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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

"A Linha Ténue do Passado" de Mónica Cortesão Gonçalves

Foi de sorriso no rosto que a autora me cumprimentou na sua apresentação do livro na Fnac do Vasco da Gama! Cativante! Como as palavras do seu primeiro romance.

Li com gosto e muito rapidamente as quase quatrocentas páginas deste livro porque a história nos permite entrar nela e viajar. Imaginativa q.b., a autora funde passado e presente, momentos verídicos da História com fantasia, já que a personagem principal, uma jovem de nome Maria, sofre de visões quando dorme e visualiza parte do passado de seus familiares, vivido nesse horror que foi a II Grande Guerra, no Luxemburgo.

Mistérios vários que são desvendados aos poucos e que revelam uma trama bem urdida e uma narrativa viva com ritmo intenso. O conteúdo é, na sua maior parte, verosímil e até os sonhos que Maria tem do passado dos seus familiares nos parecem credíveis!

Uma escritora que deixa antever um caminho na escrita cheio de sucessos! Um primeiro livro, com algumas correções a fazer, mas cuja leitura recomendo!

Terminado em de Setembro de 2013

Estrelas: 4*+

Sinopse

No Luxemburgo, Maria descobre uma mansão que pertencera aos seus ascendentes, de onde a sua avó havia fugido anos antes devido às calamidades que os habitantes sofreram durante toda a 2.ª Guerra Mundial. Descobre uma nova identidade, o seu verdadeiro lar, num sítio desconhecido onde se sente em casa. Encontra história, amigos, inimigos, amor, erotismo, filhos, e constrói um verdadeiro lar sob a ameaça mortal de dois alemães que se querem apoderar da sua herança, alegando fazerem parte dela.
Maria tem uma vida paralela enquanto dorme, através de visões de um passado doloroso, desenterra a história da sua família e o seu sofrimento durante a invasão alemã da 2.ª Grande Guerra, num país que até então não sabia ter agonizado tanto, descobrindo a verdadeira razão da fuga da sua avó para Portugal.
A obra funde o passado com o presente e a imaginação com factos verídicos, onde todas as experiências levam Maria a descobrir o inimaginável.

Resultado do Passatempo: "Ninguém me como tu"

Agradeço, uma vez mais, a gentil colaboração da Quinta Essência que ofereceu um exemplar deste livro para sortear pelos seguidores do blogue.

Dos 236 participantes foi escolhido pelo Sr Random.Org o n* 158 que correspondeu uma vencedora de Lisboa:

- Vera Vieira

Muitos parabéns!

Vou enviar pessoalmente o livro que se encontra cá em casa à espera de um dono que o trate bem!

domingo, 29 de setembro de 2013

Ao Domingo com... Diana Carvalho

Sempre gostei de escrever... Quando era criança, escrevia muito em diários, contava tudo e
chegava a inventar umas histórias do tipo "Era uma vez", quando não tinha nada de especial para contar... Na escola, escrevia poesia romântica e peças de teatro para a maioria dos trabalho de grupo...

Esta aventura de escrever um livro, começou por ser uma brincadeira quando eu estava no final da minha gravidez... a pessoa em questão disse-me que ia escrever um livro e desafiou-me a fazer o mesmo "porque eu tinha jeito"... com jeito ou sem ele, eu acabei mesmo por terminar o meu...

Sou uma romântica, sempre gostei imenso de ler especialmente romances. A minha autora predilecta é Sveva Casati Modignani e ela foi sem dúvida uma grande inspiração!

Esta minha pequena obra traz emoção, algum drama e muito amor. Trata da vida e força de uma mulher e daqueles que lhe são mais próximos. É uma história pequena e que não se refere a ninguém em especial, mas que poderia muito bem, retratar de alguma forma, as vidas e emoções de muitas pessoas, de muitas mulheres.

Espero que os leitores apreciem tanto a sua leitura como eu apreciei a sua escrita. Levou-me a pesquisar locais que nunca visitei, sítios com que já sonhei... pesquisei a sua história, a sua arquitectura e a sua língua.. acho que esse foi dos parâmetros mais interessantes sobre escrever esta obra (e qualquer outra).

Estou actualmente a escrever outras duas obras, uma certamente será um romance, a outra, gostaria de me afastar um pouco desse género.
Entretanto, espero que leiam e que gostem de "Memórias de Chocolate", e que esta, vos consiga aquecer o coração e deixar com "água na boca".

