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quarta-feira, 18 de junho de 2014

O Homem Duplicado, o livro, o filme e a minha opinião

O FILME
Publicado recentemente pela Porto Editora, o livro O Homem Duplicado chega ao grande ecrã numa adaptação livre do realizador Denis Villeneuve, com o ator Jake Gyllenhaal no papel principal. A estreia nos cinemas portugueses e brasileiros está marcada para amanhã, um dia após a data de falecimento de José Saramago, a 18 de junho de 2010.
O filme, de produção canadiana e espanhola, venceu já o prémio Méliès d'Argent no Festival Internacional de Cinema Fantástico da Catalunha, em Sitges, sendo considerado o melhor filme fantástico europeu do ano. No Canadá, O Homem Duplicado recebeu cinco prémios no Canadian Screen Awards, o principal galardão de cinema do país. Além de melhor realização e melhor fotografia, o filme foi distinguido pela melhor música e montagem e Sarah Gadon eleita a melhor atriz secundária.

SINOPSE DO LIVRO
Tertuliano Máximo Afonso, professor de História no ensino secundário, «vive só e aborrece-se», «esteve casado e não se lembra do que o levou ao matrimónio, divorciou-se e agora não quer nem lembrar-se dos motivos por que se separou», à cadeira de História «vê-a ele desde há muito tempo como uma fadiga sem sentido e um começo sem fim». Uma noite, em casa, ao rever um filme na televisão, «levantou-se da cadeira, ajoelhou-se diante do televisor, a cara tão perto do ecrã quanto lhe permitia a visão. «Sou eu, disse, e outra vez sentiu que se lhe eriçavam os pelos do corpo.» Depois desta inesperada descoberta, de um homem exatamente igual a si, Tertuliano Máximo Afonso, o que vive só e se aborrece, parte à descoberta desse outro homem.

MINHA OPINIÃO
Tive a oportunidade de ir à ante-estreia deste filme.. Não li, ainda, o livro e por essa razão não tinha expectativas nenhumas. Nem sequer tinha lido a sinopse. Fui em branco, como se costuma dizer!
Sei que no final fiquei presa à cadeira, o meu cérebro a mil... Ia descartando algumas hipóteses ao longo do filme para solucionar o enigma que nos é apresentado quase logo no início, porque, e sobretudo, se tratava de uma adaptação de um livro de José Saramago. A explicação mais simples, simplesmente não servia!
Achei o filme fantástico, depois de ter reflectido um pouco sobre ele. O final, de tão surpreendente e enigmático que é, abre um mundo de explicações. O suspense é constante, mantendo-nos presos à tela. A música, perfeita! As perguntas são muitas, as respostas... Afinal é Saramago, não é? E se as procurarmos dentro de nós?
Fiquei com uma vontade enorme de ler O Homem Duplicado. De Saramago só li Ensaio sobre a Cegueira, que adorei! Já tentei outros, mas não consegui acabar! Será que é desta que vou conseguir acabar com o enguiço? Faço figas!

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