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terça-feira, 4 de outubro de 2011
E o melhor do mês de Setembro é...
Habitualmente, no fim de cada mês, vou à coluna dos "Lidos em 2011" e vejo as estrelas que dei a cada livro! E se há meses em que a escolha é difícil, isso não se passou em Setembro... Foi o único que dei 5*+!
Não pensei, ao ler a sinopse, que este livro me agarrasse tanto. Mas a escrita desta autora é fabulosa e mergulhamos rapidamente no seu enredo. As suas 320 páginas não pesam e a sua leitura é tão envolvente que as dores da personagem principal se tornam nossas. E que dores...
Se quiserem ler a minha opinião ela está aqui!
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Soltas...Continua desaparecida
"Mais tarde qundo ele se deitou a meu lado na cama, com a cabeça sobre o meu peito, dei-me conta de que tinha pena dele. Tinha mesmo. Era a primeira vez que sentia algo que não fosse nojo, medo ou ódio por ele e isso é que me deixou mesmo assustada."
"Pergunto-me se aquela mulher, aquela estranha, sabe da minha história. Provavelmente também é boa pessoa, não o imagino a andar com alguém que não seja. Se calhar tem pena de mim. Meu Deus, espero que não. Já faço bem esse trabalho sozinha."
"Lembro-me de ter lido em tempos que se tivermos um pássaro que viveu muito tempo numa gaiola e deixarmos a porta aberta, ele não sai logo."
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Continua Desaparecida de Chevy Stevens
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 320
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722522823
Coleção: Grandes Romances
Há livros que deixam marcas e me fazem perguntar como é possível a sua escritora ter uma imaginação tão prodigiosa e fazer, ao mesmo tempo, um relato tão real de uma situação fictícia.
A sinopse é parca para o tanto que sentimos com a sua leitura. Não só sentimos como também visualizamos todas as cenas como se de um filme se tratasse! E, quando um livro me faz mergulhar tão intensamente nos sentimentos, nas vivências da personagem principal, então, posso afirmar que ele conseguiu, sem sombra de dúvida, atingir a sua função: deixar que eu entrasse na sua história, que eu me transformasse nessa personagem!
Devem mesmo ler este livro! É indiscritível o terror e as agressões a que é sujeita Annie aquando do seu desaparecimento e nos seus longos dias de cativeiro! Faz-nos pensar em todos os que podem estar a passar por situações idênticas, tal é o realismo que a autora impregna nas suas palavras!
Desapareceu, de facto, num certo dia em que um homem a atacou e a levou contra sua vontade, mas continua desaparecida mesmo depois de ter sido encontrada: Annie nunca voltará a ser a mesma! No entanto, a sua luta diária para "viver" as coisas mais básicas, para sobreviver às rotinas do dia-a-dia, deixam o nosso coração apertado.
Brilhantemente escrito, sem pudor e com uma dureza que nos fere os sentidos, este livro é daqueles que queremos ter na nossa estante e que não vamos esquecer tão cedo. Para ler, com urgência! Muito bom mesmo.
Terminado em 16 de Setembro de 2011
Estrelas: 5*+
Sinopse
No dia em que foi raptada, Annie, de 32 anos, tinha três tarefas a cumprir: vender uma casa, esquecer uma discussão feia com a mãe e ir jantar com o namorado…
Intercalada com a história do ano em que foi prisioneira de um psicopata nas montanhas, narrada nas sessões que tem com a sua psiquiatra, surge a história do que se seguiu à sua fuga.
Um livro visceral, chocante e maravilhosamente narrado.
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