Diana Carvalho

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Novidade Vogais

Cancro: Conhecer, Confortar, Vencer

de Salvador Macip

Neste livro, o leitor encontrará informação fundamental e útil, desde as origens do cancro até aos métodos de prevenção mais eficazes, passando pelos tratamentos de ponta e os desenvolvimentos científicos que resultarão brevemente em novas terapias, mais eficazes do que as atuais. Imprescindível para quem pretende compreender o cancro e conhecer os caminhos mais eficazes para a cura. Um livro que esclarece tudo sobre a doença tabu dos nossos dias.

 

Novidades BOOKSMILE

A importância de se preservarem as memórias
Sem dúvida que os primeiros anos de vida do nosso bebé são muito especiais e, se os preservarmos, um dia mais tarde vamos ter o prazer de revivê-los com os nossos filhos, e essa será a melhor prenda que lhes poderemos dar.
Dois álbuns perfeitos para guardar as memórias dos seus filhos, e uma prenda ideal para oferecer aos amigos que vão viver esse momento tão especial que é o nascimento de um bebé.




Novidade TopSeller


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Resultado do Passatempo "O Menino de Cabul"

E com as 322 participações que recebemos seleccionámos um vencedor! O número sorteado foi o 159 que corresponde a:

 - Olívia Dias de Vila Nova de Gaia

Os meus parabéns à vencedora que irá receber um livro fabuloso e os meus agradecimentos à Editorial Presença pela gentileza prestada!

O livro será enviado nos próximos dias pela editora!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

A Convidada Escolhe... "Uma Mulher Em Berlim"


Muito bom este livro! A minha opinião aqui! (Cris)

Foi a minha amiga Cristina que me falou deste livro. Ela já conhece bem os meus gostos de leitura, fruto de muitas trocas de livros e ideias, por isso foi com vontade e incentivada pela sua opinião que o li rapidamente.

Os livros que nos remetem para a História da Humanidade tem sempre um impacto muito forte em mim, foi o caso desta história verídica que me atingiu, impedindo-me de me refugiar na ideia de que tudo foi inventado, de que as pessoas não passaram por todos os traumas e provações que são descritas. Senti essa angústia ao ler este livro, testemunho verídico de uma mulher berlinense sobre a sua vida e a dos seus concidadãos no período de ocupação da sua cidade pelas tropas russas, as tropas vitoriosas da Segunda guerra Mundial.

São-nos relatados os bombardeamentos e as privações o medo a fome a miséria humana a servidão a que essa mulher e os seus concidadãos estiveram sujeitos. Sim eram os alemães, os "maus" da história, mas será que cada uma daquelas pessoas como ser individual mereceu passar pelos pesadelos que lhe foram impostos nesse terrível pós-guerra?

Terá sempre que ser “Olho por olho…”?

Cada uma daquelas pessoas ficou marcada com um estigma, para sempre, indelével, como se até eles próprios se sentissem merecedores de todos os castigos sofridos.

Há uma frase no livro que me marcou “ O total de lágrimas permanece sempre o mesmo. É absolutamente indiferente sob que bandeira ou fórmulas vivem os povos; é absolutamente indiferente o Deus que eles veneram e o salário real que eles auferem: o total de lágrimas, dores e medos que qualquer um paga pela sua existência mantém-se sempre o mesmo…”

As guerras nunca são ganhas por ninguém. Todos perdem, ontem como hoje…como sempre será!

Gostei muito, recomendo!

Marília Gonçalves

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Convite Matéria-Prima


"Os Anjos não Comem Chocolate" de Andreia Sanches


Um livro que li muito rapidamente enquanto sentia um pouco como minhas (só mesmo um pouquinho porque é algo inimaginável) as dores de quem sofre tão profundamente.

Creio que Andreia Sanches soube abordar com muita delicadeza uma questão que, mesmo para quem nunca passou por tal situação, nos afecta e transtorna só de pensar nela: a perda de um filho! A morte é um assunto, ainda, muitas vezes, tabu. Como se, ao não falarmos nela, ela se pudesse afastar do nosso caminho!

Embora com o coração apertado, nunca me passou pela cabeça desistir desta leitura. A força, a coragem que estas mães mostram ao conseguir, aos poucos, prosseguir com a sua vida é verdadeiramente espantosa. A dor precisa de ser vivida e cada pessoa possui o seu tempo, o seu espaço. Pelo que pude "ver" é um luto cheio de avanços e retrocessos, com alguns passos para a frente mas com muitos mais para trás. Um luto que pode ser feito individualmente, mas se partilhado com pais que sofreram perdas semelhantes, talvez seja menos pesado. Fiquei a perceber o quão importante é fazer o luto e exteriorizá-lo.

