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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Não consegui!


Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 368
Editor: Saída de Emergência
ISBN: 9789896371883



Há livros que estão bem escritos. Muito bem escritos! Que têm boas críticas, uma boa história, que julgamos que vamos gostar, logo à partida. Mas, simplesmente, não são o nosso género.


Este é um deles. Tenho pena de não continuar... Li 50 páginas. Só. Mas Fantasia não é mesmo a minha "cara". E lastimo bastante, porque eu queria mesmo ler este. A sinopse apresenta-nos como uma mistura de Fantasia e História. Gostei da forma como está escrito.


Porque será que não aprecio histórias com um quê de irreal? Não tenho paciência... A minha pilha de livros para ler é tão grande que sinto estar a perder tempo.


Mas fica aqui a sugestão para quem gosta deste género literário. Li boas críticas, inclusive na revista "Os meus livros" de Janeiro. 


Estrelas:1*


Não terminado.


Sinopse


Nuno Gonçalves, nascido com um dom quase sobrenatural para a pintura, desvia-se dos ensinamentos do mestre flamengo Jan Van Eyck quando perigosas obsessões tomam conta de si. Ao mesmo tempo, na sequência de uma cruzada falhada contra a cidade de Tânger, o Infante D. Henrique deixa para trás o seu irmão D. Fernando, um acto polémico que dividirá a nobreza e inspirará o regente D. Pedro a conceber uma obra única. E que melhor artista para a pintar que Nuno Gonçalves, estrela emergente no círculo artístico da corte? Mas o pintor louco tem outras intenções, e o quadro que sairá das suas mãos manchadas de sangue irá mudar o futuro de Portugal. Entretecendo História e fantasia, O Evangelho do Enforcado é um romance fantástico sobre a mais enigmática obra de arte portuguesa: os Painéis de São Vicente. É, também, um retrato pungente da cobiça pelo poder e da vida em Lisboa no final da Idade Média. Pleno de descrições vívidas como pinturas, torna-se numa viagem poderosa ao luminoso mundo da arte e aos tenebrosos abismos da alienação, servida por uma riquíssima galeria de personagens.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Não deu mesmo!

Vi no blog da Maria um post com os dois livros que tinha lido mas não tinha gostado e achei uma óptima ideia! Resolvi colocar aqui aqueles leituras que, em 2010, me fizeram desistir porque não me prenderam o suficiente. Em muitos deles já ia por volta da página 100 mas comecei a ler com dificuldade e o meu pensamento voou para fora do livro. Reconheço que, alguns deles, tiveram comentários muito bons mas...
Aqui vão eles: 


"Nenhum olhar" de José Luís Peixoto - 1*
"A mais amada" de Jacquelyn Mitchard - 1*
"O amor não espera à porta" de Marisa de Los Santos - 1*
"Sinfonia em branco" de Adriana Lisboa - 1*
"Uma família diferente" de Theresa Schedel - 1*

Queria mesmo ler


Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 144
Editor: Editorial Presença
ISBN: 9789722342384
Colecção: Grandes Narrativas



Não consigo explicar porquê mas queria mesmo ler este livro! Toni Morrison foi Prémio Nobel da Literatura em 1993. Gostei da capa. Muito! Sabem aquela capa que vos atrai, aquela sinopse que vos apaixona? Pois, foi esta. Li 40 páginas, não percebi nada, voltei atrás, reli tudo de novo, continuei a perceber pouquíssimo e pronto! Desisti! Achei a escrita difícil de entender, com referências a situações que o leitor desconhece e, por isso mesmo, o leva a ficar perdido e a não conseguir perceber a sequência da história e, até, de algumas frases.


Começo bem este ano, ah? Deixo-vos aqui a sinopse e um pedido: quem já o leu que me dê algumas luzes!


