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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Novidade Clube do Autor

O Segredo do Rei 
de José María Zavala
Famílias reais, espiões e glamour num país dominado pelo regime conservador de Salazar são os principais ingredientes deste romance, que depressa se tornou um sucesso de vendas.
A partir de factos reais, "O Segredo do Rei" narra a investigação policial na sequência da morte do irmão do rei Juan Carlos, no Estoril. Coordenada pelas polícias portuguesa e espanhola, a Operação Giralda conduz-nos de Portugal até Paris, em busca de uma organização criminosa.
Ação, suspense e romantismo fundem-se neste romance histórico baseado numa das etapas mais desconhecidas da biografia de Juan Carlos, escrito por um dos maiores especialistas na Casa Real Espanhola.


Novidade Planeta

ISABEL ZENDAL
A Paixão de Salvar o Mundo
de Javier Moro

A 30 de Novembro de 1803, uma corveta zarpa do porto da Corunha entre saudações e aplausos. Nela viajam 22 crianças órfãs cuja missão consiste em levar a recém-descoberta vacina da varíola aos territórios ultramarinos.
Acompanha-os Isabel Zendal, encarregue de tomar conta deles. Os heróis desta insensata expedição, chefiada pelo médico Francisco Xavier Balmis e o seu ajudante Josep Salvany, sobreviveram a temporais e naufrágios, enfrentaram a oposição do clero, a corrupção dos oficiais e a cobiça dos que buscam lucrar à custa dos desamparados.
Se no fim esta aventura se transformou na maior proeza humanitária da História, deveu-se  unicamente à coragem daquelas crianças que se viram condenadas a salvar as vidas de tantas pessoas, mas também à audácia dos chefes, homens sem medo que competirão pelo amor da única mulher a bordo.

Novidade TopSeller


Novidade Saída de Emergência

Guerra ao Açúcar 
de Sónia Marcelo
Sabia que, em média, cada português consome 16 pacotes de açúcar por dia?
Isso significa 3 quilos por mês e quase 35 quilos de açúcar por ano.
Como é isto possível? Simples: o açúcar está presente na maioria dos alimentos e é considerado pela Organização Mundial da Saúde como o “veneno” do século XXI, sendo responsável por doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e até cancro.
Com Guerra ao Açúcar, Sónia Marcelo faz mais do que alertar para os perigos do açúcar. Graças a uma compilação exaustiva de alimentos, ajuda-nos a compreender o açúcar presente e até escondido na maioria dos alimentos da nossa despensa.
Mas a dietista não se fica por aqui: para ajudar a reduzir este “doce veneno” nas nossas vidas, oferece-nos um plano alimentar de desintoxicação para 21 dias e receitas práticas e saborosas para fazer em casa.

Novidade Porto Editora

Os Vadios
de Emily Bitto
No seu primeiro dia de aulas numa nova escola, Lily trava amizade com Eva, uma das filhas do infame artista avant-garde Evan Trentham. Ele e a sua esposa, Helena, tentam escapar ao  conservadorismo sufocante da Austrália dos anos 1930 convidando outros artistas, cujo ideal e ambição se coadunam com os seus, para viver e trabalhar em sua casa. À medida que a amizade de Lily e Eva cresce, a primeira deixar-se-á seduzir pela excentricidade desta residência de artistas, ansiando por se integrar e pertencer verdadeiramente a uma família improvisada. Mas há sempre um
preço a pagar pelo sonho e, falhada a utopia, serão as filhas de Evan que mais sofrerão com as escolhas dos pais.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

A escolha do Jorge: "Rapariga em Guerra"