Sentimentos como a culpa, a frustração, a valorização dos aspectos positivos do caracter dos filhos, estão presentes nestas páginas. E os pais em luto falam-nos dos filhos que já partiram e dos sinais, das coincidências que vão tropeçando nas suas vidas e que os fazem sentir mais perto daqueles que viveram menos do que seria esperado.

É um livro que nos fala da morte, sim. Mas é um livro que nos mostra que mesmo depois da partida de alguém ainda é possível ser feliz. Felicidade diferente, busca constante essa.
Fiquei a "conhecer" A Nossa Ancora, a instituição que apoiava esses pais-coragem e que teve de fechar portas. Que outras se abram porque a vida é feita de começos...

Com este tema tão forte nem faz muito sentido falar-vos da capa e do título. Mas quero referir apenas que o titulo faz todo o sentido depois de algumas páginas lidas. Histórias verídicas que nos marcam o coração e que espelham tudo o que a Vida nos pode trazer: a morte, a dor mas também a esperança em dias melhores.

Um livro imperdível, marcante.

Terminado em 20 de Setembro de 2013

Estrelas: 6*

Sinopse

Rodrigo costumava dizer à mãe, Mila, que falava com Jesus e que iria morrer - «Vou para um sítio muito lindo, muito verde.» Aos 7 anos, um acidente causado por um camião levou-lhe a vida e a do seu pai. No dia do velório de Rodrigo, uma mulher de meia idade e olhar sereno aproximou-se de Mila e disse-lhe: «Sou uma mãe que também perdeu um filho. Queria dizer-lhe que ainda vai ser feliz. É uma felicidade diferente, mas vai ser.» Enquanto presidente de uma associação de apoio a pais em luto, Mila viria a conviver de perto, ao longo dos anos que se seguiram, com centenas de homens e mulheres que, tal como ela, carregam a maior das dores que alguém pode sofrer: a perda de um filho. Os Anjos não Comem Chocolate fala-nos de amor, sofrimento, coragem - e, acima de tudo, da extraordinária capacidade do ser humano de encontrar um sentido para tudo. Até para o impensável.

domingo, 22 de setembro de 2013

Ao Domingo com... Alexandra Santos

Chamo-me Alexandra Santos, nasci em Moçambique em 1961 e comecei desde criança a partilhar a minha vida com cães. Anos mais tarde, em 1980, comecei a aprender a treiná-los quando treinava os meus próprios cães no Boxer Club of Southern Africa. Nessa altura esta paixão pelo treino de cães era um hobby que tinha em part-time enquanto estudava Psicologia Clínica. Ao fim de um ano resolvi que a Psicologia Clínica não era a “minha praia” e procurei emprego numa área que nada tinha a ver com cães. Bastantes anos depois, sem nunca abandonar o meu hobby, decidi obter formação académica para o transformar numa profissão a tempo inteiro. Aqui estou eu, consultora de comportamento canino e treinadora profissional, formada pelo Animal Care College no Reino Unido, Companion Animal Sciences Institute no Canadá, e acreditada pela Association of Animal Behavior Professionals, também no Canadá.

O que me impulsionou a escrever “O meu cão e eu”? Uma enorme vontade de desmanchar os muitos mitos que existem no mundo da canicultura, de alertar os donos de cães para os perigos de utilizarem punições na educação dos seus cães, de os ajudar a educá-los, e de os ajudar a aprender a entenderem melhor os seus amigos de quatro patas. Encaro este livro como um guia desde os primeiros meses de vida do cão até ao fim da sua vida. Inspirei-me nos vários problemas e obstáculos com que os donos se deparam, nomeadamente: como escolher um cão, como o entender, como ler a sua linguagem, como o alimentar, como o educar, como gerir as suas interações com crianças, como o socorrer numa emergência, como introduzir um novo companheiro no seu espaço e ambiente, o que fazer quando o dono viaja e o cão não o pode acompanhar e, finalmente, como cuidar dele na velhice.     