Desisti em 3 de Janeiro de 2011

Estrelas: 1*


Sinopse


Da autoria da primeira mulher negra a ser distinguida com o Prémio Nobel da Literatura (1993), A Dádiva é um romance extraordinário que se passa na América do Norte de finais do século XVII. Profundas divisões sociais e religiosas, opressões e preconceitos exacerbados propiciam o cenário ideal para a implantação da escravatura e do ódio racial. Jacob Vaark é um comerciante anglo-holandês que apesar de se manter à parte do negócio dos escravos, que então dá os primeiros passos, acaba por aceitar uma menina negra, Florens, como pagamento de uma dívida de um fazendeiro de Maryland. Nesta parábola do nascimento traumático dos Estados Unidos, Morrison revela-nos o que se esconde sob a superfície de qualquer tipo de sujeição, incluindo a da paixão, e o quanto essa falta de liberdade é nociva para a alma.

domingo, 14 de novembro de 2010

Não gostei, pronto!


Edição/reimpressão: 2004
Páginas: 208
Editor: Editorial Presença
ISBN: 9789722332323
Colecção: Grandes Narrativas

Se não tivesse mais nada para ler teria continuado com a leitura deste livro, mas ao fim de 75 páginas (de 200) achei, muito sinceramente, que tinha mais que fazer!

A história não me interessou, parecia que não avançava, cheia de diálogos que me puseram impaciente. E pronto! Já há muito que deixei de me obrigar a ler o que quer que fosse.

Trouxe-o da biblioteca. Gostei do título, da capa (sim porque eu sou menina para começar a ler um livro só pela capa!) e a sinopse pareceu-me interessante, com mistério suficiente, mas...

Não gostei, pronto! Que venha o próximo.

Desisti em 14 de Novembro de 2010

Estrelas: 1*

Sinopse

Este mais recente romance de Theresa Shedel traz-nos de novo ao convívio da família Breça de Miranda - conhecida de todos os que leram A Morte de Uma Senhora-, aos seus afectos e desafectos, às suas singularidades, às suas personagens únicas e cativantes. E é uma personagem muito em particular - o Beto, um garoto de dez anos, sobrinho-neto da tia Margarida da Quinta do Capitão, que vem pôr em alvoroço todo o universo dos Breça de Miranda, desafiando as posições e atitudes mais conservadoras dos seus, ainda incrédulos, parentes. Na verdade, naquele famigerado Verão em que tudo aconteceu, ninguém queria acreditar que o filho da Clara e do Afonso tinha desaparecido, e a frase "o Beto fugiu", repetida, entre o pânico e a perplexidade, pelos vários Breça de Miranda, iria marcar tão-somente o início de toda uma série de acontecimentos absolutamente inéditos, situados algures entre o rocambolesco e o surrealista, que viriam a abalar aquela família. Mas o grande responsável foi o Verão, e mais precisamente o mês de Agosto, verdadeira caixa de Pandora sempre pronta a libertar sabe Deus que vaga alterosa de insuspeitadas paixões e arrebatamentos… Uma Família Diferente é um romance admirável que revela um delicioso e sofisticado sentido de humor.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Pois também não...


Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 430
Editor: Oficina do Livro
ISBN: 9789895552221

Pois! Este também não me convenceu... desisti.

Não terminado

Estrelas: 1*

Sinopse


às vezes a nossa vida começa quando alguém nos empurra para dentro dela. Uma leitura fascinante.
No momento em que Martin Grace põe o pé na "casa de café" de Filadélfia que Cornelia Brown dirige, a vida dela muda para sempre. Solto e charmoso, cara chapada de Cary Grant, Martin deixa Cornelia nas nuvens. Porém, no fim de contas, Martin será mais o mensageiro da mudança do que a própria mudança… Entretanto, do outro lado da cidade, Clare Hobbes, uma menina de onze anos de idade, é obrigada a sobreviver por conta própria, depois de a mãe, cada vez mais perturbada, ter uma crise e desaparecer. Inspirada em muitos órfãos das histórias que leu, Clare consegue ter coragem para procurar o pai. Quando pai e filha aparecem no café, Cornelia e a menina criam uma ligação tão inesperada quanto profunda. Juntas descobrem que o essencial na vida é sabermos ao certo o que amamos e porquê. Marisa de los Santos escreve com uma minúcia cheia de delicadeza, capaz de trazer à luz as perdas e as alegrias da vida.

domingo, 8 de agosto de 2010

Mais outro...