“Rapariga em Guerra” de Sara Nović constitui uma das primeiras apostas da Minotauro, uma das mais recentes editoras portuguesas. Numa história que remonta ao período da guerra civil que conduziu ao desmantelamento da Jugoslávia, durante a década de 90, do século passado, Sara Nović centra a narrativa na perspectiva da Croácia e da sua difícil relação com a Sérvia naquele que constituiu um longo e terrível caminho para a sua independência.
A Jugoslávia que durante décadas esteve sob os desígnios do Marechal Tito tendo como pano de fundo o comunismo fora da alçada do regime soviético, rapidamente resvalou para o descalabro após a morte do governante. Antigas contendas que constituíam um barril de pólvora entre etnias e religiões diferentes nos Balcãs, rapidamente contribuíram para o reaparecimento de nacionalismos que levaram à morte e tortura de milhares de vítimas, um pouco por todo aquele país que já de si era um mosaico cultural à beira da ruptura.
Sara Nović centra a narrativa numa família de Zagreb, cuja personagem principal é Ana Jurić, uma menina de dez anos, que gosta de jogar futebol e de andar de calções. O seu melhor amigo é Luka, um rapaz da mesma idade, com quem brinca e explora os principais pontos da capital croata. Para ambas as crianças, é natural terem famílias e amigos onde convivem católicos, ortodoxos e muçulmanos. Há uma consciência de pertença pela diferença que torna aquele povo, aquele país, como algo único na Europa. Mas estas crianças percebem que algo não está bem. Zagreb vive períodos de tensão em que as hostilidades entre croatas e sérvios aumentam, numa altura em que rebenta a guerra. Os bens alimentares começam a faltar nas lojas, a insegurança aumenta, a população, os que podem, tentam sair da região, para países vizinhos, na medida do possível.
Há dados interessantíssimos que Sara Nović descreve sobre Zagreb, respeitando o conhecimento histórico, mas contribuindo com dados que, graças à literatura, contribuem para que o leitor tenha uma visão, uma perspectiva mais rica sobre a guerra da Jugoslávia. Dados, informações que do ponto de vista histórico são considerados de natureza subjectiva ou não importantes de todo, mas que num romance são importantes para a compreensão de uma tão complexa região e guerra também.
Alternando a narrativa entre a Croácia e os EUA, Sara Nović vai unindo o passado e o presente na tentativa de Ana Jurić encontrar um ponto de equilíbrio no que respeita à procura ou (re)descoberta da sua identidade. O leitor fica a perceber alguns dos traumas de guerra por que passaram tantos jovens, como que por necessidade e até em situações extremas de vida ou de morte, num contexto de guerra, mas que a consciência, mais tarde ou mais cedo, aviva episódios concretos que tiveram lugar num dado momento da vida e que nos faz reposicionar a vida, ética e moralmente, na relação com os outros e até com o país e a História.
Esta relação entre o passado e o presente tem W. G. Sebald como fio condutor. Na descoberta e encantamento pela literatura, Ana Jurić descobre o escritor alemão W. G. Sebald, acabando por se rever na sua escrita no que concerne à questão da memória e a forma como esta condiciona a vida presente. Há uma expressão interessantíssima que alude ao conjunto das obras de W. G. Sebald quando é referido o “feitiço do desespero” (p. 97), expressão que, de certa forma, vai contribuir para que Ana Jurić tenha a coragem de regressar à sua Zagreb natal e enfrentar a verdade, o que ficou da guerra, reencontrar vivos e apaziguar-se com o seu passado, assim como com a tragédia que assolou a sua família.
Ainda que a história seja ficcionada, Sara Nović respeita a realidade histórica conduzindo o leitor pelos caminhos horríveis da guerra e da loucura dos homens quando estes perdem a noção de respeito pela vida e a razão, deixando à flor da pele o homem natural capaz de se transformar num monstro.
Livros como “Rapariga em Guerra” contribuem para a reflexão sobre a incapacidade de o homem gerir as diferenças étnicas e religiosas, resvalando para os nacionalismos exacerbados que conduzem a guerras sem sentido vitimando milhares de pessoas inocentes. A guerra da Jugoslávia que teve lugar na última década do século XX foi a guerra mais cruel depois da 2ª Guerra Mundial e que teve o seu palco em solo europeu com a agravante de o Mundo poder assistir aos confrontos bélicos e à mortandade nos Balcãs como se tratasse de um filme, pese embora os personagens fossem bem reais.

Excertos:
“Fomos para nossa casa e, na televisão, vi o que significava a queda de uma cidade. As imagens eram estranhas. Todos os croatas residentes em Vukovar estavam a combater ou haviam sido capturados, pelo que as redes noticiosas croatas tinham intercetado uma transmissão alemã, o seu correspondente narrando os acontecimentos numa mistura de consoantes que não me era familiar. A transmissão era em direto e o narrador não fora traduzido, mas o refugiado, os meus pais e eu fitávamos o ecrã, como se olharmos para ele com afinco melhorasse a nossa capacidade de perceber alemão. As fachadas de betão das casas estavam desfiguradas, marcadas pelas balas e pelos morteiros. Os tanques do JNA avançavam a toda a velocidade pela rua principal, seguidos por comboios de camiões brancos das Forças de Manutenção da Paz da ONU. Ao longo da estrada, num local que, provavelmente, estivera outrora coberto de relva, mas agora se encontrava espezinhado e enlameado, filas de pessoas jaziam de rosto virado para baixo, os narizes contra a terra e as mãos atrás da cabeça. Um soldado barbudo com uma AK-47 andava por entre as filas. Ele disparou. Algures, alguém gritava. De súbito, a câmara ergueu-se e afastou-se, captando antes o colapso da torre de uma igreja. O rugido abafado de uma explosão distante ribombou pelos altifalantes da televisão. Ao fundo, mais homens barbudos, com bandeiras negras com caveiras marchavam pelas ruas vazias, cantando ‘Bit će mesa! Bite će mesa! Klaćemo Hrvate!’, «Haverá carne! Haverá carne! Vamos abater todos os croatas!»” (pp. 57-58)