Alexandra Santos

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Novidade Quetzal

As Primeiras Coisas
de Bruno Vieira Amaral
Memórias, embustes, traições, homicídios, sermões de pastores evangélicos, crónicas de futebol, gastronomia, um inventário de sons, uma viagem de autocarro, as manhãs de
Domingo, meteorologia, o Apocalipse, a Grande Pintura de 1990, o inferno, os pretos, os ciganos, os brancos das barracas, os retornados. 
Quem matou Joãozinho Treme-Treme no terreno perto do depósito da água? O que aconteceu à virginal Vera, desaparecida de casa dos pais a dois meses de completar os dezasseis anos? Quem foi o homem que, a exemplo do velho Abel, encontrou a paz sob o céu pacífico de Port of Spain? Porque é que os habitantes do Bairro Amélia nunca esquecerão o Carnaval de 1989?  Quem é que poderá saber o nome das três crianças mortas por asfixia no interior de uma arca? Onde teria chegado Beto com o seu maravilhoso pé esquerdo se não fosse aquela noite aziaga de setembro? Quantos anos irá durar o enguiço de Laura? De que mundo vêm as sombras de Ernesto, fabuloso empregado de mesa, Fernando T., assassinado a 26 de dezembro de 1999, Jaime Lopes, fumador de SG Ventil, Hortênsia, que viveu e morreu com medo de tudo? Quando é que Roberto, anjo exterminador, chegará ao bairro para consumar a sua vingança?

Novidades Clube do Autor

A Epopeia do Eterno Navegador
de Maria Antonieta Moreira
Em Lisboa, na época das descobertas, pululam escravos e vive-se uma atmosfera efervescente. 
Cristãos, judeus e mouros coabitam numa harmonia aparente, marcada pela ação repressiva da Inquisição. É neste tempo de mudança que Luís Vaz de Camões encontrará o seu primeiro amor proibido, fará grandes amigos e privará com o profeta Bandarra. Entre as intrigas palacianas e a aventura épica por terras de Magrebe e nos mares do Oriente, o poeta encontrará o seu destino.

A Minha Pequena Livraria
de Wendy Welch
A história de A Minha Pequena Livraria não é ficção, aconteceu. As pessoas são reais e a livraria existe.  E
também por isso,  este livro é altamente recomendado a todos quantos têm um coração em forma de livro. 
Wendy e Jack sempre sonharam ter uma livraria, por isso, quando trocaram os exigentes empregos por uma vida mais simples numa cidade mineira no interior dos Estados Unidos, aproveitaram uma inesperada oportunidade de perseguir esse sonho. 
E conseguiram. Contra todas as probabilidades, mas com muita determinação, otimismo, perseverança e um amor incondicional pelos livros, mais do que estabelecer um negócio, o casal consegue criar uma comunidade em torno da sua livraria.
Atualmente, Wendy e o marido, o cantor escocês Jack Beck, são donos da Tales of the Lonesome Pine Used Books, na pequena cidade de Big Stone Gap, nos EUA. A Minha Pequena Livraria conta a sua história e a forma como este casal, dois gatos, dois cães e três mil e oitocentos livros ajudaram uma pequena cidade a abrir o seu coração através do poder transformador dos livros. E eis a prova de que vale sempre a pena perseguir os nossos sonhos.

A Velocidade dos Objectos Metálicos
de Tiago R. Santos
Tiago R. Santos, autor das séries  “Conta-me como Foi” e “Liberdade 21” e dos filmes “A Bela e o Paparazzo” e “Call Girl”, estreia-se nos livros com  A Velocidade dos
Objectos Metálicos, um romance intenso e surpreendente que questiona os valores do mundo em que vivemos. Partindo do universo repressivo de um colégio de Lisboa, o livro segue a vida de alunos e professores, onde o passado e as experiências da adolescência estão sempre presentes, como tatuagens que nunca precisam de ser retocadas.
O livro retrata um universo marcado pela violência gratuita, o medo, a tentação do abismo e a amizade, que se manifestam de formas inesperadas. Deuses e homens procuram uma ordem, mas boicotam-se a eles próprios. A provar, a todo o momento, que o mundo dos adultos não é feito para crianças.

Novidades Planeta

A Bibliotecária
de Logan Belle
A jovem Regina Finch adora livros e sente-se feliz porque conseguiu o seu emprego de sonho: trabalhar na New York Public Library. Mas o que parecia ser a promessa de uma rotina tranquila no meio de clássicos da literatura revela-se um irresistível jogo de sedução quando conhece o enigmático Sebastian Barnes, mecenas da biblioteca e um dos homens mais cobiçados da cidade. 
Um dia Regina descobre por entre os corredores do santuário bibliotecário uma tórrida cena sexual entre Sebastian e uma funcionária. Incapaz de desviar o olhar, esconde-se e observa. Uma mistura de repulsão e desejo consome Regina e uma paixão despertará na jovem sensações jamais imaginadas. 
Sentindo-se perdida com o misto de emoções que sente, uma tarde repara num livro e mergulha na vida de Bettie Page, a rapariga ingénua que foi convertida na modelo-fetiche mais popular do mundo, e no próprio despertar sexual de Bettie Page.  
Com estes trunfos, Regina espera descobrir a sua destreza sexual e seduzir o homem que ama.

