contar um Conto”, p. 162

“Sempre desejei morrer de prazer e por pouco conseguia, graças a ti. Quando senti que o coração me falhava, tive mais felicidade de que dor, juro, como se estivesse a entrar no céu a cavalo. Mas no último instante agarrei-me à vida, e sabes porquê? Não quis morrer sem ti. Como posso deixar ali sozinha a minha rainha adorada?, pensei. Fica mal dizê-lo, mas desejava com toda a alma que morresses comigo. E a pura da verdade é que ainda o desejo.”
ENRIQUE SERNA (México) in “Enterro Maia”, p. 221

Texto da autoria de Jorge Navarro

sábado, 15 de setembro de 2018

Na minha caixa de correio

   

  

Oferecido pelas editoras:
A Sereia de Brighton, Porto Editora
Óleos Essenciais, Pergaminho
A Rapatiga do Gelo, Alma dos Livros

Comprado num alfarrabista:
O Desaparecimento de Stephanie Mailer, Suma de Letras
Fim de Turno, Bertrand

Livro da biblioteca - numa mesa para oferecer aos utentes da biblio.
A Biblioteca do Geógrafo, Circulo dos Leitores

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

"The Kitchen Boy - Os Últimos Dias dos Romanov" de Robert Alexander

Peguei neste livro para um projecto de leitura conjunta com umas meninas. Que bom tê-lo feito! Ele é simplesmente espectacular!

É um romance de ficção baseado em factos históricos. É uma leitura muito empolgante, com uma narrativa que, num crescendo, envolve rapidamente o leitor e o leva a questionar sobre os acontecimentos que determinaram a morte da família do Kzar da Rússia e sua família.

Conhecia pouco sobre essa época onde Brancos (defensores da autocracia) e Vermelhos (bolcheviques) lutaram entre si e de quando Nicolau II foi assassinado junto com sua esposa e filhos no portão da casa Ipatiev na cidade de Ecaterimburgo, em julho de 1918 e por isso adorei os twistes que a narrativa possui e como descobrimos no enredo que nada aconteceu como pensamos ter acontecido. Mesmo até ao final são surpresas atrás de surpresas!

Uma ficção que dá gosto ler porque se aprende História com esta história, muito embora o autor tenha optado por ficcionar uma boa parte da narrativa, facto que a tornou muito especial. Em boa verdade os boatos que se sucederam sobre possíveis sobreviventes do massacre, deram aso a históras mirabolantes que não se conseguiram provar.

Um livro que recomento sem qualquer dúvida! Muito bom!

Terminado em 9 de Setembro de 2018

Estrelas: 6*

Sinopse
Um romance fascinante onde os segredos da família imperial russa são finalmente revelados. «A 16 de Julho de 1918, o curso da história da Rússia mudou para sempre. Nessa noite, o czar Nicolau II e a sua família foram brutalmente executados pelos bolcheviques. Houve apenas uma testemunha - o ajudante de cozinha. Ele é a única pessoa viva que realmente sabe o que se passou. Que segredos nos serão revelados sobre os últimos dias dos czares? É que, apesar de já ter passado quase um século, a prisão e execução do czar Nicolau e da sua família continuam envoltas em mistério e fascínio.»

Cris

terça-feira, 11 de setembro de 2018

"Desafios Matemáticos Que Te Vão Enlouquecer" de Inês Guimarães

Nunca tinha ouvido falar da Inês. Tal não é de estranhar porque sou da área das "letras" e, embora gostando de matemática, fugi das ciências porque Fisica e Química eram, para mim, algo de intragável... Quando peguei neste livro, apercebi-me que a autora tem um canal no Youtube e fui cuscar.

Confesso que alguns videos foram difíceis de entender sequer o que a Inês se estava a referir... mas o seu entusiasmo, a sua forma de comunicar tão entusiasta e natural e os problemas que ela coloca fizeram-me subscreve o seu canal!