“A princípio, as reações dos adultos rondavam a preocupação e a intromissão, tecendo perguntas acerca da guerra, e eu falava com verdade acerca das coisas que vira. No entanto, as minhas descrições eram, muitas vezes, recebidas com um afastamento desconfortável do olhar, como se esperassem que retirasse as coisas que dissera, que afirmasse que, afinal, a guerra ou o genocídio não eram nada de especial. Ofereciam as suas condolências, como lhes havia sido ensinado, aguardando em seguida durante um instante educado antes de apresentarem uma desculpa para porem fim à conversa.
As considerações sobre o como e o porquê de as pessoas ficarem num país com condições tão terríveis era o que mais odiava. Sabia que tinham origem na ignorância, não em conhecimento. Falavam assim porque nunca tinham sentido o cheiro do fumo dos ‘raids’ aéreos ou o odor da carne queimada a partir das suas varandas; não conseguiam imaginar que um local tão perigoso continuasse a abrigar todos os sentimentos ligados a um lar.” (p. 82)

“Ele estava a tentar calcular quanto tempo seria preciso para esquecer a guerra.
- Talvez já estejamos a caminho – disse. – Os miúdos que nasceram nos últimos cinco ou seis anos já nasceram fora do tempo de guerra. São bebés pós-guerra.
- Ainda todos falam nela – disse Luka.
- Aqui talvez. Mas falar não é o mesmo que vivê-la.
- Não é preciso viver algo para recordar. Tu hás de ter filhos e eles hão de querer saber onde estão os seus outros avós.
- E eu direi que morreram.
- Devias dizer-lhes a verdade.
- Essa é a verdade. Morreram.” (pp. 221-222)

Texto da autoria de Jorge Navarro


Convite Porto Editora


terça-feira, 11 de abril de 2017


A convidada escolhe: "Deus não mora em Havana"

O ambiente de Havana numa narrativa viva e colorida, que nos faz sonhar com um país sobejamente conhecido como destino de férias. Uma leitura carregada de cheiros e de sons que reproduzimos em imagens imaginárias. Uma viagem inebriante conduzida por Jonava. A escrita fluída e cativante de Yasmina exerceu um enorme fascínio sobre mim, que li quase sem descanso. Não conhecia e cheguei a pensar que se tratava do nome de uma mulher e no entanto, é um homem que tão bem o faz.
Cantar era a vida de "Don Fuego", o sopro incendiário das Caraíbas que se vê impedido de o fazer quando o Buena Vista é vendido e se depara com dificuldades em regressar ao palco. Vai tomando o pulso à vida e à realidade que o rodeia. Para agravar o quadro, apaixona-se perdidamente por uma jovem. No fim, uma aventura. Panchito, o velho sábio e trompetista excecional, que se refugiou com o seu cão Orfeo numa velha barraca depois da glória, é o mistério que procurei desvendar durante toda a narrativa.
A história é simples e o desfecho, possível, apesar de uma ou outra reviravolta que não se fazia esperar. De qualquer modo, o melhor, é mesmo a magia que já ouvi contar e consegui sentir sobre aquela ilha e aquele povo. Um prazer de ler!

"Em Havana, Deus perdeu a sua cotação. Nesta cidade que trocou o seu brilho de outrora por uma humildade militante feita de privações e de abjurações, a pressão ideológica liquidou a fé. " (pag.44)

"Em Havana, vivem várias familias num mesmo apartamento. Desde 1959 e da revolução castrista, a população centruplicou, mas a cidade não aumentou, como se uma maldição a mantivesse cativa de um passado tão flamejante como o inferno." (pag.49/50)

Vera Sopa

segunda-feira, 10 de abril de 2017


"Imaculada" de Paula Lobato de Faria

Sinceramente teria sido mais fácil começar esta leitura se nāo tivesse reparado no apelido da autora e nāo me tivesse posto a passear pela net. Após alguns minutos estava achado o mistério. Ainda hoje me lembro do espanto que senti aquando do terminus da leitura de um dos livros da Rosinha. Nada esperava, tudo encontrei. E os livros seguintes foram, de igual modo, uma descoberta de sentidos, cores e emoçōes. Tantas as que se esperam de um livro. Todas, aliás! 