Scarlet
de Marissa Meyer
Do outro lado do mundo, a avó de Scarlet Benoit desapareceu. Scarlet entra em pânico e, na sua busca, acaba por descobrir que existem muitas coisas sobre a avó que desconhece, assim como ignorava o grave perigo que correu toda a vida.
Quando Scarlet encontra Wolf, um lutador de rua que poderá ter informações sobre o paradeiro da avó, sente-se relutante em confiar nele, mas ao mesmo tempo sente-se inexplicavelmente atraída.  
Scarlet e Wolf tentam desvendar o mistério do desaparecimento da avó, mas deparam-se com outro quando encontram Cinder.

Além de todos os problemas em que estão mergulhados, ainda terão de antecipar os passos da maléfica rainha Levana, que fará qualquer coisa para que o belo príncipe Kai se torne seu marido, seu rei, seu prisioneiro.

Novidade Matéria-Prima

Um Bom Filho Volta Sempre

de Fernando Alberca
Como educar e deixar crescer um adolescente com tranquilidade e sabedoria.
Descubra e aproveite a adolescência, aprenda a torná-la mais fácil (para si e para eles) e disfrute de uma fase decisiva na vida do seu filho.
Um livro de referência sobre a disciplina e psicologia na adolescência.
O que pensa e sente o adolescente?
Porque tem certos comportamentos e como devem reagir os pais?
Como se aumenta a auto-estima de um adolescente?
Como podemos interpretar os seus gestos e palavras?
Como fazê-lo compreender que os seus pais não são o inimigo e estão do seu lado, mesmo quando o corrigem?

De acordo com Fernando Alberca a adolescência é uma das fases mais importantes na definição da personalidade do ser humano. É aqui, mais do que na infância, que os pais podem ter um papel determinante e decisivo no que será o adulto de amanhã.
Com este livro os pais irão sentir-se mais seguros e orientados na relação nem sempre fácil com o seu filho adolescente.

Convite Alfarroba


Novidades Civilização

Regresso ao Suez 
de Stevie Davies
Regresso ao Suez é um drama humano e político envolvente, passado no período pós-guerra quando a Grã-Bretanha, o vencedor falido da Segunda Grande Guerra, tentou assumir-se como potência imperial num mundo totalmente alterado. O romance tem lugar imediatamente antes da Crise do Suez, que acabou por ser um modelo das futuras invasões do Iraque e do Afeganistão.
Nesta história comovente, a tragédia de Joe é a de um trabalhador comum da sua geração: é um homem encantador, bem-humorado e sentimental em quem a dose comum de racismo e misoginia ganha proporções doentias e dolorosas. 
Ailsa, inteligente, curiosa e ansiosa por explorar a realidade do Egito a que acaba de chegar, conhece, na viagem, Mona, uma palestiniana que a incentiva a desejar um mundo que está para lá dos seus horizontes.
Quando o melhor amigo de Joe é assassinado por terroristas egípcios, a relação entre Joe e Ailsa entra numa espiral de tragédia. Apesar de tudo, o amor resiste. Na velhice, a sua filha Nia recorda o passado e segue o rasto dos pais, atravessando o Canal do Suez acompanhada da agora idosa Mona. Foi dito a Nia que o seu pai era um herói da guerra: agora ela irá encarar uma dolorosa verdade. 

Vasco da Gama – O Caminho da Índia 
de Elaine Sanceau
O relato da mais extraordinária aventura da era das descobertas: uma viagem épica, liderada pelo génio, coragem e perseverança daquele que foi uma das maiores figuras da história universal da navegação. 
A 8 de julho de 1497, Vasco da Gama largou amarras  do Tejo em demanda da Índia. A sua viagem, a mais difícil e perigosa até então empreendida, pode considerar-se o início de uma época, não só do ponto de vista  náutico e geográfico, mas também do político. Foi Vasco da Gama o pioneiro que pôs em contacto para sempre as civilizações de dois continentes. O intercâmbio por ele iniciado jamais voltou a interromper-se. As suas repercussões foram tão vastas e as suas consequências tão múltiplas, que é para duvidar se qualquer outra exerceu tal influência na Terra.