O livro tem uma capa apelativa e está elaborado com muito gosto e atenção. Achei engraçado e oportuno as suas páginas lembrarem um caderno quadriculado! Divertido e colorido. Talvez, se houver mais iniciativas como esta, se consiga desmistificar a matemática e anular o bicho papão que toma conta das crianças quando ouvem falar desta disciplina! Para isso há que ensinar de uma forma descomplicada e se possível divertida e interessate.

Verificar que o nosso dia a dia está cheio de "matemática" e que ela pode ser divertida é o que a autora se propõe com este livro. É dirigido a uma faixa etária muito variada e está escrito de uma forma o mais simples possível, com exemplos de alguns acontecimentos diários onde a matemática está presente sem darmos conta disso...

Está escrito de forma a que possamos abrir uma página e escolher um capítulo e isso agradou-me. Dá para relaxar, divertir e aprender. Descomplicar a matemática. O livro ainda se encontra na minha mesa de cabeceira porque alguns capítulos ainda estão por ler pois tenho feito uma escolha aleatória... Mas já dá para formar a minha opinião!

O livro complementa muito bem o canal do youtube e é realmente muito interessante. Uma boa leitura que recomendo se gostarem de se divertir e aprender!


Sinopse
Vamos aplicar o teorema de Pitágoras ao voleibol de praia? Queres adivinhar o número do cartão de crédito do teu amigo com a ajuda da teoria de números? Descobrir o dia da semana de uma determinada data, ou a idade da vizinha através de um simples cálculo? Queres ajudar a tua avô a fazer um bolo delicioso? Perceber finalmente o que significa o fator dos protetores solares? E chegar à percentagem do amor? Ou resolver o dilema das bolas de gelado? Aprender a dividir uma limonada entre amigos? Pode vir a dar jeito…

Neste livro a youtuber Inês Guimarães, mais conhecida como MathGurl mostra-te como a matemática não é só para os cromos, nem fica fechada na escola. Esta ciência faz parte do teu dia a dia, pode ajudar-te a resolver valentes quebra-cabeças, a fazer um figurão entre amigos e familiares e, claro, é super divertida! Tenta lá resolver estes 51 problemas sem enlouquecer!


Cris

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Experiências na Cozinha: Pataniscas de Legumes

Fui à apresentação deste livro da Gabriela ("Cozinha Vegetariana à Portuguesa") já há bastante tempoe, marquei as receitas que queria experimentar deste então. No entanto, o livro ficou na estante até este fim de semana que, sem saber o que fazer, o abri ao calhas! A receita que me calhou em sorte foi esta que passo a mostrar nas fotos que tirei: Pataniscas de Legumes. 

São fáceis de fazer e não requerem nenhum conhecimento especial. Alterei a farinha para a de trigo sarraceno e coloquei (creio) o dobro da água. Ah só não meti ervilhas pois não tinha cá em casa (para alegria do meu mais novo que não é grande apreciador destas bolinhas verdes!).

Fritei-as porque eram mais rápido mas para a próxima vou experimentar no forno. Todos gostaram e renderam doze! Amanhã já tenho almoço porque guardei duas... Caso contrário estes gulosos tinham-nas devorado! Acompanhei com bróculos e couves de Bruxelas, cozidos a vapor. Para quem quis ainda havia arroz de feijão.

Aprovadas! Vejam as fotos!



Cris

sábado, 8 de setembro de 2018

Na minha caixa de correio

  

  

  

  

   


Livros oferecidos pelas editoras parceiras:

- Quarenta Dias Sem Sombra, Planeta
- O Castigo dos Ignorantes, Suma de Letras
- A História Secreta do Vaticano,  Matéria Prima
- Desafios Matemáticos Que Te Vão Enlouquecer,  Manuscrito
- Agenda Caminhos, Arte Plural
- Se Esta Rua Falasse, Alfaguara

Livros adquiridos a preços fantásticos:
Estuário, Não Adormeças, Ioga Sem Blá Blás, Perdido e Achado,
Mr Mercedes, 

Livros oferecidos (só pageui os portes)
Afirma Pereira e Noturso Indiano

Livros ganhos nos passatempos do J.N.
Ser Bloguer, Cronovelemas, Margo, Fortaleza Impossível, Do Outro Lado, O Paraíso São os Outros