Mas indo para o que me traz aqui: Imaculada. A capa atraiu-me de imediato. Simples, sóbria e por isso, a meu ver, bonita. A sinopse também foi do meu agrado. A acçāo passa-se numa época (Salazarismo) que nāo vivi verdadeiramente porque para além de ser criança encontrava-me numa ex-colónia e as coisas lá eram sentidas de forma diferente. Creio que a censura nāo era tāo visível nem se fazia sentir como na metrópole. Gosto, por isso, de ler romances onde a acçāo se passa nesse tempo. Acredito que muitas histórias estāo escondidas à espera de serem contadas...

Esta é uma história de um desencontro entre dois jovens. De como a vida os afastou (entendendo-se que, aqui, a "vida" se tratou de vontades humanas) depois de os ter juntado. Mas, para mim, mais do que nos contar a história desses dois jovens, a autora soube traduzir por palavras a história de uma época, soube contar-nos a história de muitos jovens que ousaram resistir ao regime. Os que se aproveitaram e os que sucumbiram.  

Por outro lado, nāo posso deixar de vos transmitir a estranheza que senti aquando da leitura de certos diálogos, sobretudo entre Cristiana, a personagem principal, e sua māe. Embora impensáveis no Portugal de hoje, espelham uma época longínqua onde o poder de decisāo sobre a vida de uma filha dependia exclusivamente dos pais. Só algumas ousavam lutar e transgredir às ordens recebidas. Irritou-me a passividade dessa personagem, daí tê-los achado bastante verosímeis.

Foi um bom começo, Paula. A meu ver, é continuar. Eu gostei.

Terminado a 10 de Abril de 2017

Estrelas: 4*+

Sinopse
Esta é uma história inspirada em acontecimentos reais em que a dualidade de ser e de parecer, da lealdade e da traição, do amor e da obrigação nos leva a caminhos imprevisíveis.
Portugal, 1956
Tempo da ditadura de Salazar, da censura e da PIDE. Numa família da alta burguesia, no interior do país, o lema "Deus, Pátria e Família" é sagrado. Mas a vida estremece quando na casa dos Correia bate à porta o amor e o desejo de liberdade.
«Apenas um por cento é baseado em memórias e todo o resto na imaginação, mas muitos leitores vão aqui identificar pessoas que conheceram durante a vida, pois os personagens desta trama são gente comum, de carne e osso», avança a autora nas primeiras páginas do romance.

Cris

sábado, 8 de abril de 2017


Na minha caixa de correio

  

  

  

 
Os Médicos da Morte, Os Segredos de Gray Mountain, Os Rapazes de Ouro, Vento de Espanha e A Rainha do Sul foram comprados num alfarrabista.
Oferecidos pela editora Quinta Essência, Desaparecida e Prazeres Infames.
Comprado na Almedina, de um autor que ja tinha ouvida falar mas de que nada li, Desenraizados.
Ofertado pela Planeta, A Rainha Subjugada e A Minha Revoluçāo Anti-Cancro.
12 Ingredientes, 60 Receitas foi oferta da Manuscrito. Sai em breve um post com uma receita do livro.

sexta-feira, 7 de abril de 2017


Convite Esfera dos Livros


Novidade Oficina do Livro

Quando Portugal Ardeu
de Miguel Carvalho 
Histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril.Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o «comunismo»? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.

Novidades Minotauro

O homem que duvidava 
de Ethan Canin
Milo Andret é dotado de uma mente extraordinária. Criança solitária entre as florestas do Michigan nos anos 1950, pouco valo­riza o seu próprio talento. Contudo, após ingressar na Universidade de Berkeley, logo se apercebe da extensão, e dos riscos, do seu dom tão singular. A Califórnia dos anos 1970, abre-se-lhe num jogo sedutor, desvelando a Milo o encanto da ambição, mas também da indulgência. A investigação que lá inicia elevá-lo-á à categoria de lenda; a mulher que lá conhece (assim como o seu arquirrival) atormentá-lo-á para o resto da vida. De facto, a verdade é que o brilhantismo de Milo se encontra finamente entrançado com um desejo obscuro que em breve ameaçará o seu trabalho, a sua família e até a sua própria vida.