Novidade Porto Editora

A Sentinela

de Richard Zimler
6 de julho de 2012. Henrique Monroe, inspetor-chefe da Polícia Judiciária, é chamado a um luxuoso palacete de Lisboa para investigar  o homicídio de Pedro Coutinho, um abastado construtor civil. Depois de interrogar a filha da vítima, Monroe começa a acreditar que Coutinho foi assassinado ao tentar defender a perturbada adolescente do violento assédio sexual de algum amigo da família. Ao mesmo tempo, uma pen que o inspetor descobre escondida na biblioteca da casa contém alguns ficheiros com indícios de que a vítima poderá também ter sido silenciada por um dos políticos implicados na rede de corrupção que o industrial montara para conseguir os seus contratos.
Tendo como pano de fundo o Portugal contemporâneo, um país traído por uma elite política corrupta, que sofre sob o peso dos seus próprios erros históricos, Richard Zimler criou um intrigante policial psicológico, com uma figura central que se debate com os seus demónios pessoais ao mesmo tempo que tenta deslindar um caso que irá abalar  para sempre os muros da sua própria identidade.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

"O Amor é uma Canoa" de Ben Schrank


Li com interesse este livro e manteve-me na expectativa durante toda a leitura, sobretudo porque achamos que a obra vai dar uma reviravolta mas não conseguimos adivinhá-la de forma alguma. E afinal ela sempre se dá, aumentando o interesse numa leitura que sem isso seria estável mas morna.

A capa convidativa e uma sinopse que nos fala de livros e editores sugerem uma leitura que, no entanto ficou aquém das minhas expectativas. Não foi uma leitura que me tivesse apaixonado intensamente, é verdade, mas li com agrado esta história que me pareceu simples mas plausível.

Terminado em 18 de Setembro de 2013

Estrelas: 4*

Sinopse

Stella Petrovic é uma ambiciosa editora a braços com uma missão quase impossível: colocar um livro nas listas de bestsellers mais concorridas dos Estados Unidos.
Mas não se trata de um livro qualquer e sim do manual de autoajuda O Casamento é uma Canoa, que foi publicado há já cinquenta anos.

Peter Herman é um herói nacional graças a esse mesmo livro, o primeiro e último da sua carreira. Os conselhos sentimentais de O Casamento é uma Canoa inspiraram gerações de americanos. Com um casamento longo e feliz, Peter era a prova da eficácia das suas próprias palavras. Agora, viúvo e sem esperança, duvida de tudo o que escreveu tantos anos antes.

Para Stella, o que está em jogo não suporta dúvidas ou hesitações. A editora está disposta a tudo para convencer o mundo de que O Casamento é, de facto, uma Canoa. E nada melhor do que encontrar um casal em busca de salvação. Emily e Eli estão casados há pouco tempo mas a paixão que os uniu está desgastada pela rotina. São perfeitos para o plano que Stella tem em mente… mas, para isso, ela terá de conseguir o apoio da única pessoa que não acredita no livro: o seu autor.

Um livro numa frase



"Mas, principalmente, penso que tinha aprendido a compreender o que eram escolhas e como elas podiam mudar drasticamente a nossa vida."
In "A menina sem nome" de Marina Chapman e outros, pág. 201
Frase escolhida por: Cris

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

A Convidada Escolhe... Se Isto é um Homem

É um dos livros que se lê e não se esquece! Opinião aqui! (Cris)

Entre Dezembro de 1945 e Janeiro de 1947, Primo Levi escreveu o seu “Se isto é um Homem”. É o registo, a memória da sua experiência de recluso entre o dia 13 de Dezembro de 1943, então com 24 anos, altura em que foi capturado pela milícia fascista em Itália e depois deportado para Auschwitz onde conseguiu sobreviver até ao dia 27 de Janeiro de 1945, data da chegada das tropas russas ao campo de extermínio nazi.

É pois um registo na 1ª pessoa. Impressionante, brutal, este é o primeiro livro deste escritor italiano, químico de formação. Ao lê-lo, acho que qualquer apreciação que se faça é sempre uma leitura pessoal e limitada daquilo que foi mais relevante ou que mais nos impressionou. Muito haveria para dizer, farei apenas alguns registos, mas tal como Primo Levi sentiu necessidade de deixar para a posteridade uma experiência dramática e terrível da história da humanidade, para que não se esqueça, nem se apague da memória, considero que este é um livro de leitura obrigatória e inesquecível. Não há como lê-lo.

