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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Escritores na Cozinha... com Eduardo Pires Coelho


Salada Divina
Sempre que tenho convidados em casa, não resisto a fazer uma salada. Não se trata de uma salada qualquer! É uma fusão de sabores e de cores, que não deixa ninguém indiferente.

Os tomates são o início e a base de tudo! É importante contar com diversas variedades e eu acabo por favorecer o “tomate cherry”, tomate de rama, "tomate chuxa” e, de quando em quando, junto também ”tomate raf”. Os grandes devem ser cortados em fatias bastante finas e os mais pequenos em metades ou quartos. A seguir, junto azeitonas pretas (de preferência, sem caroço), que introduzem um toque salgado e uma cor escura. Depois, misturo algumas folhas de rúcula selvagem (não muitas), mas o verdadeiro segredo são as ervas aromáticas! Os orégãos têm que estar omnipresentes (para mim, nunca são demais), temperados depois com uma mão cheia de coentros, manjericão, cebolinho e uma pitada de salsa – tudo cortado em mil pedaços (manjericão sempre à mão). Coloque sal a gosto!


A última fase assenta em dois complementos. Primeiro, o queijo feta, normalmente esfarelado, que acrescenta um leve toque branco, contrabalançando o vermelho dos tomates, o preto das azeitonas e o verde das ervas e da rúcula. Em segundo lugar, gosto sempre de juntar pequenos pedaços de maçã (cortada em quadradinhos), o que dá um sabor mais fresco e adocicado a todo o conjunto. Para terminar, só falta mesmo juntar um bom azeite português e um fio de vinagre balsâmico. Não deixe de misturar a salada, antes de servir à mesa. Complementa qualquer prato ou, pode ser que, seja mesmo o ponto alto da refeição!

O Segredo da Flor do Mar
“O Segredo da Flor do Mar” foi publicado em Portugal em 2011 (Esfera do Caos) e saiu recentemente no Brasil (Primavera Editorial). O livro leva-nos a fazer uma viagem à
descoberta da presença portuguesa no Extremo Oriente, em especial no Estreito de Malaca. Foi naquele local que naufragou o navio almirante de D. Afonso de Albuquerque em finais de 1511, quando regressava a Goa, com o saque da conquista de Malaca. Durante os últimos cinco séculos, centenas de expedições tentaram encontrar os destroços da nau portuguesa, mas sem qualquer sucesso! A ‘Flor do Mar’ tem fascinado caçadores de tesouros de todo o mundo e, segundo especialistas, os seus despojos estão avaliados em milhões de dólares….

Filipe Silva trabalha no mercado financeiro em Boston, mas o destino leva-o a prosseguir as investigações do seu pai sobre a ‘Flor do Mar’ e a vida de D. Rodrigo de Mascarenhas. Passado em Singapura, Malásia, Peru, Estados Unidos, Brasil e Portugal nos dias de hoje, o livro transporta-nos igualmente para os finais do século XVI e inícios do século XVII. ‘O Segredo da Flor do Mar’ conta-nos a história de um proeminente nobre português de Malaca que combateu os piratas dos Mares do Sul, viveu os encontros e desencontros com os sultanatos islâmicos de Johor e do Achém para depois assistir à chegada avassaladora da armada holandesa ao Oriente.

Eduardo Pires Coelho

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