Uma Magia mais Escura

de V. E. Schwab
Kell é um dos últimos viajantes, magos com a capacidade rara e muito desejada de viajar entre universos paralelos, ligados através de uma cidade mágica.
Existe a Londres Cinzenta, suja e aborrecida, desprovida de qualquer magia e regida por um rei louco: George III.
Existe a Londres Vermelha, onde a vida e a magia são veneradas e onde Kell cresceu com Rhy Maresh, o herdeiro irreverente de um império próspero.
Existe a Londres Branca, um lugar onde as pessoas lutam para controlar a magia e a magia contra-ataca, consumindo a cidade até aos ossos.
Outrora, existiu a Londres Negra. Mas já ninguém fala dela.
Kell é oficialmente o viajante da Londres Vermelha, embaixador do império Maresh, guardião da correspondência mensal entre as realezas de cada Londres. Não oficialmente, é um contrabandista, servindo as pessoas dispostas a pagar pelo mais pequeno vislumbre de um mundo que nunca verão. É um passatempo difícil, cujas consequências perigosas Kell sofrerá em primeira mão.
Fugitivo na Londres Cinzenta, conhece Delilah Bard, uma fora da lei com aspirações grandiosas. Primeiro, rouba-o, depois, salva-o de um inimigo mortífero e, por fim, obriga-o a levá-la para outro mundo à procura de uma verdadeira aventura.
Mas uma magia perigosa cresce e a traição está em todas as esquinas. Para salvar todos os mundos, têm, antes de mais, de sobreviver.

Rapariga em Guerra
de Sara Novic

Zagreb, 1991. Ana Juric  ́ é uma menina de dez anos com um espírito descontraído, que vive com a sua família na capital da Croácia. Mas, nesse ano, a Jugoslávia é abalada pela guerra civil, destruindo a infância idílica de Ana. A paz do dia a dia é manchada pelo racionamento, pelos constantes raids aéreos e os jogos de futebol são substituídos pelo fogo das armas. Os vizinhos começam a desconfiar uns dos outros e a sensação de segurança começa a desvanecer-se. Quando a guerra lhe bate à porta, Ana tem de encontrar um novo caminho num mundo perigoso.
Nova Iorque, 2001. Ana é agora uma estudante universitária em Manhattan. Apesar de todas as tentativas para deixar o passado para trás, não consegue escapar às recordações de guerra e aos segredos que guarda até dos que lhe são mais próximos. Perseguida pelos acontecimentos que lhe roubaram a família para sempre, regressa à Croácia depois de uma década de ausência, na esperança de fazer as pazes com o lugar a que um dia chamou casa. Enquanto enfrenta o passado, procura reconciliar-se com a história difícil do seu país e com os acontecimentos que lhe interromperam a infância, há tantos anos.

Novidade Manuscrito

12 Ingredientes, 60 Receitas Para Toda a Família
de Maria João Clavel
Receitas simples, rápidas de confecionar, para toda a família e, claro, saudáveis. Neste livro encontra 12 «superalimentos» portugueses. Não, não têm nomes esquisitos, nem precisa de os ir comprar a nenhuma loja de especialidade. Basta abrir a despensa e/ou a porta do seu frigorífico. Não acredita? Ora veja: aveia, beterraba, morangos, pescada, cavala, frango, abóbora, amêndoa, pera, batata-doce, tomate, ervilha. A partir destes 12 ingredientes nutricionalmente fabulosos, cultivados e criados nas nossas terras e mares, Maria João Clavel, autora do blogue e da escola de cozinha Clavel’s Kitchen, apresenta 60 deliciosas receitas para o dia a dia. Em vez de usar abóbora apenas na sopa ou para fazer doce, que tal experimentar uns noodles de abóbora com pesto de espinafre? A beterraba pode ser usada, para além das saladas, numas saborosas panquecas de beterraba com robalo grelhado. Já tentou fazer leite-creme de aveia? Ervilhas com ovos escalfados ou tarteletes integrais de ervilha com crocante de bacon? Já experimentou cavala, um peixe tipicamente português? Os seus filhos fogem da pescada cozida a sete pés, mas e se experimentar pescada no forno com migas?

sábado, 1 de abril de 2017

Na minha caixa de correio

  

  

  

Comprado no Cinema S. Jorge aquando da visualizaçāo de "Negaçāo" (Mostra de Cinema- Judaica), O Homem em Busca de um Sentido.
Vaticaium, comprado numa loja Cash Converters.
Ofertado pelaEditora Arena, Amāezónea e Sono.
Oferta da Editorial Presença, Rumo a Casa.
Oferta do Clube do Autor, Imaculada.
Comprado num alfarrabista, 4321.
Oferta da Marcadro, Amor em Minúsculas e O Ano da Dançarina.