Logo no início, aquando da chegada ao campo de Auschwitz inicia-se o ritual paranóico das contagens, das esperas, da indignidade, do arbítrio, da desumanização. “Wieviel Stucke”? Quantas peças? Porque para os nazis “aquilo” não eram pessoas, homens, mulheres, crianças. Eram peças.
No meio do horror, do sem sentido da vida no campo – o Lager – do nunca se saber se no dia seguinte ainda se se está vivo, de os nazis tudo fazerem para que não haja uma réstia de humanidade entre aqueles cadáveres seminus que se arrastam e agonizam cheios de fome, frio, cansaço, Primo Levi realça alguns presos que se distinguiram porque conseguiram ser diferentes naquela massa humana sem poder, sem voz, cujo nome fora substituído por um número tatuado no braço. Alguns porque lutaram por preservar um mínimo de dignidade, nem que fosse o manter os hábitos de higiene, mesmo quando a água era gélida ou suja. A ausência de privacidade, a falta de espaço físico, o medo do desconhecido, o salve-se quem puder como forma de conseguir sobreviver, os negócios que se faziam para arranjar mais um pedaço de pão cinzento, os sonhos sempre iguais, as traições, as hierarquias mesmo entre os detidos, mas também as amizades inseparáveis (Alberto, Lorenzo, Arthur e Charles),

“… creio que devo justamente a Lorenzo o facto de estar vivo hoje; não tanto pela sua ajuda material, quanto por me ter constantemente lembrado com a sua presença, com a sua maneira tão linear e fácil de ser bom, que ainda existia um mundo justo para além do nosso, algo e alguém ainda puro e incontaminado, não corrupto e não selvagem, alheio ao ódio e ao medo; algo que mal se pode definir, uma remota possibilidade de bem, pela qual, porém, valia a pena conservar-se.

As personagens destas páginas não são homens. A sua humanidade está sepultada, ou eles mesmos a sepultaram, debaixo da ofensa que sofreram ou que infligiram a outrem...

Mas Lorenzo era um homem; a sua humanidade era pura e incontaminada, estava fora deste mundo de negação. Graças a Lorenzo, aconteceu-me não esquecer que também eu era um homem.”
O livro é não apenas um registo verídico e desapaixonado duma situação extrema, mas é também uma reflexão sobre a condição humana e um legado que nos é deixado para que a humanidade não volte a repetir os mesmos erros. Entre muitas, realço uma reflexão que o autor faz sobre o diferente significado das palavras quando se é livre ou quando se está privado da liberdade, tais como Inverno, ou fome, ou dor, ou cansaço, ou frio.

O livro é todo ele muito impressionante, adensando-se para o final com as selecções sobre quem vai para o crematório, ou quando se percebe que as tropas soviéticas se estão a aproximar o que pode significar a libertação ou a solução final para todos os prisioneiros, os últimos dias com a debandada dos alemães do campo e os prisioneiros e doentes sem forças e sem recursos para poderem ainda serem resgatados com vida. Um dos últimos capítulos, inesquecível, em vésperas da chegada das tropas russas, é o daquele preso que condenado à forca por ter tentado sublevar-se, grita “Ich bin der Letzte!” (Eu sou o último), num acto de resistência, e o silêncio, o medo e também a vergonha de todos os prisioneiros obrigados a testemunhar a cena do enforcamento de um homem que ousou lutar.
Por fim, dizer quanto a leitura deste livro me lembrou outras leituras: “Ensaio sobre a Cegueira” de José Saramago, ou “Os Anagramas de Varsóvia” de Richard Zimler ou “O Rapaz do Pijama às Riscas” de John Boyne.
Fundamental ler este livro!

Almerinda Bento

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Novidade Presença

O Menino de Cabul
de Khaled Hosseini
No inverno de 1975, em Cabul, tudo o que Amir mais deseja no mundo é ganhar um concurso de papagaios para poder impressionar o seu pai, e Hassan, o seu amigo inseparável, está determinado a ajudá-lo. Mas, na tarde do concurso, um terrível acontecimento vai destruir os laços que unem os dois rapazes para sempre. E, mesmo quando a família de Amir é forçada a fugir do Afeganistão após a invasão soviética, Amir sabe que um dia terá de regressar à sua terra natal em busca de redenção. 

Khaled Hosseini nasceu em 1965 em Cabul, no Afeganistão. A sua família encontrava-se em Paris quando em 1980 se deu a invasão soviética, tendo pedido asilo político aos EUA, onde o autor vive atualmente. Formado em Biologia e Medicina, publicou em 2003 o seu primeiro livro, O Menino de Cabul, que rapidamente se tornou um enorme sucesso a nível internacional, vendido em cerca de 70 países. Em 2006, Hosseini foi nomeado Embaixador da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. Em 2007 lançou Mil Sóis Resplandecentes. As duas obras juntas venderam mais de 10 milhões de exemplares nos EUA e mais de 38 milhões no resto do mundo. O seu mais recente romance, E as Montanhas Ecoaram, já foi traduzido em cerca de 42 países. 

