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domingo, 24 de setembro de 2017

Ao Domingo com... Iria Alexandra Cardoso

Sou uma sonhadora acima de tudo.
     
Desde pequena, por influência da minha Mãe, que lido muito com livros e ficção no geral.
      Ainda me lembro do tempo em que o senhor do Círculo de Leitores vinha a minha casa entregar a revista e/ou entregar mais um livro para uma qualquer colecção que estivéssemos a fazer na altura. Digo estivéssemos, pois a minha Mãe é uma ávida leitora e sempre me incutiu esse hábito, mesmo que fosse apenas o folhear dos livros naquela altura.
      Lembro-me de folhear os meus livros – comecei as minhas colecções quando tinha 3 ou 4 anos - e os livros grandes de atlas ou de história em geral, apesar de não compreender o que diziam, mas gostar das imagens. E, está claro, gostava dos livros Disney, com as suas princesas e príncipes, bem como de “Pedrito, o Coelho”.
      Quando comecei a ler e a compreender as palavras e frases, a leitura e o gostar de ler nunca me deixaram, fazendo-me companhia enquanto crescia. Li Alice Vieira, Enyd Blyton, Rosa Lobato Faria, mas foi com “Harry Potter” de J.K. Rowling que descobri o estilo que mais gostava de me embrenhar. Li “Senhor dos Anéis” de J.R.R Tolkien; a trilogia de “Ceptro de Aerziz”, de Inês Botelho; o “Ciclo da Herança” de Christopher Paolini; “As Crónicas de Spiderwick” de Holly Black e Tony DiTerlizzi; “As Memórias de Idhún” de Laura Gallego García. Entre Neil Gaiman, Filipe Faria, Stephanie Meyer e Joanne Harris cresci no mundo da fantasia e, com as colecções que fui fazendo, cresci a ler sobre as mitologias do mundo e as lendas de grandes heróis do tempo antigo e medieval.
      Depois descobri Nora Roberts e Sherrilyn Kenyon com a sua saga de fantasia dos “Predadores da Noite”, bem como “As Crónicas de Gelo e Fogo” de George R.R. Martin – e ainda antes da série.
      Ao longo dos anos, comecei a escrever. A escrever num diário, bem como nos trabalhos de escola quando deveriam ser mais elaborados e vindos da imaginação. Mais tarde, quando entrei no secundário, comecei a escrever pequenos textos para mim, para desanuviar os meus pensamentos.
    Contudo, foi quando entrei na faculdade e precisando de algo para descansar a cabeça dos trabalhos e das leituras que era obrigatório fazer, que a escrita começou a ficar mais séria e que lhe tomei o gosto.
      Foi aí que escrevi o primeiro rascunho de “Equilíbrio 1 – O Despertar”, o meu primeiro livro, agora publicado.
      Apesar de ainda ter demorado o seu tempo, e de ter rearranjado em muito o primeiro rascunho, e depois de muito tempo a tentar arranjar coragem para enviar o manuscrito, em 2015 a Chiado Editora deu-me a oportunidade de mostrar que afinal tinha jeito para “a coisa”. E o feedback que tenho tido, seja de pessoas conhecidas como de desconhecidos e de professores com quem ainda mantenho contacto, deixa-me nas nuvens, pois fico contente que as pessoas gostem daquilo que escrevo.
      Posso dizer que esta minha primeira obra – de onde mais dois irão sair – é algo pessoal e que me ajudou a ultrapassar certas dificuldades e espero que também ajude quem o ler e que o transporte numa aventura única.
      Penso que esse seja o maior sonho de um escritor, é o da sua obra chegar longe e aonde mais nada ou ninguém chega ou chegou.
      Muitas obras tocaram-me no coração e ajudaram-me a ultrapassar as dificuldades do crescimento, onde muitas vezes parecemos estar deslocados. E às vezes basta conhecermos as pessoas certas, vivermos a experiência certa em algum momento da nossa vida para nos ajudar a crescer.
      E, espero, que seja essa a sensação que as pessoas terão ao ler o meu livro.
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Iria Alexandra Cardoso





1 comentário:

  1. Já li e gostei! Mas sou suspeita para falar sobre o livro. O que é certo é que custou um pouco a começar porque memórias de outros assolavam-me o pensamento logo nas primeiras páginas devido à ligação que tenho com a autora... Mas assim que as ultrapassei praticamente "devorei" o livro em dois dias! E apesar de poder ter acesso privilegiado ao restante da trilogia prefiro esperar pela edição em papel - ler livros em papel é outro coisa...

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