Mais outro!!! Ao fim de quase 100 paginas desisti...


A história pareceu-me interessante mas acho que a autora se "perde" um pouco em diálogos que me fazem ficar impaciente e me fazem querer saltar de página. Para além disso, gosto mais quando um livro me "situa" num momento ou num espaço físico verídico, mesmo que a história não seja real, e não foi isso que aconteceu! Assim sendo, já sei o que vem a seguir: abandono a leitura.

Não gosto nada que isso suceda, mas com tantos livros para ler e, se entendo que a leitura deve ser um prazer, então já há muito que deixei de ler só pela obrigação de acabar um livro...

O próximo que tenho em espera também é desta autora. Já li críticas muito positivas mas houve também quem não conseguisse acabar. Será que eu...?

Abandonado em 8 de Agosto de 2010

Estrelas: 1*

Sinopse

Arley Mombray tornara-se desde muito cedo numa criança auto-suficiente. A ausência de afecto da mãe fazia dela, aos catorze anos, uma mulher quase adulta. Só a escrita a ajudava a redimir-se da infância que não vivera. É também através dela que conhece llon Thomas LeGrande, um recluso de 23 anos com quem começa a trocar correspondência. Seduzida pelos poemas que Dillon lhe dedica, Arley passa a visitá-lo regularmente vivendo momentos de grande paixão. O que Arley não sabe, é que por detrás da sensibilidade poética de Dillon se esconde uma personalidade psicopática que a irá ameaçar a ela própria e ao bebé que entretanto traz no ventre... Da mesma autora de «Profundo como o Mar», um romance de grande intensidade psicológica em que Jacquelyn Mitchard cria personagens inesquecíveis.

sábado, 17 de julho de 2010

Não deu...


Pois! Às vezes é melhor não forçar a leitura... muitas da vezes o livro está bem escrito mas há qualquer coisa na história ou em nós mesmos que faz com que não "pegue", não ficamos "dentro" dela... Ao fim de 30 páginas resolvi desistir. Pode ser que noutra altura, noutro lugar ou noutro momento da vida retome a leitura deste livro. Hoje não!

Leitura não terminada

Estrelas: 1

Sinopse


Já tinha sido um dos finalistas ao Grande Prémio de Ficção da APE, e acaba de receber o Prémio Literário José Saramago, atribuído pela Fundação Círculo de Leitores, um prémio para uma obra de ficção de um autor da área da lusofonia com menos de 35 anos, e com o valor pecuniário de 5000 contos.
José Luís Peixoto foi uma das revelações do ano passado e publicou, até à data, três livros: "Morreste-me", "Nenhum Olhar" e, acabado de sair, um livro de poesia, "A Criança em Ruínas". "Nenhum Olhar" será publicado ainda este ano em Espanha e em Itália.

"José Luís Peixoto tem essa qualidade notável: bastam duas linhas, e entramos num continente novo, num lugar inédito do espaço literário. Depois, resta saber até que ponto isto vai ser possível sustentar-se ou desenvolver-se. E neste romance o leitor pode estar certo de que a partir da segunda ou terceira sequência ficamos seguros de que a inclinação é fatal: vamos embater num limite, num muro, num enigma, na origem do mundo e no desastre final, num empolgamento incontrolável dos seres, das palavras, dos sinais, das paisagens, das situações, numa altíssima conjura a que não podemos escapar." Eduardo Prado Coelho, Público "Leituras"