CITAÇÕES IMPRENSA ESTRANGEIRA: 
«À semelhança de E Tudo o Vento Levou, este romance extraordinário reflete sobre os conflitos entre pessoas comuns no voraz fluir da história.»
People 

«Um romance maravilhoso... uma história admirável da cultura afegã. É um romance ao estilo de outros tempos que nos arrebata completamente.»  
San Francisco Chronicle

Passatempo "O Menino de Cabul"

E hoje temos para todos os seguidores do blogue um passatempo verdadeiramente especial!

Com a colaboração da Editorial Presença, O Tempo entre os meus livros tem para sortear  um exemplar de "O Menino de Cabul" de Khaled Housseini.

Só precisam de responder corretamente às questões que se seguem e obedecer às regras habituais.

O passatempo termina dia 23 de Setembro.

Para mais informações veja Editorial Presença aqui ou no post aqui!

Boa sorte a todos os participantes!

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

"A Dama do Retrato" de Maeve Haran

Estive cheia de trabalho esta semana e foi com grande pena minha que tive de interromper esta leitura mais vezes que desejaria... Não conhecia esta autora e a forma que ela encontrou de nos fazer participar na história deliciou-me. Senti-me "lá dentro" das aventuras palacianas, numa época em que não me parece que fosse agradável ter vivido mas que me encanta conhecer através dos livros.

Frances Stuart, a personagem principal, revela-se uma jovem mulher determinada, capaz de resistir às armadilhas do rei Carlos II, que pretende torná-la sua amante mas, ao mesmo tempo, conquistar o seu amor. Sabendo bem o que deseja para a sua vida, pretende sair da Corte e fugir às intrigas que aí grassavam. Mas fugir do rei não é tarefa fácil, tanto mais que os futuros pretendentes nem se atreviam a aproximar dela pois não queriam fazer perigar a sua amizade com o monarca.

São páginas que deslizam pelas nossas mãos muito rapidamente e, sabendo que os acontecimentos que servem de pano de fundo desta história são verídicos, somos levados a acreditar que, talvez, tudo se tivesse passado realmente assim.

Um livro que se lê com muito prazer e que os amantes de livros históricos vão adorar!

Terminado em 14 de Setembro de 2013

Estrelas: 5*

Sinopse

Quando chega à corte da Restauração, Frances Stuart, de apenas dezasseis anos, depressa descobre que tanto a sua beleza como a sua inocência são altamente prezadas - invejadas pelas damas e cobiçadas pelos cavalheiros. O rei Carlos II, loucamente apaixonado por ela, está disposto a tudo para a tornar sua amante. Mas Frances não é apenas um rosto bonito: ela está determinada a fazer as suas próprias escolhas de vida, e a conquistar o homem que ama. Conseguirá ela escapar às armadilhas resultantes da obsessão do monarca, dos ciúmes da rainha, e da maldade da amante mais influente do rei e levar a sua avante?

Tendo como pano de fundo a Grande Praga e o Grande Incêndio de Londres, A Dama do Retrato é a imagem vívida da vida na decadente corte de Carlos II e da coragem de uma mulher que luta pelo seu próprio destino.

domingo, 15 de setembro de 2013

Ao Domingo com... Joana Rombert

Um dia de domingo


Já tarde me levanto depois de uma bela noite de sono, e penso num domingo, penso que o dia seguinte será muito diferente. Tomo café assim que saio e olho os telhados de Lisboa à procura de um pedaço de rio. Está calor e o sol puxa-me para a praia, arranjo o meu cesto de vime, uma canga, garrafa de água, chapéu, protetor e o romance que estou a ler. O dia corre na praia, por vezes só, outras vezes acompanhada. Gosto de ficar até ver o sol fugir no horizonte da maré. De regresso a casa, tenho  o meu sofá à espera e tomo um gin tónico com várias pedras de gelo e duas rodelas de limão. Bebo, repouso, descanso e preparo-me para ir à missa. Vejo amigos, converso, sei novidades e regresso para terminar o jantar. Aproveito para descansar cedo porque amanhã tenho uma formação, uma criança para pôr a falar, para ajudar a ler ou uma mãe para ajudar a alimentar o seu bebé. O Domingo é um dia que tento dedicar a mim, a relaxar, a sossegar, é o primeiro do último dia da semana e por isso, merece uma atenção especial! 


Joana Rombert